Laboratorio Cianorte

Dicas, Recomendações, Ideias

Qual A Temperatura De Febre?

É considerado febre com quantos graus?

Febre – mais de 37,8°C (no ânus) ou mais de 38°C (na axila).

Estou com 37 6 graus e febre?

37 é febre? – A temperatura normal do nosso corpo varia entre 36 e 37 graus. Geralmente, ela é mais baixa pela manhã e mais alta no fim da tarde ou à noite. Por isso, alterações de até um grau são aceitáveis em condições normais. Nas mulheres, por exemplo, ocorre um aumento da temperatura após a ovulação, e também no primeiro trimestre da gravidez.

  • Normal : entre 36,0º C e 37,0 º C
  • Estado febril : entre 37,3º C e 37,8º C
  • Febre : acima 37,8º C
  • Febre alta : entre 39º e 39,9º C
  • Hipertermia : a partir de 40º C

Qual A Temperatura De Febre Fonte: Envato – Rawpixel

Qual é a temperatura normal?

O aumento da temperatura do corpo é sempre febre? Para qualquer indivíduo, a temperatura normal do corpo humano varia entre 36,5ºC e 37ºC. A variação da temperatura ocorre principalmente por mecanismos de feedbacks neurais que podem sofrer influência de diversos fatores, como a prática de atividades físicas, alterações hormonais, temperatura do ambiente, ciclo menstrual nas mulheres e mudanças na alimentação 2,

  • No entanto, a subida da temperatura do corpo pode ser classificada como febre ou hipertermia.
  • A febre, como já citamos, é o aumento da temperatura que ultrapassa a variação diária normal e varia entre 37ºC e 39ºC.2 A hipertermia também eleva a temperatura do corpo, mas difere da febre devido ao desequilíbrio entre a produção e a dissipação do calor.

Ou seja, ela surge devido a uma falha nos mecanismos que controlam a temperatura do corpo por causa do calor no ambiente externo, como o uso excessivo de agasalhos e ar-condicionado ligado em alta potência 2, É importante ter muito cuidado com a chamada hipertermia maligna.

É perigoso febre de 38 graus?

Febre em adultos – Em adultos, a temperatura do corpo considerada normal é de 35,4 a 37,2ºC. Esse valor pode aumentar conforme as complicações citadas acima, como infecções, por exemplo. O aumento é categorizado em 3 fases: 1º – Leve aumento – não é considerado febre e sim um estado “subfebril”.

A temperatura deste estágio pode variar entre 37,5 a 38°C e a causa pode ser devido à exposição solar e excesso de roupa, por exemplo. Aqui, é recomendado usar peças leves, beber bastante água e tomar um banho morno.2º – Febre – é considerado febre as temperaturas corporais acima de 38ºC. Neste estágio, é recomendado tomar um medicamento antitérmico, usar roupas leves e colocar uma compressa gelada na testa.

Se mesmo assim a febre não baixar em até 3 horas, é indispensável ir ao pronto-socorro mais próximo.3º – Febre alta – quando o termômetro marcar mais 39,6°C, é considerado febre alta. Esse é um estágio de emergência e a recomendação é procurar um médico o mais rápido possível.

Como baixar a febre 37?

O que deve fazer para baixar a febre –

Beba muita água, sumos e caldos: a febre pode levar à perda de fluidos corporais, o que, por sua vez, pode favorecer a desidratação. A ingestão de líquidos ajuda também a baixar a temperatura corporal. Prefira alimentos fáceis de digerir. Descanse e evite atividades intensas que possam aumentar a temperatura corporal, atrasando a recuperação. Tome um banho morno (não frio) ou aplique toalhas húmidas na testa e pulsos. Vista roupa leve (mesmo que sinta arrepios), mantenha a temperatura ambiente fresca e diminua a quantidade de roupa de cama. Tome os medicamentos antipiréticos recomendados pelo seu médico assistente.

Quando a febre indica infecção?

O que é febre? – A febre não é uma doença em si, sendo, geralmente, a manifestação de alguma enfermidade, A febre se caracteriza como um aumento da temperatura acima dos níveis considerados normais. Entretanto, não se deve esquecer que a temperatura do corpo humano apresenta variações ao longo do dia: após a realização de atividade física, quando somos submetidos a temperaturas elevadas, e até mesmo dependendo de onde ocorre a medição.

De maneira geral, a temperatura retal é maior que a temperatura bucal, sendo esta maior que a temperatura na axila. Vale destacar que há muita variação entre os autores sobre quais valores são considerados normais e quais representam febre. Alguns deles afirmam que um indivíduo está com febre quando ele apresenta a temperatura axilar maior que 37,2 ºC ou retal acima de 38 ºC.

Outros autores consideram os valores entre 37,3 ºC e 37,8 ºC como febrícula, sendo chamado de febre apenas quando o indivíduo apresenta temperatura acima de 37,8 ºC. Qual A Temperatura De Febre A febre é um sinal de alerta e pode indicar, por exemplo, uma infecção. Para identificar se um indivíduo está com febre, deve-se utilizar o termômetro e seguir adequadamente as recomendações do fabricante, estando atento, por exemplo, ao tempo necessário para que a medição esteja concluída.

Quando se deve dar remédio para febre?

Uso de antitérmicos: quando, como e por quê* Danilo Blank RESUMO Objetivo: Atualização de conhecimentos sobre tratamento da febre em pediatria. Fontes dos dados: Revisão não-sistemática de MEDLINE, SciELO e Google Scholar, com os termos fever, feverphobia, antipyretic e de listas de referências dos artigos encontrados, capítulos de livro e artigos clássicos.

Síntese dos dados e conclusões: Febre é a elevação da temperatura corpórea acima da variação diária normal; uma resposta fisiológica complexa à doença, caracterizada por uma elevação regulada da temperatura central do corpo e ativação de sistemas imunológicos; tem baixa probabilidade de causar danos e pode ser benéfica.

Há evidências de que a supressão medicamentosa da febre, vista como resposta adaptativa evoluída a infecções, provavelmente aumentaria sua morbidade. Os pais precisam ser bem orientados sobre os objetivos principais em caso de febre: reconhecer sinais de doenças potencialmente graves, melhorar o conforto da criança e manter um estado adequado de hidratação.

Não há estudos em humanos que tenham demonstrado de modo convincente que o uso de antipiréticos em infecções comuns virais ou bacterianas traga riscos clinicamente relevantes. Drogas antipiréticas não previnem convulsões febris, devem ser reservadas para crianças com desconforto físico, com temperatura acima de 38,2°C, e devem sempre ser usadas em regime de monoterapia, não superpondo ou intercalando drogas diferentes.

As maiores críticas aos regimes de drogas combinadas apontam as diferenças clinicamente desprezíveis e o risco nefrotoxicidade e de erros de dosagem por confusão dos cuidadores. Palavras-chave: antipirético; febre; febrefobia. ABSTRACT Objective: Knowledge update on fever treatment in pediatrics.

  1. Sources of data: Non-systematic review of MEDLINE, SciELO and Google Scholar databases, using the terms fever, fever phobia, antipyretic, and reference lists of articles found, book chapters and classic articles.
  2. Summary of the findings and conclusions: Fever is the elevation of body temperature above the normal daily variation; a complex physiologic response to disease, which is characterized by the regulated rise in core body temperature and activation of immune systems; it has low probability of causing damage, and may be beneficial.

There is evidence that using drugs to suppress fever, looked at as an evolved adaptive response to infections, would probably raise morbidity. Parents must be counseled on the main objectives when facing fever: to recognize signs of potentially severe diseases, to improve the child’s well-being, and to maintain adequate hydration.

  1. No study in humans has convincingly shown that the use of antipyretics in common viral or bacterial infections will bring clinically relevant risks.
  2. Antipyretic drugs do not prevent febrile convulsions, must be reserved for children with physical discomfort, with body temperature above 38.2°C, and must always be used in monotherapy regimen, without superimposing or alternating different drugs.

The main criticism to combining drug regimens point up the clinically negligible differences as well as the risk of nephrotoxicity e dosing errors caused by caregivers’ confusion. Keywords: Abstract antipyretic; fever; fever phobia. “Febre é o instrumento da Natureza que ela põe em campo para remover seu inimigo.” Thomas Sydenham1 A FOBIA DA FEBRE CORRE SOLTA COM A PARTICIPAÇÃO ATIVA DOS MÉDICOS! No início deste ano, a mídia estadunidense divulgou com grande destaque2,3 o recém-publicado relatório da Academia Americana de Pediatria4, que recomenda aos pediatras minimizar a chamada fobia da febre, orientando os pais sobre os baixos riscos e os possíveis benefícios da febre, promovendo o seu manejo seguro e racional, com uso judicioso de drogas antipiréticas.

Entre nós, a revista Veja comentou o assunto, com a chancela do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria, reproduzindo a opinião de Henry Farrar, um dos autores do relatório, de que os pais tendem a exagerar no tratamento da febre, com risco de overdose de medicação5.Em tempo: fobia da febre foi um termo cunhado por Barton Schmitt6, há mais de 30 anos, para designar a preocupação exagerada de muitos pais com febres baixas (temperatura axilar de 38,5°C ou menos) – devido à crença infundada de cerca de metade deles de que febres de 39,5°C poderiam causar danos neurológicos e que, sem tratamento medicamentoso, a temperatura subiria até 43°C -, o que levaria 85% desses cuidadores à administração intempestiva de drogas antipiréticas a crianças com febre bem abaixo de 38°C (nível recomendado pela Organização Mundial da Saúde para o emprego de antipiréticos7).No Brasil, apesar da falta de registros documentais, a simples observação do dia-a-dia do atendimento pediátrico evidencia que a fobia da febre corre tão solta quanto informa a literatura de fora, que aponta que 90% dos pais acreditam que a febre pode ter efeitos danosos, metade consideram altas temperaturas de 38,5°C e medem a temperatura mais do que de hora em hora durante episódios febris; 25% administram antipiréticos para crianças com temperatura abaixo de 37,0°C; 85% acordariam a criança para dar a medicação8.

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Sobretudo, é preocupante a informação de que 67% dos pais afirmam alternar drogas antipiréticas – em geral, acetaminofeno e ibuprofeno -9, prática formalmente contraindicada por todos os consensos de especialistas4,10-18. Pior: a maioria dos pais afirma que usa antipiréticos seguindo a orientação dos pediatras8,9! Com efeito, ainda que não documentada, a atitude dos pediatras brasileiros é conspicuamente sintônica com o que relata a literatura de fora: dois terços dos pediatras sempre prescrevem antipiréticos em casos de febre, 90% das vezes para temperaturas axilares entre 37,5°C e 38,0°C19; metade deles – principalmente aqueles com menos de cinco anos de prática – aconselha explicitamente os pais a alternar acetaminofeno e ibuprofeno20.

COLOCANDO OS PONTOS NOS IS NAS CONSULTAS DE PUERICULTURA O aconselhamento apropriado acerca do manejo da febre começa por discutir com os cuidadores o que é e o que não é febre, que a medida da temperatura em si não deve ser o foco de atenção (até porque não existe um consenso sobre pontos de corte) e, principalmente, que a febre tem baixíssima probabilidade de causar danos e pode ser benéfica4,18.

Recomenda-se que isso seja feito no contexto da orientação antecipatória das consultas de puericultura e, sempre que possível, com o emprego de fôlderes21.Quanto à definição de febre, em vista da oscilação natural da temperatura do corpo conforme a hora do dia, circunstâncias externas, idade e entre indivíduos, além da enorme variabilidade de medidas obtidas por tipos diferentes de termômetros e locais de aferição, a tendência atual é desenfatizar valores numéricos, necessariamente arbitrários, e utilizar definições fisiológicas reconhecidas18,21,22. Qual A Temperatura De Febre FEBRE: AMIGA OU INIMIGA? A citação de Thomas Sydenham, que abre este texto, define a visão corrente até meados do século XIX, de que a febre era benéfica. Ao longo do século passado, prevaleceu a visão “moderna” – não apoiada em evidências científicas – de que deveria ser combatida24.

Hoje, segundo Matthew J. Kluger, há evidências fortes de que a supressão medicamentosa da febre, vista como uma resposta adaptativa a infecções que evoluiu por milhões de anos, provavelmente levaria ao aumento da morbidade por muitos desses processos infeciosos25,26.Jayme Murahovschi sintetizou de modo muito ilustrativo o dilema de tratar ou não tratar a febre, como mostra a Tabela 2, que deve ser cuidadosamente considerada por pediatras e cuidadores12.

CONDUTAS GERAIS FRENTE À CRIANÇA FEBRIL Os pais precisam ser bem orientados sobre os objetivos principais em caso de febre: reconhecer sinais de doenças potencialmente graves, melhorar o conforto da criança e manter um estado adequado de hidratação4,27.

O primeiro objetivo exige o reconhecimento de sinais de alerta de gravidade: idade inferior a três meses, principalmente recém-nascido; febre de mais de 39,4°C (especialmente se acompanhada de calafrios); mau estado geral, com letargia e/ou irritabilidade excessiva, ausência de sorriso; pele muito pálida ou moteada; choro inconsolável; respiração gemente, entrecortada ou ofegante; duração da febre maior que 72 horas12.

Nessas circunstâncias, a criança deve ser levada imediatamente para avaliação médica. Uma discussão mais detalhada deste tópico está fora do escopo deste texto, mas sugere-se que todo pediatra leia com atenção a diretriz do National Institute for Health and Clinical Excellence, “Feverish illness: assessment and initial management in children younger than 5 years”18, bem como seu guia de referência rápida, disponíveis em,

  • Crianças com febre não devem ser despidas ou muito agasalhadas.
  • Caso a criança febril sinta frio, deve ser protegida com um cobertor27.
  • O ambiente deve ser bem ventilado; a criança pode ficar ao ar livre, sem exposição direta ao sol12.Líquidos de qualquer natureza devem ser oferecidos com frequência e insistência gentil, de acordo com o gosto e a tolerância da criança.

A oferta de comida deve respeitar a aceitação natural; lembrar que drogas antipiréticas não melhoram o apetite4,12.Esponjar o corpo com água tépida pode reduzir temporariamente a temperatura do corpo, mas causa mais desconforto, arrepios e tremores do que qualquer benefício13,18,21.

  • Tal prática só está indicada em casos de temperatura acima de 41°C, sempre meia hora depois da administração de antipirético27.
  • Banhos com álcool misturado à água são sempre contraindicados4,7,18.
  • PELO USO DE ANTIPIRÉTICOS APOIADO EM EVIDÊNCIAS A decisão do pediatra de prescrever medicação antipirética de ser bem pesada, levando em conta os contrapontos da Tabela 2, mas principalmente que a prescrição leviana de tais drogas indica preocupação (que os leigos não percebem como infundada) com riscos apenas presumidos da febre, promovendo um sentido de busca exagerada pela normotermia4,11,21.Quem opta por prescrever antitérmicos conta com a justificativa do devido respeito pelas crenças e desejos dos pais, além do fato de que, apesar da febre aumentar as funções imunológicas, não há estudos em humanos que tenham demonstrado de modo convincente que o uso dessas drogas em infecções comuns virais ou bacterianas traga riscos clinicamente relevantes.7Drogas antipiréticas não devem ser utilizadas com o objetivo de reduzir a temperatura em si em crianças que pareçam estar se sentindo bem.

Devem ser reservadas para crianças com desconforto físico ou dor4,7,10.Drogas antipiréticas não previnem convulsões febris e não devem ser usadas com esse objetivo18,22.Há um consenso de que antipiréticos devem ser reservados para febres acima de 38,2°C, mas principalmente para minimizar o desconforto; lembrar que crianças não costumam manifestar desconforto com temperaturas inferiores a 39,5°C7,27.Ao optar por prescrever um antitérmico, o pediatra deve informar os pais explicitamente que a medicação não diminuirá a temperatura até o nível normal e não impedirá que picos febris se repitam por vários dias, enquanto a infecção durar, sob pena de ser procurado novamente porque “o remédio não baixou a febre”6,12.Drogas antipiréticas devem sempre ser usadas em regime de monoterapia, não superpondo ou intercalando drogas diferentes4,7,10-13,17,21,22.

Contudo, se a criança não responde a uma opção, pode se usar uma alternativa18. Evitar doses de ataque maiores do que aquelas recomendadas, pois não têm efeito antipirético mais rápido ou superior4.As três drogas antipiréticas consideradas efetivas (embora causem reduções térmicas da ordem de 1 a 2°C, de relevância clínica marginal) e igualmente seguras são o acetaminofeno (ou paracetamol), a dipirona (ou metamizol) e o ibuprofeno.

Estudos em humanos indicam eficácia analgésica e antipirética similar entre as duas últimas, ambas mais eficazes do que a primeira28-30. A Tabela 3 mostra as informações principais para a sua prescrição. Qual A Temperatura De Febre SOBRE A ALTERNÂNCIA DE ANTITÉRMICOS A prática de combinar drogas antipiréticas simultânea ou alternadamente, embora desaconselhada pelos especialistas4,11- 18, é bastante popular entre profissionais de saúde e cuidadores7,19,20. A revisão criteriosa da literatura revela apenas seis estudos randomizados que compararam diversos modos de combinação de acetaminofeno e ibuprofeno com monoterapia.Em dois estudos, compararam-se monoterapia com ibuprofeno e acetaminofeno e a administração simultânea de ambas as drogas31,32.

Verificaram que a combinação seria marginalmente superior ao acetaminofeno e não mais efetiva do que o ibuprofeno sozinho. Porém, ambos os estudos tinham problemas de validade, seleção de amostra e aferição de temperatura além de duas horas. Os autores de um dos estudos concluíram pela não recomendação da combinação de drogas31.Três estudos mostraram superioridade da alternância de acetaminofeno e ibuprofeno em relação a ambas as drogas isoladas33-35.

Além de problemas de validade e tamanho das amostras, houve vieses causados por doses inadequadas e as diferenças médias da redução de temperatura, ainda que estatisticamente significativas, eram clinicamente insignificantes, não passando de 1°C. Neste grupo, os autores de dois estudos concluíram pela não recomendação da alternância33,35.Um estudo mais recente mostrou que tanto a administração simultânea como alternada de acetaminofeno e ibuprofeno teria efeito antipirético mais prolongado do que o ibuprofeno sozinho, mas – de novo – a magnitude da redução da temperatura não passava de 1°C, além de não haver diferença nas primeiras quatro horas36.Além das diferenças clinicamente desprezíveis, as maiores críticas aos regimes de drogas combinadas apontam o risco nefrotoxicidade e de erros de dosagem por confusão dos cuidadores4.

Sobretudo, segundo Edward Purssell, estudos como os descritos acima podem ser lidos sem cuidado e usados por aqueles que não entendem os riscos e benefícios de tal abordagem para apoiar um tratamento que não é necessário, para um sintoma que na verdade não precisa de tratamento, nas mãos de pessoas que têm uma chance relativamente alta de fazer o tratamento errado.

Com essas ressalvas em mente, sugere que os médicos devem continuar a seguir as principais diretrizes de especialistas e aconselhar os pais a usar somente uma droga antipirética por vez15. CONTROLE DA FEBRE: QUANDO, COMO E POR QUÊ Em síntese, prevalece a recomendação da Organização Mundial da Saúde, feita há quase 20 anos, de que pais e profissionais de saúde não devem – como ocorre com frequência – administrar antipiréticos de maneira automática a todas as crianças com febre.

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Ao contrário, para evitar que os danos do tratamento não sobrepujem os benefícios, é preciso um olhar criterioso e apoiado nas melhores evidências científicas.Cabe ao profissional educar convincentemente o cuidador – e, a seu tempo, a própria criança – no sentido de que o controle da febre consiste de ações reflexivas (ponderadas) e não reflexas (involuntárias); isto é, contempla não só quando e como, mas principalmente por quê.

A Tabela 4 mostra os pontos principais que devem nortear esse esquema educativo. Qual A Temperatura De Febre REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Payne JF. Thomas Sydenham. London, T. Fisher Unwin, 1900. apud Kramer MS, Naimark L, Leduc DG. Parental fever phobia and its correlates. Pediatrics.1985;75(6):1110-3.2. Hill E. Parents stricken with “Fever Phobia”. CBS News.2011; February 28, 2011 5:31 AM.Acesso: 01/05/2011.

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  3. Jacinto Osório 150/201Porto Alegre, RSTel: 55-51-3019-0092.

Fax: 55-51-3331-7435E-mail: [email protected] *Este artigo é uma adaptação autorizada da seguinte publicação: Blank D. Uso de antitérmicos: quando e como. Rev Amrigs.2011;55(2supl):12-16. : Uso de antitérmicos: quando, como e por quê*

Porque a febre aumenta durante a noite?

Por que a tosse e a febre da criança pioram à noite? Want create site? Find and plugins. Qual A Temperatura De Febre

Quando a criança está deitada, ocorre aumento do fluxo de sangue na região do nariz, o que facilita o acúmulo de secreção dentro do nariz.Esse acúmulo de secreção pode causar entupimento do nariz, principalmente se a criança está gripada, tem alergia respiratória (ex: rinite, sinusite) ou está com aumento da adenóide (carne no nariz).Nesse caso, a criança passa a respirar pela boca, podendo tossir com maior frequência e intensidade.Além disso, o acúmulo de secreção no nariz pode resultar em dor de ouvido, devido ao aumento de pressão nessa região.No caso da febre, ela costuma ser mais alta à noite devido aos hormônios que controlam a temperatura do corpo e que são mais ativos durante esse período.Essas situações de aumento da tosse e da febre à noite também podem ocorrer com adolescentes e adultos, pelos mesmos motivos acima mencionados.

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É bom dormir quando tá com febre?

Por que a febre pode prejudicar o sono – Segundo o médico do sono Dr. Saint’Clair Borges, os sintomas causados pela febre afetam o bom funcionamento geral do organismo, e consequentemente, a qualidade do sono. “A arquitetura do sono, como chamamos o comportamento das diferentes fases e processos que ocorrem no organismo durante o sono, é alterada durante o quadro febril.

Algumas pessoas podem até dizer: quando tive febre fiquei sonolento, dormi por horas seguidas. Mas não é um sono de boa qualidade. Porém, ainda que durante a febre o sono tenha uma qualidade inferior, dormir é parte importante do processo de cura”, explica o especialista. Uma pesquisa concluiu que os sonhos de pacientes em estado febril foram mais negativos do que os experienciados em condições saudáveis.

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Além disso, esses sonhos também apresentaram mais referências à percepção de temperatura e saúde do que os sonhos “normais”.

É possível ter 42 de febre?

Em geral: –

38-39 ° C é uma febre ligeira 40 ° C ou superior é uma febre alta que requer acompanhamento médico 42,4 ° C ou superior é uma febre perigosamente alta que requer acompanhamento médico urgente.

Quantos graus de febre da convulsão?

Recursos do assunto Convulsões febris são convulsões desencadeadas por uma febre de, pelo menos, 38 ºC.

A maioria das convulsões febris são inofensivas e causadas por febre devido a uma infecção leve. Menos frequentemente, uma convulsão febril pode ser o primeiro sinal de um distúrbio neurológico ainda não reconhecido. Os médicos às vezes fazem exames de sangue e uma punção lombar para verificar a presença de distúrbios sérios capazes de causar convulsões. Em geral, as crianças só precisam receber medicamentos para interromper a convulsão se ela durar cinco minutos ou mais. A maioria das crianças não precisa tomar medicamentos para prevenir convulsões febris.

Uma convulsão é uma descarga elétrica anormal e desregulada de células nervosas no cérebro ou em parte do cérebro. Esta descarga elétrica anormal pode causar

Convulsões Movimentos involuntários Alterações na consciência Sensações anormais

Convulsões são espasmos musculares violentos e involuntários associados a rigidez em uma grande parte do corpo. As convulsões febris podem ser um problema de família. Foram identificados vários genes associados a convulsões febris. A maioria das convulsões febris dura muito menos que 15 minutos e aproximadamente dois terços das crianças que têm uma convulsão febril nunca têm outra.

Simples: o corpo inteiro sacode (convulsão generalizada) por menos de 15 minutos e a criança geralmente perde a consciência. Mais de 90% das convulsões febris são simples. Este tipo de convulsão febril não ocorre mais do que uma vez em um período de 24 horas.

Após a convulsão febril, as crianças costumam parecer confusas ou não si mesmas por alguns minutos. O período de confusão (período pós‑ictal), por vezes, pode durar até algumas horas. Estado de mal epiléptico se refere a uma única convulsão prolongada ou várias convulsões mais curtas que ocorrem sem que a criança recupere a consciência entre as crises.

Avaliação médica Às vezes, uma punção lombar, exames de sangue ou exames de imagem do cérebro

Uma vez que os pais não têm como dizer se a criança está apresentando uma infecção cerebral, que ameaça a sua vida, a criança com febre que tenha uma convulsão pela primeira vez ou que esteja muito debilitada deve ser levada imediatamente ao pronto-socorro para avaliação.

Exames de sangue para medir a concentração de açúcar (glicose), cálcio, magnésio, sódio ou outras substâncias no sangue para verificar a presença de distúrbios metabólicos Culturas de sangue e urina para verificar a presença de infecções

Medicamentos para reduzir a febre Medicamentos para interromper a convulsão se ela durar 5 minutos ou mais

Em geral, as convulsões febris duram menos de 5 minutos e nenhum tratamento é administrado além de medicamentos para reduzir a febre. Os médicos geralmente dão medicamentos para parar uma convulsão febril que dure cinco minutos ou mais para prevenir um estado de mal epiléptico.

Os medicamentos incluem sedativos e anticonvulsivantes. Esses medicamentos costumam ser administrados pela veia (via intravenosa). Se um medicamento não puder ser administrado por via intravenosa e a criança tiver mais de dois anos de idade, um gel sedativo pode ser colocado no reto ou um líquido sedativo pode ser colocado no nariz (via intranasal).

As crianças que receberam estes medicamentos ou que apresentem uma convulsão prolongada ou estado de mal epilético são cuidadosamente monitoradas para detectar problemas com a respiração e a pressão arterial. Aproximadamente 35% das crianças apresenta outras convulsões febris, mas normalmente apenas poucas convulsões.

As crianças têm mais propensão a terem outras convulsões se elas tinham menos de um ano de idade quando tiveram a convulsão febril pela primeira vez ou se elas têm parentes próximos que tiveram convulsões febris. Em algumas crianças, ter uma convulsão febril muito prolongada resulta em alterações no cérebro (identificadas por RM), que dão origem a convulsões não febris no futuro.

Em alguns casos, os médicos não têm certeza se a própria convulsão febril prolongada causa a maior propensão às convulsões não febris ou se alguns fatores subjacentes fazem com que a criança seja mais propensa a ter tanto a convulsão febril prolongada como convulsões não febris no futuro.

  1. Convulsões febris simples não são consideradas causas de epilepsia ou outras anomalias neurológicas.
  2. Contudo, uma convulsão febril é, às vezes, o primeiro sinal de um distúrbio neurológico ou transtorno convulsivo não reconhecido previamente.
  3. Algumas vezes, os médicos podem examinar esse histórico e ver os indícios desse distúrbio nos antecedentes da criança.

Algumas vezes, outros indícios do distúrbio não aparecem até mais tarde. Em qualquer dos casos, a convulsão febril não é considerada a causa de anomalias. Se a criança já teve uma convulsão febril, os pais devem ficar atentos e tratar febre alta, que pode desencadear uma convulsão.

Um forte histórico familiar de epilepsia e convulsões febris simples recorrentes ou complexas Estado epiléptico febril Mais de 4 convulsões febris por ano

Se uma criança que já teve uma convulsão febril prolongada tiver uma convulsão posterior que dura mais de cinco minutos, o médico poderá prescrever diazepam gel para ser aplicado no reto. A criança pode ser tratada com esse medicamento em casa. OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

O que fazer se a febre não baixar?

Pediatra do HRN alerta para cuidados com a saúde de crianças no período chuvoso – Secretaria da Saúde do Ceará Assessoria de Comunicação do HRN Texto e fotos: Teresa Fernandes Qual A Temperatura De Febre É necessário que os pais estejam atentos para saber se podem acompanhar em casa, se é preciso levar os filhos para uma unidade básica de saúde ou para a emergência pediátrica Febre, dores no corpo, vômitos e desidratação são alguns sintomas que podem acometer as crianças nesse período chuvoso, no Ceará.

O diagnóstico pode ser desde uma gripe simples até um caso que necessite de internação, Por isso, é necessário que pais e responsáveis estejam atentos para saber se podem acompanhar os filhos em casa, se é preciso levá-los para uma unidade básica de saúde ou para a emergência pediátrica. A médica Ana Paula Oliveira, coordenadora da Emergência Pediátrica do Hospital Regional Norte (HRN), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) administrada pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), ressalta que a febre preocupa muito os pais, mas não é o principal sinal de alerta, e sim uma defesa do organismo contra algum agente infeccioso.

A hipertermia, com temperatura a partir dos 37,5 ºC, deve ser observada. “Esse sintoma, na grande maioria das crianças até os cinco anos, é de causa viral “, explica. Uma das primeiras medidas para esses casos é a hidratação. Se após 30 minutos, a febre persistir, pode-se dar um antitérmico (paracetamol ou dipirona) e observar. Qual A Temperatura De Febre Se a febre não melhora com antitérmicos ou há outros sinais de alarme, é necessário buscar atendimento médico Se mesmo quando a febre passa, a criança continua indisposta, com irritabilidade excessiva, recusa alimentar, vômitos incoercíveis, dor no pescoço ou muita tosse e cansaço, deve ir ao pronto atendimento, pois precisa de avaliação médica.

Qual é a temperatura ideal para o corpo?

Pelo menos nas últimas duas décadas, os pesquisadores sabem que a temperatura média do corpo é realmente mais fria, cerca de 36ºC, e que qualquer número entre 35ºC e 37ºC está dentro de uma faixa normal para o corpo humano.

Quanto é a febre de criança?

Tabela da febre infantil A temperatura é variável em cada local onde é medida e, de maneira geral, são aceitas as seguintes faixas de valores para febre : Temperatura retal acima de 38 ºC – 38,3 ºC. Temperatura oral acima de 37,5 ºC-37,8 ºC. Temperatura axilar acima de 37,2 ºC – 37,3 ºC.