Laboratorio Cianorte

Dicas, Recomendações, Ideias

Qual Mais Forte Rivotril Ou Amitriptilina?

Qual o antidepressivo que substitui o amitriptilina?

Eficácia em adultos – Em 2018, Cipriani et al (2018) realizaram uma metanálise com 21 antidepressivos utilizados no tratamento agudo do TDM em pacientes com mais de 18 anos. No estudo, foram incluídos 522 estudos clínicos randomizados envolvendo 116.477 participantes.

  1. Todos os medicamentos analisados foram superiores ao placebo.
  2. A amitripitilina (OR 2,13), mirtazapina (OR 1,89), duloxetina (OR 1,85), venlafaxina (OR 1,78) e paroxetina (OR 1,75) apresentaram os melhores resultados.
  3. Foram menos eficazes a clomipramina (OR 1,49), desvenlafaxina (OR 1,49) e a reboxetine (OR 1,37).

Entre esses medicamentos, esses dois estratos estiveram medicamentos comuns na prática clínica, como escitalopram, sertralina, bupropiona, fluoxetina, citalopram e trazodona, nessa ordem (Cipriani et al, 2018). Quando houve comparação entre os antidepressivos, os melhores resultados foram obtidos com agomelatina, amitriptilina, escitalopram, mirtazapina, paroxetina, venlafaxina e vortioxeina.

O que é mais forte Rivotril ou diazepam?

O clonazepam, mais conhecido como Rivotril, tem meia-vida mais longa. Isso faz com que dure mais tempo no corpo que o diazepam, que tem meia-vida curta. Em termos de comparação, 0,25 mg de clonazepam equivalem a 5mg de diazepam.

O que é mais forte Rivotril ou clonazepam?

Qual é a diferença entre Clonazepam e Rivotril? Nenhuma. Na verdade, o Rivotril é o medicamento referência do princípio ativo clonazepam, mas existem outros nomes comerciais.

Para que serve amitriptilina e clonazepam?

Quando usar amitriptilina? – Qual Mais Forte Rivotril Ou Amitriptilina A amitriptilina é indicada para casos de depressão e só deve ser usada sob prescrição médica Imagem: smolaw11/Getty Images/iStockphoto Dada a utilização desse fármaco há quase 60 anos, muito se conhece sobre seus efeitos e quando bem indicado ele é considerado eficaz.

  1. Contudo, é importante que você faça o uso racional desse remédio, ou seja, utilize-o de forma apropriada, na dose certa e por tempo adequado.
  2. A medicação pode ser indicada para tratar depressão e enurese noturna.
  3. A literatura médica também destaca que alguns médicos podem valer-se desse medicamento para tratar a ansiedade, insônia, dores crônicas decorrentes de neuropatia diabética, fibromialgia, além de síndrome do intestino irritável, cistite intersticial, prevenção da enxaqueca, neuralgia pós-herpética e até bulimia.

Todas essas indicações não estão contempladas na bula do remédio, por isso são chamadas de off label.

O que a amitriptilina faz no corpo?

Sua ação acontece no sistema nervoso central, aumentando as concentrações sinápticas de norepinefrina e serotonina. São neurotransmissores que, entre outras funções, atuam na sensação de bem-estar. Além disso, o cloridrato de amitriptilina tem propriedades ansiolíticas e sedativas (calmante).

Qual Rivotril e mais forte?

Apresentações comerciais do Clonazepam – O clonazepam pode ser encontrado na sua forma genérica ou através dos diversos nomes comerciais disponíveis no mercado, entre os quais destacamos:

Clonasun. Clonotril. Clopam. Epileptil. Navotrax. Rivotril (medicamento de referência). Uni Clonazepax. Zilepam.

O clonazepam genérico e o Rivotril são vendidos em comprimidos ou gotas. As dosagens existentes são:

Comprimido sublingual 0,25 mg. Comprimido 0,5 mg. Comprimido 2,0 mg. Solução oral (gotas) 2,5 mg/ml.

Quanto tempo dura o efeito do Rivotril?

O clonazepam ou Rivotril age rapidamente. Portanto, entre 30 e 60 minutos após a ingestão, o medicamento já começa a atuar no organismo. O efeito do Rivotril perdura por até 8 horas em adultos, e 12 horas em crianças.

Qual o melhor remédio para substituir o Rivotril?

Clopam 0,5mg, caixa com 200 comprimidos (embalagem hospitalar)

Pode tomar Rivotril todos os dias?

Os medicamentos benzodiazepínicos, tarja preta, estão entre os mais consumidos no Brasil. Recomenda-se que seu uso seja breve – mas há quem use por anos. Quais os riscos? – RAFAEL CISCATI 30/06/2017 – 17h30 – Atualizado 06/07/2017 16h24 Gostaria de saber por que o diazepam é receitado continuamente por anos se, nos sites que falam a respeito dele, a recomendação é que o tratamento dure de quatro a oito semanas. Tomo o remédio há um ano, contra minha ansiedade generalizada. Lipe Matos, via Instagram >> Leias mais dúvidas sobre saúde em Você Perguntou Qual Mais Forte Rivotril Ou Amitriptilina O diazepam faz parte de um grupo de medicamentos chamados benzodiazepínicos. É uma lista que inclui ainda outras substâncias, como o bromazepam, clobazam e clonazepam. O grupo conta com nomes comerciais famosos, como o Valium e o Rivotril, >> Mais matérias do Check-up Os benzodiazepínicos são medicamentos absorvidos rapidamente pelo organismo e que atuam estimulando a ação de um neurotransmissor chamado GABA – ácido gama-aminobutírico. Quando liberado no cérebro, esse neurotransmissor produz efeito inibitório, tranquilizante. Essa propriedade torna os benzodiazepínicos úteis no controle de crises de ansiedade aguda, quando os sintomas são graves, porém passageiros: “Eles funcionam como uma espécie de extintor de incêndio”, diz o psiquiatra Nery José Botega, da Unicamp – dão resultado depois de poucas horas. >>O teste de HIV para fazer em casa ajuda ou atrapalha na prevenção da aids? Desde que chegaram ao mercado, no começo dos anos 1960, os benzodiazepínicos são receitados para tratar uma variedade de problemas: além dos transtornos de ansiedade, é comum que sejam prescritos para insônia e casos de espasmos musculares. O surgimento dos benzodiazepínicos foi recebido com entusiasmo pelos médicos. Eles eram considerados mais seguros que os barbitúricos, medicamentos usados até ali para o tratamento de insônia e ansiedade, e que acumulavam relatos de overdose e casos de dependência química. Os medicamentos para emagrecer fazem mal à saúde? Hoje, eles figuram entre os medicamentos mais receitados em todo o mundo. No Brasil, inclusive. Por aqui, eles são medicamentos controlados, tarja preta, cuja compra está sujeita a retenção de receita. Mesmo assim, até 2013, o Rivotril aparecia entre os dez medicamentos mais vendidos no país, segundo estimativas da consultoria IMS Health. Em 2008, ocupou a segunda posição, à frente de itens mais inócuos, como a pomada para assaduras Hipoglós e o analgésico Tylenol. >>Medicamentos em xeque Não existe um consenso quanto a qual o tempo-limite de utilização desses remédios. Mas vários organismos, como o Comitê Britânico para Segurança de Medicamentos e a Associação Canadense para os Transtornos de Ansiedade, recomendam que seu uso não exceda a quatro semanas. “A indicação é que esses medicamentos sejam usados pelo menor tempo possível”, diz o psiquiatra Miguel Jorge, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). No caso do transtorno de ansiedade generalizada – o mal crônico de que o Lipe sofre –, a indicação é que o tratamento prolongado seja feito com psicoterapia associada ao uso de antidepressivos. E que se recorra aos benzodiazepínicos somente nos momentos de crise aguda. >>Os medicamentos mais caros para o estômago são mais eficientes? O uso prolongado é desaconselhado porque esses medicamentos causam efeitos colaterais, É comum quem os usa relatar aumento da sonolência, dificuldade para se concentrar e amnésia temporária. Existe o temor, também, de que usar Rivotril, diazepam ou outro benzodiazepínico por muito tempo possa aumentar os riscos de dependência química. “Mas a incidência desse problema é menor do que se imagina”, diz Miguel Jorge. No Brasil, a estatística mais recente, de 2005, sustenta que 0,5% da população sofre com dependência em relação a essas substâncias. É uma incidência mais baixa que a do vício em maconha, uma droga considerada com baixo potencial viciante. Mas essa é uma questão que divide especialistas. Mais guias do Manual do Paciente >> Medicina sob revisão >> Medicamentos em xeque >> Pequeno guia do paciente bem informado >> Como enfrentar o risco do excesso de exames Por muito tempo, o potencial dos benzodiazepínicos para causar dependência foi ignorado. “Houve um tempo em que, no Brasil, eles podiam ser vendidos sem receita”, diz Botega, da Unicamp. A dependência em relação aos benzodiazepínicos é considerada difícil de ser diagnosticada. Há algumas condições necessárias para o diagnóstico de dependência química. Uma delas é a ocorrência de um fenômeno chamado síndrome de abstinência, Ela foi confirmada, para os benzodiazepínicos, já nos anos 1980. Uma revisão de estudos publicada em 1993, conduzida por pesquisadores do Imperial College de Londres, concluiu que, depois de quatro semanas de uso, 35% dos usuários de benzodiazepínicos que tentavam interromper o consumo do remédio experimentavam episódios de ansiedade aguda, náuseas e dor de cabeça. Outra condição é o desenvolvimento de resistência à ação da droga: “Tradicionalmente, considera-se que a pessoa desenvolveu dependência química quando precisa aumentar a dosagem do remédio para ter os mesmos resultados que costumava experimentar”, diz Miguel Jorge. Isso dificilmente acontece com os benzodiazepínicos, no caso do tratamento dos transtornos de ansiedade. Diversos trabalhos já identificaram pacientes que consumiram esses remédios por anos, sem aumento da dosagem, Em 2007, uma equipe chefiada por Botega avaliou o consumo de benzodiazepínicos por frequentadores de uma Unidade Básica de Saúde em Campinas, no interior de São Paulo. A ideia era identificar pessoas que usassem esses ansiolíticos cronicamente, por mais de três anos. Foram identificadas 48 pessoas nessa situação: a maioria – 86% – eram mulheres, com cerca de 57 anos. Em média, elas haviam tomado o remédio, diariamente, pelos últimos dez anos – mas sem aumentar a dosagem. Pelos critérios tradicionais, somente 12 delas podiam ser consideradas quimicamente dependentes. Hoje, existe uma preocupação crescente em relação a esse uso crônico, ainda que ele não indique, necessariamente, um caso de dependência química: “Porque existe, ainda, o risco de dependência psicológica “, diz Botega. “A sensação de que sem o remédio a pessoa não conseguirá viver bem. Quanto mais prolongado o uso, maiores as chances de isso acontecer.” Na população em geral, é grande o número de pacientes que começa a usar benzodiazepínicos e mantêm o consumo por mais de quatro semanas – o período recomendado. Em 2005, pesquisadores da Universidade de Quioto, no Japão, começaram a acompanhar 85 mil pacientes que receberam, naquele ano, prescrições para benzodiazepínicos. Eles foram monitorados até julho de 2014. Os resultados do trabalho foram publicados no começo desde ano. Desse grupo, 15% usaram o medicamento por um ano. E 5% usaram o remédio, diariamente, pelos pouco mais de oito anos de duração do estudo. Há também o temor de que os benzodiazepínicos sejam receitados, por longos períodos, para pessoas que não precisam deles. Na amostra de pacientes estudada por Botega em Campinas, 31% tinham depressão: um mal que deveria ser tratado com outros recursos, e não com benzodiazepínicos. “O problema é que, muitas vezes, os sintomas da depressão e dos transtornos de ansiedade se assemelham”, diz Botega. Nessa amostra, eram também frequentes os casos de pacientes que tomavam benzodiazepínicos por recomendação de especialistas que, em teoria, não eram os mais indicados para receitá-los: 42% das receitas tinham sido emitidas por cardiologistas, e 3% por ginecologistas. Os riscos de uma pessoa desenvolver dependência em relação a benzodiazepínicos estão entre as razões para limitar seu tempo de uso. Mas esse risco varia conforme uma série de fatores: duração do uso, dosagem e predisposição genética a ter problemas com dependência química. Essas drogas são consideradas seguras e a incidência de dependência é considerada baixa. A recomendação, realmente, é que seu uso não exceda a quatro semanas – e seja retomado somente se ocorrerem casos de crise aguda, que exijam ação rápida. Mas há momentos em que o uso por períodos maiores é justificável no tratamento de transtornos de ansiedade: “Há casos em que a pessoa reage mal aos tratamentos com antidepressivos”, diz Botega. Nessas situações, pode acontecer de o benzodiazepínico ser mantido por mais tempo, sem prejuízos para o paciente. Em todo caso, essa é uma decisão que merece ser discutida com seu médico.

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O que acontece se tomar 0 50 mg de Rivotril?

Adultos –

Dose inicial: 0,5 mg/dia, dividida em 2 doses. Pode-se aumentar a dose a critério médico. Dose de manutenção: a critério médico, de acordo com sua resposta. A dose tomada ao deitar, reduz a inconveniência da sonolência e pode ser desejável no início do tratamento. A retirada deve ser gradual, até que o medicamento seja totalmente suspenso.

Qual a dosagem de amitriptilina para dormir?

Como tomar cloridrato de amitriptilina – O cloridrato de amitriptilina pode ter a dosagem fracionada (dividida em várias vezes, segundo a orientação do médico ) ou ser ingerido apenas uma vez por dia antes de dormir. As cápsulas ou comprimidos não precisam ser tomados junto com um alimento e devem ser acompanhados de água,

O tratamento deve começar com doses baixas, que podem ser aumentadas gradualmente conforme a resposta do paciente e se não houver sinais de intolerância. A dose inicial para os adultos em ambulatório é de 75mg por dia, fracionadas conforme a prescrição médica, Alguns médicos podem indicar o início do tratamento com uma dose única à noite.

A dose pode ser aumentada para 25 mg a 50 mg por noite até 150 mg por dia, Qual Mais Forte Rivotril Ou Amitriptilina Para pacientes hospitalizados, a dosagem inicial costuma ser ser de 100 mg por dia. Conforme a necessidade, ela pode chegar a 200 mg ou até 300 mg por dia. Já adolescentes e idosos podem ter menos tolerância ao medicamento, por isso, devem ingerir entre 10 mg e 50 mg por dia de forma fracionada ou única – neste caso, o ideal é tomar à noite.

Pode tomar 2 amitriptilina de uma vez?

Overdose de amitriptilina – Certamente, se você tomar mais que a dose recomendada de amitriptilina, você pode ter sintomas e efeitos colaterais graves como:

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Arritmia cardíacaConvulsõesComa (perda da consciência)Confusão mental Problemas de concentraçãoTonturaDesmaiosSonolência extremaAlucinaçãoAgitaçãoMúsculos rígidosVômitoFebreTranspiração excessivaAumento da temperatura corporalBaixa da temperatura corporal

Em caso de superdosagem de amitriptilina, entre em contato imediatamente com o médico ou outro profissional da saúde para aconselhamento.

Qual é o mais forte sertralina ou amitriptilina?

Categoria » Primary study Revista » The Journal of Headache and Pain Year » 2003 Pacientes com dor de cabeça tipo tensão- crônica (CTTC) são os mais difíceis de tratar. Os antidepressivos tricíclicos são a primeira linha de agentes terapêuticos, mas seus efeitos colaterais anticolinérgicos limitar seu uso.

Os inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS), com menos efeitos colaterais do que os antidepressivos tricíclicos, também têm sido utilizados no tratamento de CTTC, mas os resultados são contraditórios. Neste estudo, a acção profilática da sertralina no tratamento de doentes não deprimidos com CTTC foi investigada e comparada com amitriptilina em um, aleatorizado, aberto, estudo prospectivo de grupos paralelos.

Um período de 4 semanas de linha de base foi seguido por um período de tratamento de 12 semanas com 50 mg de sertralina (n = 41 doentes) ou 25 mg de amitriptilina (n = 44 doentes). Eficácias dos tratamentos foram determinadas usando um diário de dor, em que os doentes registaram a ocorrência, número, intensidade e duração da dor de cabeça em dia, consumo de drogas analgésicas e quaisquer eventos adversos.

Ambas as drogas reduziu os sintomas de dor de cabeça e analgésico consumo de drogas no primeiro, segundo e terceiro meses de tratamento em comparação aos valores basais. Houve superioridade significativa de amitriptilina nos sintomas de dor de cabeça e as reduções de consumo de drogas contra a sertralina no segundo e terceiro meses de tratamento.

Os efeitos colaterais foram mais favorável nos doentes tratados com sertralina, mas desistentes foram semelhantes em ambos os grupos. Estes resultados sugerem que ambas as drogas eram eficazes no tratamento de doentes não deprimidos com CTTC, mas na comparação entre os grupos, amitriptilina foi mais eficaz do que a sertralina.

Qual antidepressivo deixa mais feliz?

Fluoxetina: a pílula da felicidade – Clínica

O cloridrato de fluoxetina, também conhecido pelo seu nome comercial Prozac, é um medicamento antidepressivo que pertence à classe do inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS).A fluoxetina é o mais antigo e o mais estudo antidepressivo do grupo dos ISRS, tendo sido lançada no mercado em 1987.Apesar de ser classificada como antidepressivo, a fluoxetina pode também ser usada para vários outros distúrbios, tais como transtorno obsessivo-compulsivo, bulimia nervosa e síndrome do pânico.

Este texto contém apenas informações gerais sobre a fluoxetina. Caso você vá iniciar o uso desta droga, você deve sempre tr o acompanhamento de seu médico e consultar a bula do medicamento para informações mais detalhadas.

Quais são os males que a amitriptilina causa?

Reações adversas com frequências desconhecidas relatadas com antidepressivos tricíclicos –

Icterícia, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, hipotensão ortostática, fotossensibilidade, rash cutâneo, urticária, edema do testículo, ginecomastia (em homens), aumento das mamas (em mulheres), galactorreia, hipoglicemia, hiperglicemia, ganho ou perda de peso, síndrome da secreção inapropriada de hormônio antidiurético, aumento da transpiração, obstipação, cáries dentárias (em crianças com enurese), íleo paralítico, náuseas, desconforto epigástrico, vômitos, anorexia, estomatite, sabor peculiar, diarreia, escurecimento da língua, refluxo gastroensifágico à redução do tônus do esfíncter esofagogástrico, agranulocitose, eosinofilia, leucopenia, púrpura, trombocitopenia, AVC ( acidente vascular cerebral ), tontura, convulsão, disfunção sexual, edema testicular, aumento ou diminuição da libido, morte súbita cardíaca, porfiria aguda intermitente, miastenia grave, piora da depressão (adultos e crianças podem apresentar agravamento clínico da depressão durante as fases iniciais de tratamento e em qualquer mudança de dose), hipomania, pensamentos suicidas, suicídio ou tentativa de suicídio e exacerbação de insuficiência cardíaca,

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Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos – VigiMed, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal. O conteúdo desta bula foi extraído manualmente da bula original, sob supervisão técnica da farmacêutica responsável: Rafaela Sarturi Sitiniki (CRF-PR 37364).

Quem toma amitriptilina fica dependente?

Os antidepressivos causam dependência? Os antidepressivos, sejam eles os serotonérgicos (que atuam sobre a serotonina), ou os de duplo-mecanismo de ação (que atuam tanto sobre a serotonina quanto sobre a noradrenalina) não causam dependência. Esse é um mito e há trabalhos científicos relevantes que comprovam isso. Qual Mais Forte Rivotril Ou Amitriptilina O uso de antidepressivos não pode ser interrompido sem consultar o médico Na realidade, a tende a ser crônica em alguns pacientes, o tratamento exige um tempo prolongado, incluindo uma fase de continuação (4 a 9 meses) para se evitar a recaída e, posteriormente, uma fase de manutenção (um ano ou mais) para se evitar um outro episódio depressivo.

Quanto tempo dura efeito do amitriptilina?

Farmacocinética e farmacodinâmica da Amitriptilina – Os tricíclicos são administrados por via oral e absorvidos rapidamente no intestino delgado. Ao entrar na circulação portal e sofre metabolismo de primeira passagem no fígado. Esse metabolismo ocorre por duas vias, a N-desmetilação e a hidroxilação de anel.

O metabólito desmetilado da amitriptilina é a nortriptilina, que também possui ação terapêutica. A meia-vida de eliminação para os tricíclicos de forma geral é longa, de média de 24 horas, o que garante sua tomada única diária. Pelo efeito adverso de sedação, sugere-se que a administração seja realizada à noite.

Sua eliminação é feita por via urinária, através da conjugação dos metabólitos hidroxilados com glicuronídeo.

Pode substituir amitriptilina por fluoxetina?

Categoria » Primary study Revista » International clinical psychopharmacology Year » 1999 Apesar de comum na prática clínica, transtorno depressivo maior com associados sintomas ansiosos (“depressão ansiosa”) não tem sido bem estudada em ensaios clínicos com antidepressivos.

O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos da fluoxetina versus amitriptilina neste grupo de pacientes. Depois de um placebo duplo-cego rodado período de 2 semanas, os pacientes foram tratados em uma base duplo-cego com fluoxetina ou amitriptilina por 8 semanas. Os instrumentos de avaliação foram: 21 itens, Escala de Hamilton para Depressão, Escala de Hamilton para Ansiedade, clínicas Impressões Globais, Escala de Depressão Raskin e Escala de Ansiedade Covi.

Um total de 157 pacientes foram randomizados para fluoxetina ou amitriptilina. A fluoxetina foi administrada numa dose fixa de 20 mg / dia e amitriptilina foi dada em um intervalo de 50-250 mg / dia (média de 138,1 mg / dia). A fluoxetina foi comparável à amitriptilina em todas as medidas de eficácia, exceto o fator sono HAMD.

  • Os efeitos indesejáveis ​​foram mais freqüentes e mais graves nos pacientes tratados com amitriptilina.
  • A fluoxetina foi comparavelmente eficazes para amitriptilina no tratamento de depressão maior com a ansiedade associada.
  • Desde que a fluoxetina é muito melhor tolerado, é uma alternativa promissora para esta condição freqüente e incapacitante.

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Qual antidepressivo é melhor sertralina ou amitriptilina?

Categoria » Primary study Revista » The Journal of Headache and Pain Year » 2003 Pacientes com dor de cabeça tipo tensão- crônica (CTTC) são os mais difíceis de tratar. Os antidepressivos tricíclicos são a primeira linha de agentes terapêuticos, mas seus efeitos colaterais anticolinérgicos limitar seu uso.

Os inibidores selectivos da recaptação da serotonina (ISRS), com menos efeitos colaterais do que os antidepressivos tricíclicos, também têm sido utilizados no tratamento de CTTC, mas os resultados são contraditórios. Neste estudo, a acção profilática da sertralina no tratamento de doentes não deprimidos com CTTC foi investigada e comparada com amitriptilina em um, aleatorizado, aberto, estudo prospectivo de grupos paralelos.

Um período de 4 semanas de linha de base foi seguido por um período de tratamento de 12 semanas com 50 mg de sertralina (n = 41 doentes) ou 25 mg de amitriptilina (n = 44 doentes). Eficácias dos tratamentos foram determinadas usando um diário de dor, em que os doentes registaram a ocorrência, número, intensidade e duração da dor de cabeça em dia, consumo de drogas analgésicas e quaisquer eventos adversos.

Ambas as drogas reduziu os sintomas de dor de cabeça e analgésico consumo de drogas no primeiro, segundo e terceiro meses de tratamento em comparação aos valores basais. Houve superioridade significativa de amitriptilina nos sintomas de dor de cabeça e as reduções de consumo de drogas contra a sertralina no segundo e terceiro meses de tratamento.

Os efeitos colaterais foram mais favorável nos doentes tratados com sertralina, mas desistentes foram semelhantes em ambos os grupos. Estes resultados sugerem que ambas as drogas eram eficazes no tratamento de doentes não deprimidos com CTTC, mas na comparação entre os grupos, amitriptilina foi mais eficaz do que a sertralina.

Qual o medicamento mais moderno para tratamento de depressão?

A Desvenlafaxina é um medicamento relativamente recente na linha de tratamento da depressão. Classificada como um Inibidor Seletivo de Reabsorção de Serotonina e Norepinefrina ( ISRSN ), ela representa mais uma opção na abordagem farmacológica da saúde mental.