Laboratorio Cianorte

Dicas, Recomendações, Ideias

Qual A ImportNcia Da Filosofia?

Qual é a importância de filosofia?

A filosofia faz com que o homem possa refletir de forma rigorosa e radical libertando-se do censo comum ; a função da filosofia como muitos pensam não é só contemplar as coisas em si, mas, refletir cada ação humana nos possibilitando um entendimento coerente e crítico.

Qual a importância da filosofia resposta?

Para que serve a Filosofia? – A pergunta acerca da utilidade da Filosofia gera muitas polêmicas. Muitos acusam a Filosofia de não ter utilidade alguma, pois ela não apresenta nada de concreto e útil em suas teses. Em partes, é verdade. A Filosofia não atua de maneira prática e concreta, modificando visivelmente o mundo.

De tanto essa pergunta se repetir, com intenções irônicas, os estudantes de Filosofia também se habituaram a soltar uma resposta não menos irônica: ” a filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual v “. Assim, partindo do ponto de vista pragmático da sociedade capitalista que afirma que algo somente tem o direito de existir se for imediatamente útil e, em todos os casos, lucrativo, então a Filosofia não tem utilidade.

A Filosofia não serve para essa modificação concreta do mundo porque ela não serve a ninguém. A Filosofia, ao menos uma Filosofia autêntica, é autônoma e crítica, emancipada das amarras de qualquer norma que determine o que deve ou não ser feito, o que pode ou não ser dito.

Esse foi o motivo da condenação de Sócrates pelos atenienses, que viram no pensador um perigo para a estabilidade política dos governantes. A Filosofia é aquela capaz de criar subterfúgios e caminhos para que o pensamento continue avançando, que a humanidade continue questionando-se e tentando entender o mundo e o seu próprio pensamento de maneira crítica e racional.

É a Filosofia que oferece ferramentas para as ciências ao mesmo tempo em que questiona a validade das teorias científicas. É a Filosofia que oferece subsídios teóricos para a política, ao mesmo tempo em que questiona as ações políticas. É a Filosofia que estrutura a ética e o modo como o ser humano deve agir.

Nesse ponto, a Filosofia tem a sua utilidade e a sua importância no mundo. É a Filosofia que tem a capacidade de derrotar a ignorância por intermédio de um pensamento livre, crítico e autônomo, i DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O que é a filosofia? Tradução de Bento Prado Jr. e Alberto Alonso Muñoz. Rio de Janeiro: 34, 1992, p.13.

ii CHAUI, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2005. iii PALÁCIOS, G.A. Ensina-se a filosofar, filosofando. In: Philósophos, vol.12, n.1. Goiânia: UFG, 2007, p.79-90. iv REALE, G. História da Filosofia Antiga, São Paulo: Loyola, 1993, v.1, p.11. v CHAUI, M.

Qual a importância da filosofia para nossa vida nossa existência nossa convivência em sociedade?

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO – A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA FILOSOFIA EM NOSSAS VIDAS!! – Em primeiro lugar devemos destacar que todos os seres humanos querem ser e ter alegria fundamental para continuidade de uma vida próspera e feliz. Assim sendo, relembramos do grande filósofo Pitágoras no século IV a.C, que como todos conhecemos, destacava que a própria palavra filosofia tem como significado a arte do amor, da amizade e da sabedoria.

  • Uma junção de sabedoria amada, e ou amiga da sabedoria.
  • Logo, quem não quer tem uma vida cheia de alegria, amor, amizades e sabedoria? Todos! Em nosso cotidiano é notório a nossa vivência bem perto das ações filosóficas, ou seja, sempre com a participação da filosofia.
  • Podemos destacar como o próprio filósofo Nietzsche destaca em vários de seus feitos e ensinos, que que há sempre dúvidas, e nessas dúvidas que o filósofo destaca, é que podemos viver em nossos dias, procurando a certeza de nossas buscas e curiosidades a fim de adquirimos a verdade do que buscamos.

Outrossim, podemos destacar ainda a sempre presença da filosofia em nossas vidas, como o próprio filósofo William MacAskill, da Universidade de Oxford, em um de seus livros, nos aconselha a sempre fazermos nos, perguntas como se estamos ajudando uma área que está esquecida e, portanto, carente de recursos? Ou doamos quando ocorre uma catástrofe e, portanto, já existem muitas pessoas dando uma mãozinha? William destaca esse seu conceito no sentido de queremos ajudar o próximo de modo em geral.

  1. Veja, que no fundo é uma verdade que nos acompanha em nosso dia a dia, e que por sinal tem seus pontos de verdades em nosso cotidiano.
  2. Várias outras situações poderíamos destacar aqui junto as nossas ações cotidianas com a participação da filosofia, como; a política, as conquistas, as lutas, os amores, a vida e até a morte.

Schopenhauer acreditava que o amor era um mal necessário, O erro estaria em esperar demais dele e acreditar que só amamos uma vez na vida. “Para ele, o amor era terrível, instável, dilacerante, mas fundamental. Ainda assim, Schopenhauer tem dicas muito atuais a respeito de relacionamentos.

Em linhas gerais, ele defende: desista do sonho do amor para toda a vida. Se um relacionamento deu errado (e, em algum momento, ele provavelmente vai dar), parta para outro, sem culpas. (CORDEIRO, 2016). Outrossim, desde que oficializada como obrigatoriedade do ensino de filosofia no ensino médio, e não só em decorrência desse aval de lei, mas devemos destacar a importância para a educação em nosso contexto, até porque, como destacou o Pitágoras, que essa mesma filosofia é um aprofundamento de sabedoria e união estável junto ao amor, alegria etc.

Ademais, o conceito da Filosofia é, sem dúvida fundamental na vida de todos os seres humanos, proporcionando a prática de análise, reflexão e crítica em benefício do encontro do conhecimento do mundo e do homem de forma em geral. Com certeza, a filosofia é de suma importância em todas as fases da educação escolar como um todo.

  1. É nela que se desperta o aguçamento para o seu senso crítico, levando o mesmo, desde cedo a adquirir seus questionamentos, busca de valores e ter uma participação ativa dentro de uma sociedade, seja ela onde ele estiver.
  2. Sócrates foi grande defensor das buscas dos conhecimentos, assim, que enunciava o despertar para a busca dos diálogos nas praças de Atenas na Grécia antiga, por volta dos séculos IV e V a.C.

Sócrates defendia as habilidades argumentativas e dialéticas. Valorizando assim, o uso da palavra e da razão. Sócrates e os socráticos apreciavam analisar questões humanas, seus valores, verdades e fundamentos. Os homens fariam melhor se investigassem a si mesmos: a verdadeira descoberta estava no interior da alma humana, e não fora dela.

(TANCREDI, 2020). Veja, que desde séculos atrás, a filosofia já fazia participação na área pedagógica, diga se, ao ponto em que Sócrates e seus discípulos participava ativamente na missão de ensinar e alto declarar apoios a aprendizagem, todas as áreas pedagógicas eram afetas para bem comum da discriminação do contexto intuitivo de aprender a se comunicar, a ter valores com deveres e responsabilidades.

Nos dias de hoje da mesma forma acontece, onde a filosofia em si coloca cidadãos a ser tornarem verdadeiros atuantes de suas participações com alguém quem tenha escolhas, tenha o senso crítico aguçado e participativo, assim como, sujeitos discentes em todos os níveis da educação, para se tornaram pessoas conscientes e formadoras de opinião no presente e futuro com os seus descendentes.

  • No entanto, é preciso compreender as formas variadas do saber que vamos conhecendo dia após dia; o saber cientifico assim como o filosófico, tem suas atuações, atenuações e particípio como um todo.
  • Onde o conhecimento científico pode compreender as informações e os fatos que são comprovados por meio da ciência como um todo; já o conhecimento filosófico nasce a partir das reflexões que todos os seres humanos fazem sobre questões subjetivas.

Dessa forma, destacamos o papel da ciência com seus estudos lógicos de valor e comprovações em decorrência de variadas situações, desde as questões do evolucionismo até a própria formação do mundo, dos seres e sucessivamente as demais situações de até conquistas em nosso dia a dia.

Tendo como base análises e testes científicos. No entanto, o saber filosófico tem concomitação com a natureza, razão e coerência com as mais variadas realidades. Valorativo, pois lida com hipóteses que não podem ser observadas, como o imaterial e o subjetivo. Baseados nas reflexões de conceitos e ideias construídas, a partir do uso do raciocínio em busca do saber dentro do conhecimento filosófico.

Santo Agostinho destacava que era preciso; “Crer para compreender e compreendo para crer melhor.” Nisso resumimos o pensamento filosófico em crer, analisar e refletir. “De modo que se os homens filosofaram para se libertarem da ignorância, é evidente que buscavam o conhecimento unicamente em vista do saber e não por alguma utilidade prática” (Aristóteles, Metafísica, Livro Alpha, 19-21).

Outrossim, a filosofia antiga e a moderna contemporânea se delineiam de acordo com seus frutos e atuações em decorrência de suas funções receptivas pelos sujeitos, não abstendo a questão temporal, haja visto que, tanto na questão antiga como na moderna e ou contemporânea, podemos dizer que tem seus feitos e efeitos aprazível no quesito construtor de uma mentalidade aberta, crítica e esclarecedora de seu mundo e momento atual vivido.

Seja ela na Grécia antiga, ainda nos séculos V, IV, III a.C, com Protágoras, Sócrates, Platão e ou outros; até nos dias de hoje em pleno século XXI, onde notadamente precisamos ter o objetivo de ensinar esse componente para fins de termos assim, uma sociedade que saiba diferenciar os papeis de condutas e suas acessões, com criticidade e reconhecimentos democráticos desse ou daquele pensamento e ação.

Assim, os ensinamentos de Sócrates no século IV, sobre a busca da sabedoria, ter suas condutas ilibadas, ter métodos para poder confrontar as ideias e por si só, a defesa de seus direitos e deveres. Assim, esses mesmos ensinamentos devemos ter em nossos dias e temos! Imortalizado nos diálogos de Platão, Sócrates tornou-se um mestre e um exemplo da conduta ética até nossos dias.

Suas lições expressam -se em frases como: “Penso que não ter necessidade é coisa divina e ter as menores necessidades possíveis é o que mais se aproxima do divino”. (COTRIM; FERNDES.2016, p.222). Entretanto, é notório destacar que existem os chamados períodos filosóficos e seus autores por cada tempo determinado.

  • Não que mude seus pontos de vistas, mas, que agrega mais saberes do período antigo para com o moderno e contemporâneo.
  • Veja, que no período antigo poderemos destacar os já citados; Sócrates, Platão, Aristóteles e Tales de Mileto, o “Pai da Filosofia”.
  • Ele propunha que a água era a substância primordial da vida, denominada de arché.
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Para ele “Tudo é água”. Esse período que tinha como base o conceito do ser, com o período do metafísico ontológico. De lá, para o período moderno, já nos séculos XV a seguir, se destaca o período epistemológico transcendental, com base conceitual da verdade, objetividade e validez.

  • Nesse período se estaca os filósofos Descartes, Nicolau Maquiavel, John Locke, Montesquieu, Voltaire e Kant.
  • Esse último, filósofo alemão com influência iluminista, tendo como busca, a explicação dos tipos de juízos e conhecimentos desenvolvendo um “exame crítico da razão”.
  • A filosofia moderna começou no século XV quando tem início a Idade Moderna.

Teve como marca uma transição do pensamento medieval, fundamentado na fé e nas relações entre os homens e Deus, para um novo tipo de pensamento antropocêntrico, marca da modernidade. Permaneceu até o século XVIII, com a chegada da Idade Contemporânea.

Essa com outros nomes importantes dentro da filosofia; Alguste Comte, Karl Marx, Friedrich Nietzsche, Jean Paul Sartre e Michel Foucault Filósofo francês, Foucault buscou analisar as instituições sociais, a cultura, a sexualidade e o poder. Essa Filosofia Contemporânea é aquela desenvolvida a partir do final do século XVIII, que tem como marco a Revolução Francesa, em 1789.

Engloba, portanto, os séculos XVIII, XIX e XX. Igualmente, de período em período, podemos destacar o importante papel dos pensamentos e suas atenuações, comprometidos, nesse caso com o processo ensino aprendizagem. Nisso se dá a grande importância do desenvolvimento de aplicação desse conceito filosófico no âmbito educação assim como, em nossa vida de forma em geral.

  • Como prova destaca se a origem da lógica ou o chamado “logos”.
  • Que diz respeito ao pensamento verdadeiro e dentro de uma certa lógica, que determina a forma geral das proposições enunciadas.
  • Assim sendo, uma ferramenta a ser utilizada do correto pensar e sucessivamente, o agir “logos”.
  • Criada pelo filósofo grego Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) o estudo da lógica, chamado de analítica, a ser compreendida como um instrumento do correto pensar e a definição de elementos lógicos que fundamentam o conhecimento verdadeiro.

Basta destacar que são elementos ainda usados em nosso dia, em especial no que diz respeito a aplicabilidade contextual pedagógico no processo de educação aprendizagem. Veja, que ao aplicarmos essa temática como conteúdo aos sujeitos alunos, os mesmos estarão sendo provocas a buscarem sua compreensão como definidor logico do conhecimento.

Assim, sucessivamente em todos os meios da vida humana, fato não egresso para uma sociedade que deve sim, buscar meios lógicos de definição e não de afastamento dos mesmo para termos condição de melhores perspectivas de conhecimentos de todas as formas de lógicas existente usadas em tempos modernos.

Destacando a necessidade de em cada vez mais, se propusermos em buscas e aceitação de lógicas suficientemente para o bem comum e crescimento de conhecimentos verdadeiros dentro dos princípios lógicos em geral, assim como Aristóteles desencadeara. Para o filósofo grego Aristóteles, qualquer conhecimento que pretenda ser um conhecimento verdadeiro e universal deveria respeitar alguns princípios, os princípios lógicos.

  1. Ele desenvolveu três princípios básicos que orientam a lógica clássica; o de identidade, da não-contradição e do terceiro excluído, ou terceiro excluso.
  2. MENEZES, 2020).
  3. Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
  4. Quem ensina aprende ao ensinar.

E quem aprende ensina ao aprender”. Com esse dizer do grande professor e mestre Paulo Freire, destacamos que não há aprendizado em exagero. Ademais, o papel da filosofia em todos os âmbitos do ensino aprendizagem é um instrumento de valor agregador no desenvolvimento no ambiente escolar.

Como já mencionado na introdução; o ensino de filosofia foi promulgado pela da Lei 11.684, de 2 de junho de 2008, a Filosofia volta a ser uma disciplina obrigatória nas escolas brasileiras, em especial para alunos do ensino médio. Diga se de passagem, é notadamente o momento dos anos finais nesse ensino, e automaticamente a preparação para seu lançamento junto ao campo universitário e vida profissional, por conseguinte as suas ações em busca de seus objetivos.

Sendo assim, temos o ensino da filosofia como parte instrumental desse desenvolvimento intelectual, emocional e didático aprendizagem. Buscando assim, desenvolver a estimulação e reflexão do pensamento críticos dos sujeitos alunos, destacando assim, a consolidação desses sujeitos com suas personalidades, formação, desejos e ao mesmo tempo, provocando os, no desenvolvimento “desenrolado” para a busca e compreensão de seus métodos questionadores e capazes de se desenvolveres os seus próprios pensamentos e ações.

  1. Formando cidadãos capacitados para enfrentar as diversas situações que poderão surgir em suas vidas.
  2. A Filosofia é fundamental na vida de todo ser humano, proporcionando assim, a prática de análise, reflexão e crítica em busca de vários benefícios rumo ao puro encontro do conhecimento do homem e do mundo e suas transfigurações.

Reconhecemos que a Filosofia é um produto não material, mas o conhecimento produzido nessa área materializa-se na linguagem, em conceitos filosóficos, organizados em um sistema de conceitos, assim como concebe Vigotski (2001) e Gorski (1959). Ademais, é dentro a aplicação do pensamento teórico que se chegará as ações práticas futuras.

  1. Quando aplicado no ensino médio o componente segundo a BNCC, os sujeitos alunos em anos finais, estarão praticando ensaios para uma vida acadêmica e mundo profissional prático.
  2. Assim sendo, a extrema importância do ensino de filosofia como total instrumento de aprendizagem e desenvolvimento na vida dos discentes.

o pensamento teórico pode chegar à complexidade de manifestação do todo, reproduzir o processo de desenvolvimento e formação do sistema que integra o objeto do pensamento, expressar encadeamentos, leis e necessidades das coisas singulares em relação com o universal.

Considerando a unidade na diversidade, capta essencialmente a transição de um fenômeno a outro (MARTINS; ABRANTES, 2006, p.11). Sendo assim, Davidov, pensa teoricamente a realidade implicaria para o indivíduo ultrapassar os fenômenos, vistos como ” manifestação imediata, externa da essência das coisas” (DAVIDOV, 1988, p.146-147).

E podemos destacar essa essência mencionada por Davidov como, o processo da aplicação do componente aos sujeitos no ambiente educacional escolar e automaticamente em vossas vidas como integração de objetivo do pensamento expresso como seres de pensamentos únicos e objetivos.

  1. A inserção do componente do ensino da Filosofia no Ensino médio demonstra a lacuna existente para a construção do ser crítico e categoricamente preparado para interagir de forma complexa na sociedade como um todo.
  2. Destacando assim, que o ensino do componente da filosofia no ensino médio e outros ensinos, contribui como um todo, com aos demais conhecimentos e componentes propostos pelo currículo escolar, junto a compreensão das demais realidades apresentadas aos sujeitos alunos como forma de orientação, desenvolvimento, pensamento, criticidade e outros mais, como forma de lhes dá em todos os âmbitos de uma sociedade que precisa aprender muito em vários quesitos.

Sendo assim, é notório o poder transformador da filosofia no desenvolvimento de aprendizagem. Constituindo assim, total desafio na aprendizagem, mas valoroso sacerdócio! Pois, nesse contexto, “podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes humanos” (CHAUI, 2000, p.17).

É onde encontramos meios e métodos para a compreensão pensante, refletida, disseminada nas escolhas e participações no meio em comum etc. “Não é possível pensar os seres humanos longe, sequer, da ética, quanto mais fora dela. Estar longe ou, pior, fora da ética, entre nós, mulheres e homens, é uma transgressão” (FREIRE, 2011, p.34).

A filosofia é necessária como um instrumento libertador, não somente para o ensino médio, mais em toda a educação básica no processo de compreensão de sua função social, política e educacional. Os objetivos educacionais, expressões, portanto, propósitos defendidos explícitos quanto ao desenvolvimento das qualidades humanas que todos os indivíduos precisam adquirir para se capacitarem para as lutas sociais de transformação da sociedade (LIBÂNEO, 1991, p.120).

Qual a importância da filosofia na vida dos jovens?

A importância de ensinar Filosofia no Ensino Médio Considerada indispensável ao currículo do Ensino Médio, a Filosofia e a Sociologia foram aprovadas, em julho de 2006, pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), como disciplinas obrigatórias no currículo do Ensino Médio.

Tal exigência se deu devido à percepção que educadores tiveram ao constatar os benefícios que a disciplina oferece aos alunos que trabalham com ela. A Filosofia em especial, leva o aluno à oportunidade de desenvolver um pensamento independente e crítico, ou seja, permite a ele experimentar um pensar individual.

Sabe-se que cada disciplina apresenta suas próprias características, bem como auxilia a desenvolver habilidades específicas do pensamento que é abordado. No caso da Filosofia, essa permite e dá oportunidade de realizar o pensamento de maneira bastante pessoal.

O Ensino Médio é geralmente considerado pelos educadores como uma fase de consolidação do aluno jovem, de sua personalidade e seus desejos, a Filosofia apresenta um papel importante e fundamental no sentido de colaboração. A Filosofia é bastante questionada enquanto disciplina, é necessário que os educadores se conscientizem de que o ensino não deve ser considerado como uma disciplina a mais a ser ensinada.

O ideal é que o professor que tem a responsabilidade de aplicar tal disciplina tenha em mente o quanto é necessário fazer com que seus alunos não fiquem dependentes de livros didáticos, não desmerecendo, mas no sentido de não tender para os tão famosos “decorebas” de idéias e autores.

  1. Não pare agora.
  2. Tem mais depois da publicidade 😉 Aos educadores que se preocupam com a melhor forma de aplicar a Filosofia, não existe receita pronta.
  3. Recomenda-se a priorização de práticas que favoreça a formação de jovens capazes de desenvolver seu próprio pensamento e crítica, formando cidadãos capacitados para enfrentar as diversas situações que poderão surgir em suas vidas.
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A Filosofia é fundamental na vida de todo ser humano, visto que proporciona a prática de análise, reflexão e crítica em benefício do encontro do conhecimento do mundo e do homem. : A importância de ensinar Filosofia no Ensino Médio

Qual é o valor da filosofia?

Além de sua utilidade ao mostrar insuspeitas possibilidades, a filosofia tem um valor – talvez seu principal valor – por causa da grandeza dos objetos que ela contempla, e da liberdade proveniente da visão rigorosa e pessoal resultante de sua contemplação.

Qual é o objeto de estudo da filosofia?

De acordo com a teoria de Sócrates, o objeto de estudo da Filosofia seria as questões resultadas da atividade humana no mundo, como a política, o conhecimento e a justiça.

Qual é a importância da Filosofia para a educação?

A principal contribuição da Filosofia na sala de aula é estimular o aluno a pensar por si só, já que essa habilidade é essencial para que ele desenvolva a autonomia e o protagonismo da própria vida.

O que é um conceito em Filosofia?

Em Filosofia, consiste em uma representação mental e linguística de um objeto concreto ou abstrato, significando para a mente o próprio objeto no processo de identificação, classificação e descrição do mesmo. Quando contemplado como essência, um conceito define a natureza de uma entidade.

Qual é a origem da Filosofia?

A filosofia surge entre os gregos como impulso, necessidade de explicar e compreender o mundo mediante justificativas e verdades racionais, que podem ser de alguma forma, provadas. Não é possível definir apenas um fator histórico ou social para explicar o surgimento da filosofia.

O que é o principal foco da filosofia?

Introdução – A palavra filosofia vem do grego philosophia, e significa amor à sabedoria, A Filosofia como ciência tem sua origem no momento em que o homem deixa de usar os mitos como explicação para o funcionamento da natureza, da vida e da sociedade.

Ou seja, a filosofia é a maneira racional que o homem utiliza para buscar explicações sobre a vida, a sociedade, a origem das coisas e fenômenos naturais. A Grécia é considerada o berço dos filósofos e primeiros pensadores racionais, pois foi lá que a filosofia teve origem, em meados do século V a.C.

Da Grécia até a contemporaneidade, a filosofia é dividida em escolas filosóficas, organizadas de acordo com o período histórico e as principais características de pensamento. 📚 Você vai prestar o Enem 2020? Estude de graça com o Plano de Estudo Enem De Boa 📚

Como a filosofia busca explicar a realidade?

Conhece-te a ti mesmo Ser e não ser Ideias de Platão Aristóteles e o papel da razão Ceticismo Dialética Os universais

Diz o provérbio que as aparências enganam. Enganam justamente porque não nos contentamos só com o que aparece. Aristóteles dizia que o ser humano tem o desejo natural de saber. Quando algo aparece para nós através dos sentidos, queremos logo saber: Como é? Para que serve? Como funciona? Isso é assim desde que o homem é sapiens,

Nossa curiosidade se estendeu, inclusive, para outros limites. O homem está sempre se perguntando: Será que existe uma ordem por trás do que aparece? Será que o que aparece é uma mera ilusão que encobre uma verdade oculta? Alguns povos encontraram uma resposta bastante convincente na religião. Várias mitologias falam de um passado imemorial, em que uma ou várias divindades teriam transformado o caos em um cosmos, que significa “ordem”.

De tal forma que, mesmo que muitas vezes as aparências digam o contrário, há uma ordem que rege todos os fenômenos do universo, como a sucessão do dia pela noite e as estações durante o ano. Qual o princípio de tudo? Com a ampliação do conhecimento em várias áreas – como a astronomia, a matemática, etc.

-, os primeiros filósofos começaram a pensar se a razão humana não poderia ir um pouco mais longe na resposta à grande questão: qual o princípio de tudo o que existe? Um dos primeiros filósofos a tentar dar uma resposta, sem fazer recurso aos deuses, foi Tales de Mileto (cerca de 625-558 a.C.), muito mais conhecido por seu teorema sobre a propriedade dos triângulos do que como filósofo.

Na verdade, do que Tales pensou não sobrou muito além de alguns fragmentos. Ele inaugurou a filosofia ao afirmar que tudo é água. Frase que, hoje, pode soar estranha e até mesmo absurda, mas que marca a forma propriamente filosófica de pensar, que difere tanto da ciência quanto da religião.

Difere da ciência por não se preocupar em explicar fenômenos particulares, como o comportamento de estrelas binárias ou de que maneira o colesterol pode afetar nossa saúde. A filosofia trata do geral, do que está à vista de todo mundo, do que nos é comum. Quando Tales diz que tudo é água, por exemplo, ele quer dizer que há algo de comum a tudo o que existe, uma unidade que pode ser encontrada em meio à diversidade que nos cerca.

Tal resposta também o afasta da religião, por não buscar uma explicação para esse mundo fora dele. Ao atribuir à água a origem de tudo (não podemos esquecer que a vida começou na água), Tales questiona se, através de uma investigação racional e criteriosa, não poderíamos encontrar respostas para as grandes perguntas que nos cercam.

Sem dogmatismos Outra característica importante da filosofia que se inaugura com Tales é sua capacidade de revisão e crítica interna, distanciando-se de posições rígidas ou dogmáticas, muitas vezes de origem mítica ou religiosa, que são impermeáveis às mudanças ou às críticas. Anaximandro, um discípulo de Tales, considerava difícil aceitar a ideia de que um elemento como a água tivesse gerado todos os outros, pois o princípio teria que ser indestrutível e não-engendrado, do contrário, como tudo, estaria ele também sujeito à mudança e decomposição.

A esse princípio, Anaximandro dá o nome de apeíron, que pode ser traduzido por infinito ou ilimitado. Já Anaxímenes, também de Mileto, considerava que tudo teria se formado a partir do ar infinito, por um processo de rarefação e condensação. Empédocles de Agrigento achava que tudo era um composto de quatro elementos (fogo, terra, água e ar) em diferentes combinações, movidos por forças de repulsão (ódio) e atração (amor).

Demócrito de Abdera achava que tudo era formado de partículas infinitamente pequenas e indivisíveis, as quais denominou de átomos (do grego, não-divisível). De certa forma, as teorias desses filósofos, entre outros do mesmo período, aproximam-se em algum grau daquilo que hoje consideramos verdade científica.

Independentemente disso, o mais importante é a forma como trataram a pergunta sobre o princípio comum de tudo e o encaminhamento da resposta que tentaram dar a ela. O fundamento da realidade Os primeiros filósofos, assim como os filósofos de hoje, estavam interessados não sobre a forma como conhecemos este ou aquele fato em particular, mas sobre como podemos conhecê-los em geral.

Qual a importância da filosofia para a formação de professores?

Sua função é acompanhar reflexiva e criticamente a atividade educacional de modo que explicite os seus fundamentos, esclareça a tarefa e a contribuição das diversas disciplinas pedagógicas e avalie o significado das soluções escolhidas.

O que é ensinar filosofia?

Ensinar filosofia significa, entre outras coisas, um determinado conjunto de pressupostos sobre o que deve ser a filosofia e o que deve ser ensinado. Por princípio determina qual a boa filosofia a ser aprendida. Significa ensinar uma crítica legítima sobre o mundo.

Que é considerado o pai da filosofia?

Tales de Mileto é considerado o primeiro filósofo, o pai da filosofia. É dele a organização do primeiro movimento filosófico, a Escola de Mileto ou Escola Jônica. Para o pensador, havia um princípio criador para todas as coisas do mundo: a água. A água seria, portanto, o arché fundador de tudo que há no mundo.

O que a filosofia valoriza?

A filosofia pode dedicar-se a tentar conhecer absolutamente tudo o que é de formação humana ou racional, desde a moral, a ética e a política, até a lógica, os fundamentos das ciências, os fundamentos da matemática, as técnicas, as artes etc.

Qual é a frase mais famosa de Sócrates?

Filosofia de Sócrates – O método utilizado por Sócrates é a Maiêutica – que nada mais é que a prática do questionamento, Sócrates chamava essa técnica de ” Método da Parteira “. Quando acontecia um parto normal, a parteira era quem conduzia o parto. Ela não fazia a força, nem sentia dor.

  1. Ela apenas auxiliava nesse momento.
  2. Para a mãe, aquilo tudo era muito difícil e doloroso.
  3. Porém, é importante lembrar que depois que a criança nascia, a mãe esquecia de todo o choro e logo vinha uma grande alegria.
  4. Essa é a comparação feita por Sócrates: obter o conhecimento é como um parto – doloroso, difícil e precisa de empenho para quebrar as nossas concepções pré-estabelecidas.

O filósofo, portanto, tinha função de conduzir seus questionamentos até chegar ao conhecimento, ou seja, dando luz à razão, De acordo com ele, é quando o filósofo corrige e conduz a pessoa que ela compreende e torna-se autônoma, Por isso que uma das frases de Sócrates mais famosas é ” só sei que nada sei “.

Para que a verdadeira filosofia se esforça?

Toda verdadeira atividade filosófica não fica apenas no conhecimento, mas, desenvolvendo o conhecimento da verdade, esforça-se para fazer com que a existência humana se aproprie dessa verdade.

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Como a Filosofia está presente no nosso dia a dia?

4 exemplos práticos de que a filosofia serve para a vida cotidiana A disciplina de deixou de ser considerada uma “área prioritária” e tem sido questionada por sua natureza pouco prática. Mas, como lembrava a filósofa Marina Garcés, “a filosofia não é útil ou inútil.

  • É necessária”.
  • Trata-se de uma “linguagem fundamental” para aprender a pensar de forma crítica.
  • De qualquer forma, neste momento haverá leitores dizendo algo como: “Ok, tudo bem.
  • A filosofia é bonita.
  • Pode ser um hobby, como jogar xadrez ou fazer palavras cruzadas.
  • Mas não se traduz em nada que possa me servir.

Nunca me verei na situação de duvidar se o mundo existe, como Descartes”. Mas a reflexão e a análise de questões fundamentais têm muito mais consequências práticas do que parece. A filosofia não só nos ajuda a ver o mundo de maneira diferente, mas também pode mudar a forma como interagimos com ele.

Quais são os tipos de Filosofia?

1) filosofia antiga; 2) filosofia medieval; 3) filosofia moderna; 4) filosofia contemporânea.

Por que se diz que a Filosofia é uma ciência?

Por que a Filosofia não é considerada uma Ciência? A distinção radical entre Filosofia e Ciência reside no Método. Para a Ciência ocidental existe um único Método, dito científico, também chamado de Método Rigoroso. Rigoroso porque nenhum outro método é aceito em alternativa e nenhuma etapa pode ser pulada ou mudada.

Qual a importância da filosofia como pilar da sociedade?

Ela promove a atenção sobre tudo que é essencial e que passa despercebido : as relações, o diálogo, o questionamento sobre o cotidiano, o belo, bom e justo, o pensamento, as virtudes éticas, por exemplo, e o compromisso indispensável com a busca do conhecimento, que fundamenta os saberes e jamais fica nas opiniões, na

Como a filosofia vê o mundo?

A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. A filosofia é uma maneira de pensar e é também uma postura diante do mundo. Antes de mais nada, ela é uma forma de observar a realidade que procura pensar os acontecimentos além da sua aparência imediata.

Ela pode se voltar para qualquer objeto: pode pensar sobre a ciência, seus valores e seus métodos; pode pensar sobre a religião, a arte; o próprio homem, em sua vida cotidiana. Uma história em quadrinhos ou uma canção popular podem ser objeto da reflexão filosófica. Há alguns anos, foi publicado no Brasil, um livro chamado “Os Simpsons e a Filosofia”, que tratava das questões filosóficas implícitas no famoso desenho animado da TV.

Como o próprio Bart Simpson, a filosofia é um jogo irreverente que parte do que existe, critica, coloca em dúvida, faz perguntas importunas, abre a porta das possibilidades, faz entrever outros mundos e outros modos de compreender a vida. Uma disciplina indisciplinada Por isso, a filosofia incomoda, pois ela questiona o modo de ser das pessoas, das sociedades, do mundo.

Discute as práticas política, científica, técnica, ética, econômica, cultural e artística. Não há área onde ela não se meta, não indague, não perturbe. E, nesse sentido, a filosofia pode ser perigosa ou subversiva, pois pode virar a ordem estabelecida de cabeça para baixo. Quando surgiu entre os gregos, no século 6 a.C., a filosofia englobava tanto a indagação filosófica propriamente dita, quanto aquilo que hoje é chamado de conhecimento científico.

O filósofo refletia e teorizava sobre todos os assuntos, procurando responder não só ao porquê das coisas, mas, também, ao como, ou seja, ao modo pelo qual elas acontecem ou “funcionam”. Euclides, Tales e Pitágoras, por exemplo, foram filósofos que também se dedicaram ao estudo da geometria.

  1. Aristóteles, por sua vez, investigou problemas físicos e astronômicos, na medida em que esses problemas também interessavam à cultura e à sociedade de sua época.
  2. O saber científico Só a partir do século 17, com o aperfeiçoamento do método científico – baseado na observação, na experimentação e matematização dos resultados -, a ciência tal qual a entendemos hoje começou a se constituir, como uma forma específica de abordagem do real que se destacava ou desprendia da filosofia propriamente dita.

Afastando-se da filosofia por se tornarem mais específicas, apareceram pouco a pouco as ciências particulares, que investigam determinados aspectos da realidade: à física interessam os movimentos dos corpos; à biologia, a natureza dos seres vivos; à química, as transformações das substâncias; à astronomia, os corpos celestes; à psicologia, os mecanismos do funcionamento da mente humana; à sociologia, a organização social, etc.

  1. O conhecimento fragmenta-se entre as várias ciências, pois cada uma se ocupa somente de uma parte do real.
  2. Estudam os fenômenos que pertencem à sua área específica e pretendem mostrar como estes ocorrem e como se relacionam com outros fenômenos.
  3. A posse do conhecimento sobre os fenômenos naturais e humanos gera a possibilidade de prevê-los e controlá-los.

Integração e totalidade Por outro lado, a filosofia trata dessa mesma realidade, só que – em vez de separá-la em conhecimentos particulares e estanques – considera-a no interior da totalidade de fenômenos, ou seja, procura enxergar a realidade a partir de uma visão de conjunto.

Qualquer que seja o problema, a reflexão filosófica considera cada um de seus aspectos, relacionando-o ao contexto dentro do qual ele se insere e restabelecendo a integridade do universo humano. Sob o ponto de vista filosófico, por exemplo, é impossível considerar os problemas econômicos do Brasil somente a partir de princípios de economia.

É necessário relacioná-la com os interesses das diversas classes sociais, os interesses políticos, os interesses nacionais, etc. Um país economicamente instável é um país política e socialmente instável. Já para a ciência econômica, estrito senso, isso não vem ao caso.

Seu foco é verificar como a inflação ou a recessão funciona para poder controlá-la, independentemente dos reflexos que esse controle tenha para a sociedade. (Evidentemente, estamos falando das coisas teoricamente, e portanto podemos isolá-las. Na prática, nem sempre é assim que isso ocorre. O alemão Karl Marx fez da economia um elemento essencial de sua doutrina filosófica).

Perguntas e mais perguntas Por isso, sem desmerecer o conhecimento especializado das várias ciências, a reflexão filosófica é sempre – mais do que necessária – obrigatória. Cabe ao filósofo refletir sobre o que é ciência, o que é método científico, qual a sua validade e seus limites.

A ciência é realmente um conhecimento objetivo? O que é a objetividade e até que ponto um sujeito histórico – o cientista – pode ser objetivo, isto é, isento de interesses pessoais? Cabe ao filósofo, também, refletir sobre a condição humana atual: o que é o homem? O que é liberdade? O que é trabalho? Quais as relações entre homem e trabalho? É possível existir uma outra ordem social? A própria escola é alvo de reflexão filosófica.

A educação pressupõe uma visão do homem como um ser incompleto, que pode ser aprimorado, educado, ao contrário dos animais, que não precisam ser educados, pois orientam-se pelos instintos. Só os educamos, ou domesticamos, para acomodá-los às nossas necessidades humanas.

O caso dos homens é diferente, sem dúvida, mas, para que o ser humano é educado? Para o exercício da liberdade e da responsabilidade ou só para se inserir na ordem estabelecida? Em outras palavras, a educação ocorre para cada homem saber pensar por si próprio ou para aceitar as regras que outros pensaram para ele? A filosofia quer encontrar o significado mais profundo dos fenômenos.

Não basta saber como funcionam, mas o que significam na ordem geral do mundo humano. A filosofia emite juízos de valor ao julgar cada fato, cada ação em relação ao todo. A filosofia vai além daquilo que é, para propor como poderia ser. E, portanto, indispensável para a vida de todos nós, que desejamos ser seres humanos completos, cidadãos livres e responsáveis por nossas escolhas.

O que a filosofia pode mudar a vida das pessoas?

4 exemplos práticos de que a filosofia serve para a vida cotidiana A disciplina de deixou de ser considerada uma “área prioritária” e tem sido questionada por sua natureza pouco prática. Mas, como lembrava a filósofa Marina Garcés, “a filosofia não é útil ou inútil.

  • É necessária”.
  • Trata-se de uma “linguagem fundamental” para aprender a pensar de forma crítica.
  • De qualquer forma, neste momento haverá leitores dizendo algo como: “Ok, tudo bem.
  • A filosofia é bonita.
  • Pode ser um hobby, como jogar xadrez ou fazer palavras cruzadas.
  • Mas não se traduz em nada que possa me servir.

Nunca me verei na situação de duvidar se o mundo existe, como Descartes”. Mas a reflexão e a análise de questões fundamentais têm muito mais consequências práticas do que parece. A filosofia não só nos ajuda a ver o mundo de maneira diferente, mas também pode mudar a forma como interagimos com ele.

Qual é a importância da filosofia para os gregos?

Resumo sobre a filosofia grega – A filosofia grega foi um movimento intelectual que floresceu na Grécia Antiga entre os séculos VI a.C. e V d.C. Caracterizou-se por uma busca racional e sistemática pela compreensão da realidade, natureza humana, ética, conhecimento, política e questões metafísicas.

  • Os filósofos gregos exploraram uma variedade de temas e abordagens.
  • Os filósofos pré-socráticos, como Tales de Mileto, buscaram explicações naturais para a origem e essência do mundo.
  • Pitágoras enfatizou a importância dos números e da harmonia para entender a realidade.
  • Sócrates, um dos mais influentes filósofos, destacou o valor da autorreflexão, do autoconhecimento e do questionamento constante como meio de busca pela verdade.

Seu discípulo, Platão, fundou a Academia e desenvolveu teorias como a teoria das ideias, onde a realidade sensível é apenas um reflexo do mundo das ideias perfeitas. Aristóteles, outro discípulo de Platão, fundou o Liceu e expandiu o conhecimento em várias áreas, como ética, política, lógica e biologia.