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Dicas, Recomendações, Ideias

Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D?

Qual o melhor horário para tomar o comprimido de vitamina D?

Como tomar vitamina D? – A dose diária adequada de vitamina D Em relação a horários, não há uma regra padrão sobre como tomar vitamina D. A principal recomendação é que a dose diária seja ingerida em conjunto ou após uma refeição sólida, como o almoço ou café da manhã, de preferência com alimentos que contenham alguma fonte de gordura saudável.

  1. De maneira geral, é importante que as vitaminas sejam tomadas na melhor hora para o paciente, já que isso ajuda a criar uma rotina e evita o esquecimento das doses diárias de suplementação.
  2. Em relação às formas de suplemento, o ideal é optar por comprimidos ou cápsulas manipuladas, uma vez que é possível adequá-las de acordo com suas necessidades específicas.

Lembrando que é importante passar por uma avaliação com um profissional para receber a orientação sobre a dose diária recomendada e a melhor forma de suplementação para o seu caso.

Qual a forma correta de tomar vitamina D?

Para manter os níveis de vitamina D no sangue consistentes, os comprimidos ou cápsulas com 50.000 UI são indicados como dose de ataque. A posologia sugerida é de 1 comprimido por semana, preferencialmente próximo às refeições, durante seis a oito semanas ou até atingir o valor desejado.

O que pode atrapalhar a absorção de vitamina D?

Condições hepáticas – Como você viu, o fígado é parte importante da síntese de vitamina D. Entretanto, existem diversas condições que podem atrapalhar o bom funcionamento do órgão e, assim, o metabolismo do nutriente, como a esteatose hepática (conhecida como fígado gordo), cirrose, hepatites e até mesmo o câncer de fígado 3 4,

Pode tomar vitamina D na hora de dormir?

QUANDO TOMAR VITAMINA D PARA DORMIR – Pesquisas iniciais sugerem que a vitamina D está inversamente relacionada à melatonina, o hormônio do sono. Isso significa que o aumento dos níveis de vitamina D pode suprimir os níveis de melatonina. Portanto, faz sentido que tomá-lo à noite possa atrapalhar seu sono.

Pode tomar vitamina D 7000 todos os dias?

A vitamina D, grande aliada do organismo na saúde dos ossos e no sistema imunológico, recentemente também tem sido relacionada à prevenção da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Um estudo realizado na Universidade de Turim, Itália, aponta que diversos pacientes infectados pelo vírus apresentaram níveis muito baixos da vitamina.

  1. A hipótese levantada pelos professores de Geriatria, Giancarlo Isaia, e Histologia, Enzo Medico, ainda não foi publicada em nenhuma revista médica.
  2. Por esse motivo, não se sabe quantos pacientes foram avaliados, qual a idade dos indivíduos e quais eram seus níveis de vitamina D.
  3. Mesmo assim, a informação teve um rápido efeito na população brasileira que passou a tratar a substância como essencial para prevenção da doença, inclusive realizando a suplementação por conta própria.

Para a professora do Departamento de Clinica Médica da UFPR e pesquisadora do serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas, Carolina Aguiar Moreira, é importante estar atento aos boatos disseminados em redes sociais e consultar um médico, pois o excesso de vitamina D no organismo pode causar graves complicações. Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D A vitamina D em níveis considerados bons aumenta a imunidade e ajuda a não ficarmos doentes? Efeitos da vitamina D no sistema imune foram identificados em estudos experimentais, os quais demonstraram uma ação da substância na modulação da imunidade inata (nossa primeira defesa), ação estudada primeiramente em doenças como a tuberculose.

Estudos clínicos, entretanto, demonstraram que a suplementação com vitamina D em indivíduos com deficiência levou a uma redução, em torno de 12%, na taxa de incidência de infecção respiratória em comparação aos indivíduos que não receberam a vitamina D. O ideal é manter sempre níveis adequados da vitamina.

Idosos apresentam níveis mais baixos de vitamina D? Por quê? De uma maneira geral sim, porque os idosos não se expõem tanto ao sol e também porque, com o tempo, a pele vai perdendo a capacidade de sintetizar vitamina D. Moradores de cidades com poucos dias de sol, como Curitiba, têm níveis mais baixos de vitamina D? Podemos dizer que sim, pelo menos em relação a cidades e estados de outras regiões do Brasil. Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Qual a forma correta de tomar sol para aumentar a síntese de vitamina D? Para uma síntese adequada de vitamina D é necessário expor ao sol, diariamente, uma extensão da superfície corpórea de pelo menos seis centímetros por um período de 15 a 20 minutos, dependendo do horário do dia.

Se esta superfície corporal estiver com protetor solar (Fator 8 ou maior) ou coberta com roupa, a síntese da vitamina D é bloqueada. Os raios ultravioletas devem tocar diretamente a pele, sem nenhuma barreira. Essa exposição também pode ser semanal, por um período maior que 20 minutos, pois a vitamina D sintetizada fica armazenada entre 40 e 60 dias aproximadamente.

Existem alimentos que fornecem Vitamina D? Quais? As quantidades de vitamina D são escassas e presentes em poucos alimentos, a exemplo de algumas espécies de peixes como salmão e sardinha e alguns tipos de cogumelos. Como funciona a suplementação de vitamina D? Quem deve fazer? Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D A suplementação de vitamina D é geralmente dividida em uma dose de ataque, caracterizada por doses mais elevadas por um período de seis a oito semanas, seguida de uma dose de manutenção que deve ser contínua em quantidade mais baixa. Devem realizar suplementação da vitamina os idosos com osteoporose ou outras doenças crônicas e que apresentem níveis não adequados de vitamina D; pacientes com doenças consideradas causas secundárias de osteoporose ou em situações de baixa absorção de vitamina D, como após cirurgia bariátrica; indivíduos com hipovitaminose D – valores de vitamina D considerados abaixo da meta para a idade ou condição clínica e que não apresentam exposição solar regularmente –, incluindo gestantes.

Quais consequências uma baixa dosagem de vitamina D no organismo pode causar? A hipovitaminose D, quando em níveis muito baixos, leva a uma alteração na mineralização óssea podendo evoluir para uma doença osteometabólica chamada osteomalácia, que é caracterizada por dor óssea e fraqueza muscular intensas associadas ao risco aumentado de fraturas.

A condição pode levar, ainda, a uma situação clínica chamada hiperparatireoidismo secundário, definida pela elevação do paratormônio (PTH), que induz o aumento da remodelação óssea, perda óssea e osteoporose. Essa situação é frequente em idosos e em pacientes após cirurgia bariátrica.

  1. Em gestantes, a hipovitaminose D foi relacionada com o aumento de complicações como pré-eclampsia e desfechos de prematuridade.
  2. Muitos estudos de associação demonstraram uma relação entre hipovitaminose D e infecção respiratória.
  3. A vitamina D pode auxiliar no combate a quais doenças? E na Covid-19? Estudos científicos comprovam que a vitamina D tem papel no tratamento da osteomalácia, como coadjuvante no tratamento da osteoporose.

Outra função que ainda é discutida por especialistas, seria na redução de infecções respiratórias agudas. Nenhum estudo comprovou um papel da vitamina D na prevenção ou cura da Covid-19. Em tempos de quarentena, qual a dica para não deixar os níveis de vitamina D caírem? Aqueles que moram em casa ou têm disponibilidade devem expor uma parte do corpo diariamente aos raios solares.

  1. É fundamental solicitar orientação médica para uso de doses adequadas de vitamina D para cada situação clínica.
  2. Na impossibilidade de receber orientação, recomenda-se suplementação com doses seguras de vitamina D, como 1000 a 2000 UI ao dia ou 7000 a 14.000UI na semana.
  3. Quais os problemas que a vitamina D em excesso pode ocasionar? Altas doses de vitamina D levam ao seu aumento nos níveis sanguíneos e a uma potencialização das suas ações fisiológicas.

Entre essas ações está o aumento da remodelação do esqueleto e, com isso, perda óssea e ampliação da chance de fraturas. Pode ocorrer também aumento da absorção intestinal de cálcio, gerando a hipercalcemia, que é a elevação do cálcio no sangue. O cálcio alto causa sintomas inespecíficos como fadiga, náuseas, vômitos e até situações mais graves, a exemplo de insuficiência renal aguda, crises convulsivas e coma.

  • Tem circulado nas redes sociais recomendações do uso de doses extremamente elevadas, em torno de 600.000 UI, com objetivo de otimizar o sistema imune.
  • Não há evidencia científica que suporte tal conduta.
  • Esta dose é perigosa e causa efeitos prejudiciais ao organismo.
  • Também não são recomendas doses injetáveis de vitamina D, as quais têm sido denominadas “imunoterapia”.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO) publicaram posicionamento repudiando estas recomendações sem fundamento científico.

Precisa comer antes de tomar vitamina D?

Hora certa: saiba a maneira ideal de tomar vitaminas e nutracêuticos – 26/10/2017 às 02:00 Saúde Notícias Bem-estar Hospital Sua caixinha de comprimidos está recheada de vitaminas, nutracêuticos e outros suplementos. Mas qual a maneira – e a hora – ideal de tomar cada um? É raro encontrar hoje alguém que não tenha incorporado ao menos uma cápsula de vitamina ou nutracêutico na rotina – com a vida corrida, é quase impossível alimentar-se suficientemente bem para obter todos os nutrientes que o corpo precisa para funcionar.

O que muita gente não sabe é que tem hora certa e maneira adequada para tomar os suplementos, de forma que sejam melhores aproveitados pelo organismo. Ferro e vitamina C, por exemplo, devem ser ingeridos juntos, já que um potencializa o efeito do outro. Fibras atrapalham a absorção da maioria das vitaminas, então coma seu cereal ou pãozinho integral bem antes ou bem depois de ingerir as pílulas.

Já as lipossolúveis como A, D, E e K, que precisam de gordura para serem melhor absorvidas, devem ser consumidas não no café da manhã (a menos que você ame ovo e manteiga), mas sim no almoço, refeição mais substancial do dia. Vitamina C e as do Complexo B, solúveis apenas em água, duram poucas horas na corrente sanguínea.

É melhor dividir a sua necessidade diária em pequenas doses, tomando-as a cada três horas”, ensina Gabriella Pereira, nutricionista funcional da academia paulistana. Ou seja, melhor três comprimidos de 500 mg do que uma de 2.000 mg! Ferro e cálcio não combinam (um tem pH alcalino, o outro, ácido), portanto consuma-os em horários diferentes – deixe para tomar o cálcio antes de dormir: além de ser melhor absorvido à noite, ele deve ser ingerido longe das refeições, pois precisa de um ambiente ácido no estômago para ser assimilado.

Se quiser associá-lo a outro elemento, escolha o magnésio, que potencializa seu efeito. Já o ômega 3 pode competir com outros suplementos, atrapalhando sua absorção, então é melhor ser ingerido sozinho. E os multivitamínicos, como ficam nesse cronograma? Deixe para tomar em alguma refeição, de preferência que não contenha fibras – mas é preciso tomar cuidados, pois alguns possuem fórmulas com vitaminas incompatíveis em que uma anula o efeito da outra.

  • Para incrementar a caixinha de pílulas, há ainda os nutracêuticos, com funções estéticas: melhorar a qualidade da pele, do cabelo, e das unhas, estimular a eliminação de toxinas, reduzir a retenção de líquido e por aí vai.
  • Compostos em sua maioria por antioxidantes, aminoácidos e minerais, devem ser ingeridos com água antes da refeição.

Mas o principal mesmo é checar, através de um exame de sangue, as necessidades reais do seu organismo – se passar do limite, seguindo o raciocínio “quanto mais, melhor”, o corpo não consegue aproveitar os benefícios, além de sobrecarregar fígado e pâncreas.

“E, se tomar uma dosagem menor do que precisa, o resultado será praticamente nulo”, diz a endocrinologista Claudia Cozer, coordenadora do Núcleo Avançado de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês. Algumas deficiências são recorrentes: “Muitos pacientes chegam cansados, reclamando de falta de energia.

Normalmente, isso é carência da vitamina B12, que auxilia na absorção do ferro, importantíssimo para a formação e firmeza dos músculos”, diz, lembrando que os benefícios só aparecem depois de dois meses de suplementação. Já mulheres que menstruam tendem a sofrer uma carência de ferro.

O que aumenta a absorção de vitamina D?

Hospital Sírio-Libanês A vitamina D talvez seja hoje um dos nutrientes que mais causa polêmicas e discussões ao redor do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), metade da população mundial tem quantidades insuficientes desse nutriente, sendo que alguns estudos associam as baixas taxas dessa vitamina a fraqueza óssea, problemas cardíacos, diabetes, câncer, demências e até doenças autoimunes, como a esclerose múltipla.

Mas devemos olhar para tudo isso com cautela. Até o momento, poucas conclusões foram tomadas em relação ao déficit de vitamina D no organismo, afirma o endocrinologista do Sírio-Libanês dr. José Antonio Miguel Marcondes. “Por enquanto, uma das únicas certezas que temos é que ela interfere na diminuição da massa óssea”, destaca o médico.

“Os outros possíveis problemas ainda estão em análise”, acrescenta. Sendo assim, ainda não há um consenso sobre quem deve receber ou não reposição de vitamina D. Estima-se que, se fossem indicadas doses extras para todas as pessoas em déficit com esse nutriente, seria necessário suplementar metade da população mundial, ou seja, 3,6 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Segundo o dr. Marcondes, a reposição de vitamina D é indicada apenas para as pessoas com mais de 65 anos de idade; crianças com raquitismo ou que raramente se expõem ao sol, como as que vivem em cidades em que faz muito frio; e indivíduos com osteoporose e baixa quantidade dessa vitamina, independentemente da idade.

Diferentemente da maioria das outras vitaminas, a vitamina D é produzida por nosso próprio organismo. Trata-se de um hormônio, produzido a partir do colesterol quando nossa pele é exposta ao sol. Para produzirmos a quantidade ideal de vitamina D, recomenda-se nos expormos aos raios solares, sem protetor solar, por pelo menos 140 minutos por semana, sendo que esse efeito é acumulativo.

Ou seja, podemos tomar 20 minutos de sol todos os dias ou 1h10 em dois dias da semana, por exemplo. Quanto mais exposto estiver o corpo ao sol, melhor será a absorção da vitamina D. O ideal seria tomar sol com traje de banho, mas como nem sempre isso é possível, ir caminhando para o trabalho com os braços expostos ao sol ou se expor aos raios solares durante alguns minutos no horário do almoço pode ajudar.

No entanto, como o protetor solar impede a absorção da vitamina D, indica-se a exposição ao sol antes das 10h ou depois das 16h, quando os efeitos dos raios ultravioletas são menores. Vitamina D nos alimentos

1 colher (sopa) de óleo de fígado de bacalhau — 227% da quantidade diária recomendada85 g de salmão cozido — 75% da quantidade diária recomendada.85 g de atum enlatado com água — 26% da quantidade diária recomendada85 g de fígado de boi cozido — 7% da quantidade diária recomendada1 ovo grande (com gema) — 7% da quantidade diária recomendada.

A vitamina D também pode ser encontrada em peixes, ovos e fígado, mas a quantidade mínima recomendada dificilmente é atingida apenas com a alimentação. A reposição dessa vitamina, quando necessária, é feita de forma oral (gotas ou comprimidos) diária ou semanalmente.

Em alguns casos também pode ser feita mensalmente de forma injetável. Nas pessoas que passaram por cirurgia bariátrica, a reposição é mais difícil, pois a vitamina D precisa de gordura para ser absorvida pelo organismo. O déficit de vitamina D é comprovado por meio de exames de sangue específicos. De acordo com a OMS, há insuficiência quando a concentração é menor do que 30 ng/ml (nanogramas por mililitro de sangue).

Valores abaixo de 10 ng/ml são classificados como insuficiência grave. Dosagens iguais ou superiores a 30 ng/ml estão na faixa da normalidade, cujo limite máximo é 100 ng/ml. O diagnóstico e a reposição da vitamina D devem ser feitos apenas com acompanhamento de um especialista.

Qual é a fruta que é rica em vitamina D?

Quais são as frutas que contêm vitamina D? – A resposta para essa pergunta provavelmente vai te decepcionar, mas não podemos mentir. Infelizmente, nenhuma fruta contém vitamina D. E essa resposta negativa vale também para legumes, verduras, folhas e hortaliças&hellip Basicamente, a vitamina D está presente apenas em alimentos de origem animal.

  • A única exceção são os cogumelos 1, que, assim como os humanos, conseguem sintetizar o nutriente quando ficam expostos ao sol.
  • É preciso ressaltar, no entanto, que os cogumelos produzem vitamina D2, enquanto os animais produzem vitamina D3.
  • Embora a D2 também ajude a aumentar os níveis de vitamina D que circula em nosso sangue, 3,

Embora não esteja presente nas frutas, a vitamina D pode ser encontrada em outros alimentos saudáveis, sobre os quais falaremos melhor no próximo tópico.

Pode tomar vitamina C junto com a vitamina D?

Pode dar vitamina C com vitamina D? – Um par perfeito para a vitamina D é a vitamina C, que potencializa a ação de outras. Juntas, elas são ótimas aliadas do sistema imunológico e, por isso, o consumo de vitaminas C e D por meio de suplementação aumentou durante o período de isolamento social.

Qual vitamina D têm melhor absorção?

1° DICA: Descubra do que é feita a matéria-prima da Vitamina D – Existem dois tipos de vitamina D disponíveis, a vitamina D2 (ergocalciferol) que é de origem vegetal e a vitamina D3 (colecalciferol) de origem animal. A diferença entre eles é que novos estudos (que você pode consultar no final desse post) sugerem que a vitamina D3 é melhor absorvida pelo organismo,

Quem toma suplemento de vitamina D precisa tomar sol?

Quanto tempo demora? – Médicos da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional de São Paulo (SBD-SP) sugerem que a exposição diária ao sol para absorção de vitamina D dure de 5 a 10 minutos. Para melhorar esse processo, o corpo deve estar o máximo exposto possível.

Porque tomar vitamina D pela manhã?

A vitamina D pode ser tomada em jejum, mas não é o mais recomendado. O melhor horário para tomar vitamina D é junto com as refeições, pois melhora a biodisponibilidade do nutriente.

Pode tomar vitamina D após o café da manhã?

A vitamina D pode ser tomada à noite? – Sim, você pode tomar as doses de vitamina D em qualquer horário. Mas, aqui está uma “dica”: a vitamina D é um hormônio lipossolúvel, ou seja, precisa de gordura para ser absorvida pelo corpo.4 Por isso, é sempre recomendável que, antes de você tomar a vitamina D, consuma algum alimento que tenha gorduras naturais, como uma salada temperada com azeite ou uma carne grelhada.4 Entretanto, isso não é uma regra.

É bom tomar vitamina D todos os dias?

Posso tomar vitamina D todos os dias? Como obter e principais dosagens! | Blog Addera 2121/07/2023 ” Afinal, eu posso tomar vitamina D todos os dias? “. Se você já se fez essa pergunta, podemos adiantar que sim, o corpo humano precisa absorver esse e outros nutrientes diariamente.

  1. Sabia disso? Falando especialmente da, um nutriente que participa de muitos processos no organismo, existe uma dose de manutenção, que nada mais é do que a quantidade que você precisa obter por dia para manter os níveis do nutriente dentro do normal.
  2. ¹ Para isso, você pode aumentar sua exposição solar, consumir alimentos com vitamina D ou suplementar o nutriente, caso haja indicação médica.

A seguir, veja tudo sobre essa vitamina e como fornecer ao organismo a dose ideal diariamente. Confira!

Porque a vitamina D ajuda a emagrecer?

Invista na vitamina D para emagrecer Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Invista na vitamina D para emagrecerConheça as vantagens desse nutriente para o nosso organismo No dia a dia, em que quase ninguém fica fora dos escritórios de trabalho e o tempo livre é escasso, é difícil encontrar alguma pessoa que esteja com a vitamina D em níveis consideráveis.

Isso porque, com a correria da nossa rotina, poucos conseguem de fato, ingerir a quantidade indicada de proteínas, vitaminas, aminoácidos, entre outras substâncias importantes para o bom funcionamento do organismo. Além disso, os raios solares são a principal fonte desta vitamina. Logo, a falta de exposição – sempre com protetor solar, é claro – também faz muita diferença.

Porém, você sabe consequências que essa falta pode trazer para o nosso organismo? Fique por dentro de tudo abaixo! Benefícios da vitamina D Antigamente, achava-se que a vitamina D era essencial apenas na formação dos ossos e dentes, prevenindo a osteoporose.

Segundo Leandra Sá, Consultora Farmacêutica da NAIAK, grande parte da população mundial está com níveis dessa vitamina abaixo das concentrações desejáveis em razão da baixíssima exposição ao sol, trabalho em ambientes fechados e alimentação cada vez mais pobre em colesterol (necessário para que a vitamina D seja produzida no organismo).”Por isso, não é à toa que essa vitamina tem chamado a atenção de pesquisadores em diferentes campos da área da saúde, tendo sua deficiência correlacionada com diversas patologias”, afirma a especialista.Ainda, o consumo deste elemento é essencial para as gestantes, sendo sua falta um grande risco que pode levar a abortos no primeiro trimestre de gestação, além do favorecimento à pré-eclâmpsia (quando uma mulher grávida tem pressão arterial elevada – acima de 140/90 mmHg – a qualquer momento, após a sua 20ª semana de gravidez) e aumento das chances de autismo na criança após o nascimento.Vitamina D na perda de peso

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Um dos papéis da substância é ativar os receptores das células adiposas, inibindo o seu crescimento. Ou seja, menos gordurinhas na sua vida! Além disso, a vitamina D promove o metabolismo da gordura – cortando a produção hormônio da paratireoide e, consequentemente, acelerando a quebra da gordura pelo fígado –, reduz o apetite, evitando exageros na hora das refeições, além de auxiliar na ativação da força muscular.

Será que eu estou com falta de vitamina D? José Gilberto Vieira, médico do Serviço de Doenças Osteometabólicas da EPM/Unifesp, indica alguns sinais que ajudam a reconhecer a falta desse composto no organismo. São eles: fraqueza muscular, depressão, asma, gripe e doenças respiratórias, enfraquecimento dos ossos, doenças cardiovasculares, diminuição do cálcio e do fósforo no sangue, raquitismo, osteoporose e até câncer.

“A vitamina D é produzida naturalmente pelo corpo por meio da pele, estimulada pela exposição moderada ao sol. A Sociedade de Endocrinologia recomenda que pessoas com risco de deficiência de vitamina D sejam examinadas com frequência para determinar o nível do nutriente no sangue e o próprio especialista é quem determina o melhor tratamento para cada caso”, explica Vieira.

  • Como posso adquiri-la? A principal forma de obter a vitamina D é por meio dos raios solares diretos na pele.
  • Assim, é recomendado que se tome de 15 a 20 minutos de sol ao dia.
  • É importante salientar que a quantidade de raios solares absorvidas é proporcional à quantidade de pele exposta – se você está na praia, de biquini, absorverá muito mais os raios solares do que em uma caminhada de camiseta e calça, por exemplo –, então, por isso, quando estamos na praia (com sunga, calção ou biquíni), adquirimos uma maior quantia dessa substância.

Também são fontes desse nutriente os alimentos de origem animal, como atum, sardinha, ovo e carne bovina. Porém, é importante não exagerar, já que há o risco de aumentar a gordura saturada em nosso organismo quando esses pratos são ingeridos em grandes quantidades é bastante alto.

  1. Outra opção é complementar os níveis da vitamina com o uso de suplementos.
  2. Mas, para isso, deve haver um acompanhamento e orientação médica especializada, para que não haja nenhum excesso deste nutriente para o nosso corpo.
  3. Então, o excesso também faz mal? Sim, a vitamina D em grandes quantias não é aconselhada.

Há o perigo de haver uma a elevação da concentração de cálcio no sangue, o que pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que os mais afetados são os rins, que podem até chegar a perder sua função. Fonte: http://www.suacorrida.com.br/ : Invista na vitamina D para emagrecer

Qual melhor vitamina D depois dos 40?

Kolid D3 – O suplemento Koli D3, fonte vitamina D3, é um ótimo aliado para repor o nutriente. Ele é i ndicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos), da osteoporose, no tratamento do raquitismo, da osteomalácia (enfraquecimento dos ossos) e na prevenção de quedas e fraturas em pacientes com deficiência de Vitamina D.

Pode tomar vitamina D de 1000 todos os dias?

Conclusão – A vitamina D é extremamente importante para sua saúde geral. Mesmo se você seguir uma dieta saudável, pode ser que você precise de suplementos para atingir níveis sanguíneos ideais. No entanto, também é possível que você já tenha o suficiente.

Certifique-se de evitar doses excessivas de vitamina D. Geralmente, para pessoas com níveis adequados de vitamina D, tomar suplementos de 4.000 UI ou menos por dia é considerado seguro. Os profissionais de saúde podem prescrever suplementos de vitamina D para pessoas com insuficiência ou deficiência. Eles irão monitorar seus níveis sanguíneos para garantir sua segurança e reduzirão sua dose ou irão interromper o suplemento quando atingir os níveis ideais.

Evite tomar suplementos de vitamina D em altas doses, a menos que esteja sendo monitorado por um profissional de saúde. Também é importante notar que alguns casos de toxicidade da vitamina D aconteceram porque as pessoas tomaram suplementos rotulados incorretamente.

Quanto tempo dura o tratamento com vitamina D?

Geriatrics, Gerontology and Aging RESUMO INTRODUÇÃO: A deficiência de vitamina D é frequentemente observada em idosos. No entanto, ainda pairam dúvidas acerca da reposição necessária para a normalização dos níveis séricos em idosos da comunidade. OBJETIVO: Avaliar a eficácia da reposição de vitamina D com doses orais semanais de 50.000 UI em idosos da comunidade do Distrito Federal. MÉTODOS: Estudo clínico, de intervenção, quasi-experimental, com 89 voluntários da comunidade, com 60 anos ou mais, residentes no Distrito Federal, 15°S. Foram analisadas variáveis sobre hábitos, uso de medicações, dosagem (quimioluminescência) das concentrações séricas de 25(OH)D, paratormônio (PTH), cálcio e fósforo. A suplementação com vitamina D3 foi realizada em 24 voluntários com suficiência de 25-OH vitD ( > 30 ng/mL) na dose de 800 UI ao dia. Em 20 voluntários com deficiência de 25-OH vitD (< 20 ng/ml) e em 45 voluntários com insuficiência de 25-OH vitD (20 a 29 ng/mL) foi utilizada uma dose de vitamina D3 de 50.000 UI por semana, por 8 semanas. RESULTADOS: A hipovitaminose D foi identificada em 70,9%, sendo deficiência em 24,3% e insuficiência em 46,6%. A suplementação durante 8 semanas resultou em ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas de 25(OH)D. No grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2% dos voluntários, normalização em 46,1% e deficiência em 4,6%. No grupo com deficiência os ganhos médios foram de 12,90 ng/mL (ganho de 92,5%), sendo de 7,80 ng/mL (ganho de 33,0%) para o grupo dos deficientes e 5,25 ng/mL (ganho de 16,0%) para o grupo com suficiência. Não houve evidência de ligação dos ganhos com as variáveis sexo e faixa etária. Os pacientes tratados com antipsicóticos e bifosfonados apresentaram ganhos inferiores à média. CONCLUSÕES: Apesar do ganho estatisticamente significativo — média de 8,2 ng/mL — nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, a análise dos resultados indicou que, após o tratamento da hipovitaminose D, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas. Voluntários em uso de antipsicóticos e bifosfonados tiveram significativamente menores ganhos nas concentrações de vitamina D com a reposição. Palavras-chave: vitamina D; deficiência de vitamina D; idoso; terapêutica. ABSTRACT INTRODUCTION: Vitamin D deficiency is frequently noticed in the elderly. However, there are still doubts about the supplementation levels required to achieve the normalization of such deficiency. OBJECTIVE: To evaluate the efficacy of vitamin D replacement with weekly oral doses of 50,000 IU in community elders of the Federal District, Brazil. METHODS: Clinical, interventional, quasi-experimental study with 89 community volunteers, aged 60 and older, living in the Federal District, 15°S. Variables on habits, medication use, dosage (chemiluminescence) of serum 25 (OH) D, parathyroid hormone (PTH), calcium, and phosphorus were analyzed. Supplementation with vitamin D3 was performed in 24 volunteers with sufficient 25-OH VITD ( > 30 ng/mL) at a dose of 800 IU per day; in 20 subjects with deficiency of 25-OH VITD (< 20 ng/mL), and in 45 subjects with insufficiency of 25-OH VITD (20 to 29 ng/mL) a dose of 50,000 IU per week for 8 weeks was used. RESULTS: Hypovitaminosis D was identified in 70.9% being deficient in 24.3% and insufficient in 46.6% of the subjects. Supplementation for 8 weeks resulted in an average gain of 8.27 ng/mL. In the group with D hypovitaminosis, there was a persistent insufficiency in 49.2% of volunteers, adequacy in 46.1% and deficiency only in 4.6%. In the group with deficiency the average gain were 12.90 ng/mL (92.5% gain), being 7.80 ng/mL (33.0% gain) in the deficiency group and 5.25 ng/mL (16.0% gain) for the group with no vitamin D deficiency. There was no evidence connecting the gains to gender and age group. Patients treated with antipsychotics and bisphosphonates had lower gains compared to the average. CONCLUSIONS: Despite the statistically significant gain — mean 8.2 ng/mL — in volunteers who received a dose of 50,000 IU of vitamin D3 weekly, results show that after the treatment of vitamin D deficiency, 58.3% of pacients with hyposufficiency did not reach normal concentrations in the period of 8 weeks. Volunteers taking antipsychotics and bisphosphonates had significant smaller gains in vitamin D concentrations with the supplementation.

  • Keywords: vitamin D; vitamin D deficiency; aged; therapeutics.
  • INTRODUÇÃO
  • O Brasil está vivenciando rápido processo de envelhecimento populacional, e fatores fisiológicos e mudanças no estilo de vida fazem com que a população geriátrica seja mais susceptível à hipovitaminose D e a todas as suas consequências negativas.1,2

Em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, latitude 30°S, um estudo transversal com 81 adultos internados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre evidenciou hipovitaminose D grave (25(OH)D < 10 ng/mL) em 33,7%, e moderada (25(OH)D entre 10 e 20 ng/mL) em 44,5% dos pacientes. Os níveis séricos de 25(OH)D foram inferiores a 20 ng/mL em 77,8% dos pacientes, sendo as dosagens realizadas por radioimunoensaio.3 Outros estudos no Brasil têm demonstrado valores semelhantes.2 Como grande parte da vitamina D é obtida pela exposição solar, é importante fornecer orientações consistentes aos pacientes. O horário com maior concentração de radiação UVB (290 a 315 nm), responsável pela conversão do 7-DHC em vitamina D, é entre 10 e 14 horas.4 A produção de vitamina D só acontece quando se atinge 1/4 da dose eritematosa mínima, que é a quantidade de radiação necessária para desencadear um discreto eritema na pele após 24 horas e que equivale à queimadura de grau leve da pele.5 Portanto, o tempo de exposição necessário para a produção de vitamina D varia de acordo com o fototipo, o horário de exposição, a altitute, a latitude, a estação do ano e as condições climáticas. É importante orientar que a exposição da face é desnecessária, pois produz mínimas quantidades de vitamina D 5,6 e é desaconselhável pela dificuldade terapêutica de alguns cânceres relacionados à exposição solar. Segundo a Endocrine Society 7 e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), 8 para alcançar a melhor saúde óssea é recomendável a suplementação de crianças até 1 ano com pelo menos 400 UI/dia; entre 1 e 70 anos com pelo menos 600 UI/dia; enquanto que acima dos 70 anos com 800 UI/dia. Segundo recomendação da SBEM, para indivíduos com osteoporose e risco de fratura aumentado, recomenda-se concentrações de 25(OH)D mantidas acima de 30 ng/mL para benefícios plenos sobre a prevenção do hiperparatiroidismo secundário, diminuição do risco de quedas e melhora da densidade mineral óssea (DMO). Para isso, são necessárias doses diárias entre 1.000 e 2.000 UI.3,9 A vitamina D pode ser administrada diariamente, semanalmente, mensalmente, trimestralmente ou semestralmente.3,5,9 Não parece haver diferença na absorção da vitamina D considerando-se o tipo de refeição ou jejum. Segundo recomendações da SBEM, embora a suplementação e o tratamento possam ser feitos com ambos os metabólitos da vitamina D, deve-se preferir a vitamina D3, pelas vantagens sobre a manutenção de concentrações mais estáveis.8 As doses para tratamento variam de acordo com o grau de deficiência e com a meta a ser atingida. De maneira geral, quando a 25(OH)D está muito abaixo de níveis desejados (abaixo de 20 ng/mL), faz-se necessário um esquema de ataque para repor os estoques corporais. Recomenda-se 50.000 UI/semana (ou 7.000 UI/dia) de vitamina D3 por 6 a 8 semanas.5,7,10 Caso a meta de 25(OH)D não seja atingida, um novo ciclo pode ser proposto. Como pode existir variação individual na resposta ao tratamento, a reavaliação dos valores plasmáticos após cada ciclo mostra-se ideal até que a meta seja alcançada, especialmente nos casos de deficiências mais graves.8 A manutenção em adultos mostrou eficácia e segurança com a administração de 50.000 UI de vitamina D2 a cada duas semanas, mantendo concentrações de 25(OH)D em torno de 40 a 60 ng/mL.3,5,8 Recentemente, uma revisão sistemática da Cochrane demonstrou que a suplementação de vitamina D associada ao cálcio pode reduzir o número de fraturas nas áreas dos quadris 11 das pessoas idosas, frágeis e confinadas em instituições. Especificamente, a suplementação de vitamina D3 parece diminuir a taxa de mortalidade em mulheres idosas institucionalizadas e dependentes de cuidados.12 A European Society for Clinical and Economic Aspects of Osteoporosis and Osteoarthritis (ESCEO) recomenda que, em idosos e mulheres menopausadas, as concentrações séricas de 25(OH)D devem ser mantidas acima de 20 ng/mL, pois abaixo dessas concentrações observa-se aumento da remodelação e perdas ósseas, acompanhadas de possíveis defeitos de mineralização; ainda são mencionados aumento da fragilidade, de fraturas não vertebrais e de ossos dos quadris 5 e aumento da mortalidade por causas cardiovasculares associadas aos baixos níveis de 25(OH)D.13 A vitamina D3 é bastante segura; quando administrada nas posologias recomendadas pela SBEM.- Doses de até 10.000 UI por dia por 5 meses — não induziram sinais de toxicidade, que se traduzem por hipercalcemia e hipercalciúria. Concentrações tóxicas de 25(OH)D (> 90 ng/mL) são dificilmente alcançadas com essas doses habituais.8 O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da reposição de vitamina D em idosos da comunidade com deficiência dessa vitamina, na dose de 50.000 UI semanais. MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de estudo clínico, intervencional e quasi-experimental. A população foi constituída de idosos não institucionalizados, com 60 anos de idade ou mais, de ambos os sexos, vida social ativa, residentes no Distrito Federal (DF), localizado entre os paralelos sul 15 e 16, assistidos pelos Centros de Saúde (CS) n° 9 do Cruzeiro Novo e n° 13 da 114/115 norte (CS n° 13/SES/DF), vinculados ao Complexo Regional de Saúde Norte da Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES/DF), recrutados no período de 10 de junho de 2014 a 30 de julho de 2014.

  1. Esses centros foram escolhidos porque desenvolvem atividades direcionadas a indivíduos com mais de 60 anos, como reuniões regulares e atividades diversas como automassagem, tai chi chuan, exercícios e danças — os denominados “grupo de idosos”.
  2. Foram excluídos os indivíduos incapazes de entender os procedimentos e benefícios do estudo, portadores de cánceres, insuficiência renal, insuficiência cardíaca grave, hiperparatiroidismo primário, aqueles que não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e os que não seguiram as determinações do protocolo.
  3. O estudo foi desenvolvido no período de junho a dezembro de 2014, em duas fases:

1. recrutamento dos participantes, aplicação do questionário, realização da primeira coleta de sangue e análise bioquímica; 2. avaliação dos resultados dos exames, separação dos participantes em dois grupos de tratamento de acordo com os resultados, orientação de uso e fornecimento de suplementação de vitamina D por oito semanas, e segunda coleta de sangue na nona semana. Na primeira fase do estudo foram selecionados os primeiros 105 indivíduos. Foram avaliadas as seguintes variáveis: idade (em anos); sexo (masculino, feminino); raça (branco, negro, amarelo ou pardo); fototipo de acordo com a Classificação de Fitzpatrick (I, II, III, IV, V e VI);14 índice de massa corporal (IMC), seguindo a classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) (< 18,5 - baixo peso; entre 18,5 e 24,9 - peso normal; 25 a 29,9 - sobrepeso; 30 ou mais - obeso);15 medicamentos em uso, registrados conforme o relato do paciente e, em seguida, agrupados em classes (hipoglicemiantes orais, anti-hipertensivos diuréticos, anti-hipertensivos não diuréticos, antiagregantes plaquetários, estatinas e outros redutores do colesterol, bifosfonados, cálcio, entre outros); horário e quantidade de tempo de exposição solar e prática de atividades esportivas. As coletas de sangue foram realizadas após oito horas de jejum, no turno matutino. As concentrações séricas de 25(OH) D foram determinadas pelo método de quimioluminescência, utilizando-se o aparelho Diasorin LIAISON TM (EUA). Foram consideradas as seguintes categorias, conforme concentrações, segundo a classificação da Sociedade Americana de Endocrinologia 7 e da SBEM: 8 deficiência de vitamina D se 25(OH)D < 20 ng/mL; insuficiência de vitamina D se 25(OH)D entre 20 e 29 ng/mL; e suficiência de vitamina D se 25(OH)D > 30 ng/mL. Na segunda etapa do estudo, após realização dos exames e avaliação dos resultados, os indivíduos que concordaram em continuar foram separados em dois grupos. Dos 105 idosos que iniciaram o estudo, 6 mulheres e 1 homem foram excluídos do estudo: 2 apresentaram hiperparatiroidismo primário, caracterizado por paratormônio (PTH) > 65 pg/mL e cálcio > 10,6 mg/dL; não se conseguiu contato com 2 deles; 1 recusou o tratamento; 1 apresentou intercorrências clínicas e 1 iniciou tratamento por conta própria. Para esses não foi oferecida a suplementação de vitamina D. Assim, 98 idosos (19 homens e 79 mulheres) seguiram para a segunda fase, separados em dois grupos: • Grupo A: voluntários que não tinham hipovitaminose D e receberam a dose de 800 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez ao dia, por 8 semanas; e • Grupo B: voluntários com hipovitaminose D que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez por semana, por 8 semanas. As pastilhas sublinguais foram produzidas e fornecidas sem ônus pela Farmacotécnica ® Farmácia de Manipulação. Não houve interferência sobre o tempo de exposição solar, pois a rotina pré-estabelecida dos idosos não foi alterada. Uma semana após o período de utilização da vitamina D, todos os indivíduos foram submetidos à nova coleta de sangue para avaliação das concentrações séricas de 25(OH) vitamina D e de PTH. Os participantes deste estudo foram seus próprios controles. No estudo de associação, o teste do χ 2 foi aplicado para as variáveis categóricas, enquanto os testes t de Student, Welch e ANOVA, para as variáveis contínuas. O valor para rejeição de hipótese nula foi considerado para p < 0,05. O software estatístico usado foi o R 3.1.0. (). Na segunda fase, as médias foram calculadas utilizando-se apenas os registros para os quais os dados de vitamina D antes e depois estavam presentes. O teste t de Student pareado utiliza essa premissa para sua execução. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde SES/DF. CAAE: 30848514.6.0000.5553, data da relatoria: 12/05/2014, número de parecer: 670.239 (FEPECS/SES/DF). RESULTADOS Dos 98 idosos que iniciaram a suplementação com a vitamina D3, 9 não realizaram a coleta final e foram excluídos. Assim, concluíram a segunda fase do estudo 89 voluntários, 18 homens e 71 mulheres, com média de idade de 70 anos, separados em Grupo A: 24 voluntários (8 homens e 16 mulheres) com concentrações de vitamina D normal e que fizeram reposição com 800 UI de vitamina D3 ao dia, por 8 semanas; e Grupo B: 65 voluntários (10 homens e 55 mulheres) com hipovitaminose D e que também fizeram reposição com 50.000 UI por semana por 8 semanas. Desses, 20 voluntários apresentaram deficiência e 45 insuficiência. A maioria dos voluntários declarou-se etnicamente branca (66,0%), e predominou o fototipo III (34,0%), seguido do fototipo IV (32,0%) e do fototipo II (24,3%). Nenhum dos entrevistados foi classificado como fototipo I de Fitzpatrick. No grupo de estudo, o IMC variou de 16,4 a 37,2 kg/m 2, com média de 26,5 kg/m 2, e 62,2% dos voluntários estavam com o IMC acima do esperado (Tabela 1). Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Conforme apresentado na Tabela 2, ocorreu elevação significativa nas concentrações séricas de vitamina D após a sua reposição (p < 0,001) (Figura 1). Observou-se ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas da 25(OH) D após as suplementações (p < 0,001), o que ocorreu em todos os grupos, mas proporcionalmente foi maior naqueles com deficiência (92,5%), seguido dos insuficientes (33%) e, portanto, com menor ganho nos normais (16%). Em relação ao sexo, o ganho nas concentrações de vitamina D foi semelhante entre homens e mulheres (p = 0,56). Também não houve diferença significativa nos ganhos em relação à faixa etária (p = 0,55). No período avaliado, entre os voluntários do grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2%, normalização das concentrações séricas de 25(OH)D em 46,1% e deficiência em 4,6%. Mesmo assim, observou-se redução da prevalência de hipovitaminose D para 39,2%. Ao final do estudo, houve predomínio de voluntários com concentrações normais (60,6%), conforme demonstrado na Figura 2. Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Figura 1 Demonstração das concentrações séricas de vitamina D de todos os voluntários antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Figura 2 Concentrações séricas de 25(OH)D antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. As Tabelas 3 e 4 demonstram a influência do uso de medicamentos com os ganhos absoluto e relativo das concentrações séricas de vitamina D. Observa-se que os voluntários que faziam uso de antipsicóticos (p = 0,001) ou bifosfonados (p = 0,04) tiveram ganhos absolutos e relativos significativamente menores nas concentrações de vitamina D com a reposição.

  • Na avaliação do ganho relativo, os voluntários que faziam uso de cálcio (p = 0,01) também apresentaram ganhos relativos significativamente menores.
  • O uso dos demais medicamentos não influenciou de modo significativo as concentrações de vitamina D após a sua suplementação.
  • Avaliando-se a interferência do uso de medicamentos no aumento das concentrações séricas de vitamina D, observou-se que os ganhos absolutos foram significativamente menores (p = 0,04; teste de Tukey) em voluntários usuários de quatro ou mais medicamentos, em comparação com voluntários que não utilizavam nenhum medicamento.
See also:  Qual A Cor Do Amor?

Esse achado não se repetiu entre os usuários de quatro ou mais medicamentos e usuários de 1, 2 ou 3 medicamentos e nem na avaliação dos ganhos relativos. DISCUSSÃO Nosso estudo demonstrou que, após 8 semanas de reposição com 50.000 UI de vitamina D3, os voluntários do grupo com hipovitaminose D (Grupo B) mantiveram a persistência de insuficiência em 49,2%, a normalização em 46,1% e a deficiência em somente 4,6%.

  • Achados esses inferiores aos de Daroux et al.16 e Vashi et al., 17 sempre considerando as divergências desses estudos com o presente.
  • Após a suplementação, o ganho médio estimado pelos autores nas concentrações séricas da 25(OH)D foi de 8,27 ng/mL, ganho semelhante aos descritos por Sakali et al., 18 mas inferiores aos descritos por Al-Zahrani et al.19 e menores do que cálculo sugerido por Maeda et al.8 de aumento de 0,7 a 1,0 ng/mL nas concentrações de 25(OH) D para cada 100 UI suplementada.

Em termos absolutos, esses aumentos foram maiores nos voluntários com deficiência (81%), seguidos daqueles com insuficiência (32%) e aqueles com concentrações normais (15%). Como já reconhecido por Canto-Costa et al., 20 o aumento nas concentrações séricas foram maiores naqueles indivíduos com valores iniciais mais baixos.

Não houve evidências de ligação entre ganhos absoluto e relativo com as variáveis sexo e faixa etária. Esses relatos foram observados por Moreira-Pfrimer et al.21 Há poucos estudos de avaliação da resposta à suplementação da vitamina D em idosos saudáveis e há dificuldade na comparação, pelas peculiaridades de cada estudo.

Na avaliação dos ganhos nas concentrações séricas de vitamina D, de acordo com o uso de medicamentos, foram encontradas diferenças significativas nas variáveis neuroléptico (p = 0,001) e bifosfonados (p = 0,04). Observou-se ganhos absolutos de vitamina D significativamente inferiores à média dos demais tratamentos, nos pacientes tratados com esses medicamentos.

Formosa et al., 22 Baek et al., 23 Pedrera et al.24 e Lima et al.25 destacaram tal característica nos indivíduos em uso de anticonvulsivantes. Apesar de haver estudos para avaliar qual a dose e o tempo ideais de reposição de vitamina D, o tema ainda permanece controverso. Gallagher et al., 26 em um estudo randomizado e controlado por placebo, acompanharam, por 1 ano, 163 mulheres brancas, na pós-menopausa, saudáveis e com insuficiência de vitamina D, após sua suplementação nas doses de 400, 800, 1.600, 2.400, 3.200, 4.000 ou 4.800 UI, 1 vez ao dia.

Os desfechos primários foram os níveis de 25(OH)D e PTH aos 6 e 12 meses. A dosagem sérica final média foi de 42 ng/mL após 2.400 UI/dia, e 47 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em brancos, e 39 ng/mL depois de 2.400 UI/dia, e 50 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em afro-americanos.

  1. O estudo apresentou algumas limitações: o grupo foi composto por idosos ativos que habitavam região de nível social não representativo da população idosa do Distrito Federal.
  2. Membros desses grupos são provavelmente mais ativos, mais preocupados com a saúde e, talvez, mais saudáveis em relação aos outros idosos da região, pois são membros de uma organização comunitária promotora de ações para envelhecimento saudável.

Além disso, os membros voluntários do estudo provavelmente representam a parcela que valoriza o envelhecimento saudável, preocupada com os benefícios da vitamina D e que já faziam essa suplementação.9 Aspectos relacionados à aderência ao tratamento também não puderam ser controlados.

O uso de determinadas medicações, a presença de comorbidades ou o uso prévio de suplementação de vitamina D, que podem interferir no metabolismo da vitamina D, não foram critérios de exclusão, pois a intenção dos pesquisadores foi retratar da forma mais próxima possível a realidade da população para a qual a SES/ DF deve programar a política de saúde.

Não foram realizados exames laboratoriais para avaliação das funções renal ou hepática e nem uma segunda dosagem do cálcio e fósforo séricos. Não houve grupo controle utilizando vitamina D3 comercial.9,27 CONCLUSÕES Apesar do ganho estatisticamente significativo após o tratamento da hipovitaminose D – média de 8,2 ng/mL – nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas.

  • CONFLITO DE INTERESSES
  • Os autores declaram não haver conflito de interesses.
  • REFERÊNCIAS

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Pode tomar vitamina D de uso contínuo?

Em um mundo que nos exige mais tempo entre paredes, seja do escritório ou em casa, fazendo home office, o contato com os raios solares se restringe, o que pode acarretar em consequências nada agradáveis para o organismo. Uma delas é a falta de vitamina D.

  • Esse nutriente é importante para a absorção de cálcio, além de desempenhar outras funções, relacionadas à imunidade e ao sistema digestório.
  • O médico endocrinologista, Marcelo Pedro Ramos, explica que o nutriente é produzido a partir da incidência da luz solar sobre a pele: “Em torno de 80% a 90% da vitamina D é formada quando os raios solares (UVB) entram em contato com a pele, o que ativa sua produção inicial a partir de partículas de colesterol.

O restante é de origem alimentar. A sua metabolização é realizada no fígado e nos rins, órgãos responsáveis por transformá-la em sua forma ativa. Quando ela atinge essa fase, pode ser absorvida e utilizada pelo corpo em diversas funções essenciais”. Entre os locais que a vitamina D mais atua no organismo estão os sistemas muscular, ósseo e imunológico.

“Ela auxilia na absorção de cálcio a nível de trato digestório, auxiliando na formação e na manutenção de ossos e dentes. Também age no sistema muscular e imunológico, no processo de força muscular e resposta imunológica, respectivamente”, conta o especialista. Ao aprofundar-se nessa questão do sistema imunológico, o médico endocrinologista afirma que a Vitamina D é uma força importante no processo de defender o organismo de agentes causadores de doenças: “Existem evidências de que a vitamina D atua sim na imunidade, pois existem receptores para esse nutriente em praticamente todas as células de nosso organismo.

Há ainda vários estudos experimentais em que a vitamina D mostrou estimular a proliferação de células de defesa e a produção de substâncias antimicrobianas, aumentando, assim, a eliminação de bactérias, vírus e fungos”. De acordo com Ramos, a dose ideal diária de vitamina D varia para cada pessoa, porém, acredita-se que, em pessoas com níveis normais, a quantidade ao dia pode variar entre 1000 a 5000 Ui (Unidade Internacional), o que equivale a doses de 25 a 125 microgramas.

  • Para quem busca esse nutriente na dieta, o profissional explica que os alimentos não concentram grandes quantidades da vitamina, mas que ainda é possível encontrá-la em: salmão, ostras, sardinhas, cavala, atum em conserva, óleo de fígado de bacalhau, leite integral, gema de ovo e cogumelos.
  • Suplementação de vitamina D Outra forma de se obter vitamina D é a suplementação.

Contudo, não é recomendado tomá-la sem orientação médica. “O ideal seria passar em consulta médica e dosar a vitamina D por meio de um exame de sangue. Ao tomar a suplementação sem a supervisão de um médico, pode-se ingerir uma dose inadequada, abaixo ou acima do nível correto.

Em casos do uso excessivo, por exemplo, pode ocorrer uma intoxicação por vitamina D no organismo, desencadeando outros problemas para a saúde”, observa o médico. Soma-se isso ao fato de que nem todas as pessoas precisam tomar vitamina D como suplementação regularmente, conforme diz Ramos: “Todas as pessoas podem dosar, porém, não é indicado uma avaliação rotineira de dosagem do nutriente para pessoas saudáveis.

Isso deve ser mais direcionado para pessoas consideradas do grupo de risco, pois possuem uma maior probabilidade de desenvolver problemas pela deficiência da vitamina”. Segundo o profissional, estão no grupo de risco:

Pessoas com exposição solar limitada; Idosos acima de 60 anos de idade; Pessoas com obesidade ou que sofrem com síndromes de má absorção no trato digestório; Pessoas com osteoporose ou com fraturas e quedas recorrentes; Gestantes; Diabéticos; Pessoas com câncer, doenças auto-imunes e renal crônica; Pessoas com insuficiência hepática; Pessoas em tratamento com medicamentos de uso contínuo, por exemplo, corticoides, anticonvulsivantes e antirretrovirais.

O tempo para dosagem também varia, entretanto, em casos mais complexos, o médico afirma: “Para pessoas do grupo de risco que estão em tratamento, a dosagem para acompanhamento pode ser realizada a cada 6 ou 12 meses”. Exponha-se ao Sol É preciso se expor ao Sol para manter o nível adequado de vitamina D e, mesmo com as dificuldades impostas pela vida moderna, que fazem o ser humano permanecer em ambientes fechados, é possível cuidar dessa questão com poucos minutos ao dia.

Deve-se tentar uma exposição solar adequada, em horários de segurança para não aumentar o risco de câncer de pele. O período do dia mais propício para estimular a obtenção de vitamina D é entre 10h e 15h. Isso porque é nessa faixa de tempo que a incidência de raios UVB atinge seu pico. Todavia, no verão ou em temperaturas acima de 30º C, é melhor evitar o sol do meio-dia, que pode ser muito intenso e perigoso; Ficar exposto aos raios solares, sem protetor solar, por 15 minutos, gera 3000 UI (75 microgramas) de vitamina D para pessoas de pele clara. Quem tem a pele mais escura deve ficar mais tempo, cerca de 30 a 60 minutos, pois a quantidade de melanina dificulta a absorção dos raios UVB; Faça isso, pelo menos, 3 vezes por semana.

Vale lembrar que, nos casos em que não seja possível se expor aos raios solares, ou seja contra-indicado, é preciso buscar um tratamento de suplementação regular e, sempre, fazê-lo acompanhado por um médico. Publicado em: 08/07/2021 08h42 – Atualizado em: 08/07/2021 08h43

É bom tomar vitamina D todos os dias?

Posso tomar vitamina D todos os dias? Como obter e principais dosagens! | Blog Addera 2121/07/2023 ” Afinal, eu posso tomar vitamina D todos os dias? “. Se você já se fez essa pergunta, podemos adiantar que sim, o corpo humano precisa absorver esse e outros nutrientes diariamente.

  1. Sabia disso? Falando especialmente da, um nutriente que participa de muitos processos no organismo, existe uma dose de manutenção, que nada mais é do que a quantidade que você precisa obter por dia para manter os níveis do nutriente dentro do normal.
  2. ¹ Para isso, você pode aumentar sua exposição solar, consumir alimentos com vitamina D ou suplementar o nutriente, caso haja indicação médica.

A seguir, veja tudo sobre essa vitamina e como fornecer ao organismo a dose ideal diariamente. Confira!

Como devo tomar vitamina D de 1000?

Tomar 1 vez ao dia sempre com uma fonte de gordura. Gravidez, Lactação, Menores de 12 anos de idade.1. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado, podendo ser este, o Farmacêutico.

Quanto tempo se deve tomar vitamina D?

Geriatrics, Gerontology and Aging RESUMO INTRODUÇÃO: A deficiência de vitamina D é frequentemente observada em idosos. No entanto, ainda pairam dúvidas acerca da reposição necessária para a normalização dos níveis séricos em idosos da comunidade. OBJETIVO: Avaliar a eficácia da reposição de vitamina D com doses orais semanais de 50.000 UI em idosos da comunidade do Distrito Federal. MÉTODOS: Estudo clínico, de intervenção, quasi-experimental, com 89 voluntários da comunidade, com 60 anos ou mais, residentes no Distrito Federal, 15°S. Foram analisadas variáveis sobre hábitos, uso de medicações, dosagem (quimioluminescência) das concentrações séricas de 25(OH)D, paratormônio (PTH), cálcio e fósforo. A suplementação com vitamina D3 foi realizada em 24 voluntários com suficiência de 25-OH vitD ( > 30 ng/mL) na dose de 800 UI ao dia. Em 20 voluntários com deficiência de 25-OH vitD (< 20 ng/ml) e em 45 voluntários com insuficiência de 25-OH vitD (20 a 29 ng/mL) foi utilizada uma dose de vitamina D3 de 50.000 UI por semana, por 8 semanas. RESULTADOS: A hipovitaminose D foi identificada em 70,9%, sendo deficiência em 24,3% e insuficiência em 46,6%. A suplementação durante 8 semanas resultou em ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas de 25(OH)D. No grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2% dos voluntários, normalização em 46,1% e deficiência em 4,6%. No grupo com deficiência os ganhos médios foram de 12,90 ng/mL (ganho de 92,5%), sendo de 7,80 ng/mL (ganho de 33,0%) para o grupo dos deficientes e 5,25 ng/mL (ganho de 16,0%) para o grupo com suficiência. Não houve evidência de ligação dos ganhos com as variáveis sexo e faixa etária. Os pacientes tratados com antipsicóticos e bifosfonados apresentaram ganhos inferiores à média. CONCLUSÕES: Apesar do ganho estatisticamente significativo — média de 8,2 ng/mL — nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, a análise dos resultados indicou que, após o tratamento da hipovitaminose D, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas. Voluntários em uso de antipsicóticos e bifosfonados tiveram significativamente menores ganhos nas concentrações de vitamina D com a reposição. Palavras-chave: vitamina D; deficiência de vitamina D; idoso; terapêutica. ABSTRACT INTRODUCTION: Vitamin D deficiency is frequently noticed in the elderly. However, there are still doubts about the supplementation levels required to achieve the normalization of such deficiency. OBJECTIVE: To evaluate the efficacy of vitamin D replacement with weekly oral doses of 50,000 IU in community elders of the Federal District, Brazil. METHODS: Clinical, interventional, quasi-experimental study with 89 community volunteers, aged 60 and older, living in the Federal District, 15°S. Variables on habits, medication use, dosage (chemiluminescence) of serum 25 (OH) D, parathyroid hormone (PTH), calcium, and phosphorus were analyzed. Supplementation with vitamin D3 was performed in 24 volunteers with sufficient 25-OH VITD ( > 30 ng/mL) at a dose of 800 IU per day; in 20 subjects with deficiency of 25-OH VITD (< 20 ng/mL), and in 45 subjects with insufficiency of 25-OH VITD (20 to 29 ng/mL) a dose of 50,000 IU per week for 8 weeks was used. RESULTS: Hypovitaminosis D was identified in 70.9% being deficient in 24.3% and insufficient in 46.6% of the subjects. Supplementation for 8 weeks resulted in an average gain of 8.27 ng/mL. In the group with D hypovitaminosis, there was a persistent insufficiency in 49.2% of volunteers, adequacy in 46.1% and deficiency only in 4.6%. In the group with deficiency the average gain were 12.90 ng/mL (92.5% gain), being 7.80 ng/mL (33.0% gain) in the deficiency group and 5.25 ng/mL (16.0% gain) for the group with no vitamin D deficiency. There was no evidence connecting the gains to gender and age group. Patients treated with antipsychotics and bisphosphonates had lower gains compared to the average. CONCLUSIONS: Despite the statistically significant gain — mean 8.2 ng/mL — in volunteers who received a dose of 50,000 IU of vitamin D3 weekly, results show that after the treatment of vitamin D deficiency, 58.3% of pacients with hyposufficiency did not reach normal concentrations in the period of 8 weeks. Volunteers taking antipsychotics and bisphosphonates had significant smaller gains in vitamin D concentrations with the supplementation.

  • Keywords: vitamin D; vitamin D deficiency; aged; therapeutics.
  • INTRODUÇÃO
  • O Brasil está vivenciando rápido processo de envelhecimento populacional, e fatores fisiológicos e mudanças no estilo de vida fazem com que a população geriátrica seja mais susceptível à hipovitaminose D e a todas as suas consequências negativas.1,2

Em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, latitude 30°S, um estudo transversal com 81 adultos internados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre evidenciou hipovitaminose D grave (25(OH)D < 10 ng/mL) em 33,7%, e moderada (25(OH)D entre 10 e 20 ng/mL) em 44,5% dos pacientes. Os níveis séricos de 25(OH)D foram inferiores a 20 ng/mL em 77,8% dos pacientes, sendo as dosagens realizadas por radioimunoensaio.3 Outros estudos no Brasil têm demonstrado valores semelhantes.2 Como grande parte da vitamina D é obtida pela exposição solar, é importante fornecer orientações consistentes aos pacientes. O horário com maior concentração de radiação UVB (290 a 315 nm), responsável pela conversão do 7-DHC em vitamina D, é entre 10 e 14 horas.4 A produção de vitamina D só acontece quando se atinge 1/4 da dose eritematosa mínima, que é a quantidade de radiação necessária para desencadear um discreto eritema na pele após 24 horas e que equivale à queimadura de grau leve da pele.5 Portanto, o tempo de exposição necessário para a produção de vitamina D varia de acordo com o fototipo, o horário de exposição, a altitute, a latitude, a estação do ano e as condições climáticas. É importante orientar que a exposição da face é desnecessária, pois produz mínimas quantidades de vitamina D 5,6 e é desaconselhável pela dificuldade terapêutica de alguns cânceres relacionados à exposição solar. Segundo a Endocrine Society 7 e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), 8 para alcançar a melhor saúde óssea é recomendável a suplementação de crianças até 1 ano com pelo menos 400 UI/dia; entre 1 e 70 anos com pelo menos 600 UI/dia; enquanto que acima dos 70 anos com 800 UI/dia. Segundo recomendação da SBEM, para indivíduos com osteoporose e risco de fratura aumentado, recomenda-se concentrações de 25(OH)D mantidas acima de 30 ng/mL para benefícios plenos sobre a prevenção do hiperparatiroidismo secundário, diminuição do risco de quedas e melhora da densidade mineral óssea (DMO). Para isso, são necessárias doses diárias entre 1.000 e 2.000 UI.3,9 A vitamina D pode ser administrada diariamente, semanalmente, mensalmente, trimestralmente ou semestralmente.3,5,9 Não parece haver diferença na absorção da vitamina D considerando-se o tipo de refeição ou jejum. Segundo recomendações da SBEM, embora a suplementação e o tratamento possam ser feitos com ambos os metabólitos da vitamina D, deve-se preferir a vitamina D3, pelas vantagens sobre a manutenção de concentrações mais estáveis.8 As doses para tratamento variam de acordo com o grau de deficiência e com a meta a ser atingida. De maneira geral, quando a 25(OH)D está muito abaixo de níveis desejados (abaixo de 20 ng/mL), faz-se necessário um esquema de ataque para repor os estoques corporais. Recomenda-se 50.000 UI/semana (ou 7.000 UI/dia) de vitamina D3 por 6 a 8 semanas.5,7,10 Caso a meta de 25(OH)D não seja atingida, um novo ciclo pode ser proposto. Como pode existir variação individual na resposta ao tratamento, a reavaliação dos valores plasmáticos após cada ciclo mostra-se ideal até que a meta seja alcançada, especialmente nos casos de deficiências mais graves.8 A manutenção em adultos mostrou eficácia e segurança com a administração de 50.000 UI de vitamina D2 a cada duas semanas, mantendo concentrações de 25(OH)D em torno de 40 a 60 ng/mL.3,5,8 Recentemente, uma revisão sistemática da Cochrane demonstrou que a suplementação de vitamina D associada ao cálcio pode reduzir o número de fraturas nas áreas dos quadris 11 das pessoas idosas, frágeis e confinadas em instituições. Especificamente, a suplementação de vitamina D3 parece diminuir a taxa de mortalidade em mulheres idosas institucionalizadas e dependentes de cuidados.12 A European Society for Clinical and Economic Aspects of Osteoporosis and Osteoarthritis (ESCEO) recomenda que, em idosos e mulheres menopausadas, as concentrações séricas de 25(OH)D devem ser mantidas acima de 20 ng/mL, pois abaixo dessas concentrações observa-se aumento da remodelação e perdas ósseas, acompanhadas de possíveis defeitos de mineralização; ainda são mencionados aumento da fragilidade, de fraturas não vertebrais e de ossos dos quadris 5 e aumento da mortalidade por causas cardiovasculares associadas aos baixos níveis de 25(OH)D.13 A vitamina D3 é bastante segura; quando administrada nas posologias recomendadas pela SBEM.- Doses de até 10.000 UI por dia por 5 meses — não induziram sinais de toxicidade, que se traduzem por hipercalcemia e hipercalciúria. Concentrações tóxicas de 25(OH)D (> 90 ng/mL) são dificilmente alcançadas com essas doses habituais.8 O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da reposição de vitamina D em idosos da comunidade com deficiência dessa vitamina, na dose de 50.000 UI semanais. MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de estudo clínico, intervencional e quasi-experimental. A população foi constituída de idosos não institucionalizados, com 60 anos de idade ou mais, de ambos os sexos, vida social ativa, residentes no Distrito Federal (DF), localizado entre os paralelos sul 15 e 16, assistidos pelos Centros de Saúde (CS) n° 9 do Cruzeiro Novo e n° 13 da 114/115 norte (CS n° 13/SES/DF), vinculados ao Complexo Regional de Saúde Norte da Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES/DF), recrutados no período de 10 de junho de 2014 a 30 de julho de 2014.

  1. Esses centros foram escolhidos porque desenvolvem atividades direcionadas a indivíduos com mais de 60 anos, como reuniões regulares e atividades diversas como automassagem, tai chi chuan, exercícios e danças — os denominados “grupo de idosos”.
  2. Foram excluídos os indivíduos incapazes de entender os procedimentos e benefícios do estudo, portadores de cánceres, insuficiência renal, insuficiência cardíaca grave, hiperparatiroidismo primário, aqueles que não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e os que não seguiram as determinações do protocolo.
  3. O estudo foi desenvolvido no período de junho a dezembro de 2014, em duas fases:
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1. recrutamento dos participantes, aplicação do questionário, realização da primeira coleta de sangue e análise bioquímica; 2. avaliação dos resultados dos exames, separação dos participantes em dois grupos de tratamento de acordo com os resultados, orientação de uso e fornecimento de suplementação de vitamina D por oito semanas, e segunda coleta de sangue na nona semana. Na primeira fase do estudo foram selecionados os primeiros 105 indivíduos. Foram avaliadas as seguintes variáveis: idade (em anos); sexo (masculino, feminino); raça (branco, negro, amarelo ou pardo); fototipo de acordo com a Classificação de Fitzpatrick (I, II, III, IV, V e VI);14 índice de massa corporal (IMC), seguindo a classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) (< 18,5 - baixo peso; entre 18,5 e 24,9 - peso normal; 25 a 29,9 - sobrepeso; 30 ou mais - obeso);15 medicamentos em uso, registrados conforme o relato do paciente e, em seguida, agrupados em classes (hipoglicemiantes orais, anti-hipertensivos diuréticos, anti-hipertensivos não diuréticos, antiagregantes plaquetários, estatinas e outros redutores do colesterol, bifosfonados, cálcio, entre outros); horário e quantidade de tempo de exposição solar e prática de atividades esportivas. As coletas de sangue foram realizadas após oito horas de jejum, no turno matutino. As concentrações séricas de 25(OH) D foram determinadas pelo método de quimioluminescência, utilizando-se o aparelho Diasorin LIAISON TM (EUA). Foram consideradas as seguintes categorias, conforme concentrações, segundo a classificação da Sociedade Americana de Endocrinologia 7 e da SBEM: 8 deficiência de vitamina D se 25(OH)D < 20 ng/mL; insuficiência de vitamina D se 25(OH)D entre 20 e 29 ng/mL; e suficiência de vitamina D se 25(OH)D > 30 ng/mL. Na segunda etapa do estudo, após realização dos exames e avaliação dos resultados, os indivíduos que concordaram em continuar foram separados em dois grupos. Dos 105 idosos que iniciaram o estudo, 6 mulheres e 1 homem foram excluídos do estudo: 2 apresentaram hiperparatiroidismo primário, caracterizado por paratormônio (PTH) > 65 pg/mL e cálcio > 10,6 mg/dL; não se conseguiu contato com 2 deles; 1 recusou o tratamento; 1 apresentou intercorrências clínicas e 1 iniciou tratamento por conta própria. Para esses não foi oferecida a suplementação de vitamina D. Assim, 98 idosos (19 homens e 79 mulheres) seguiram para a segunda fase, separados em dois grupos: • Grupo A: voluntários que não tinham hipovitaminose D e receberam a dose de 800 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez ao dia, por 8 semanas; e • Grupo B: voluntários com hipovitaminose D que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 em pastilhas sublinguais, 1 vez por semana, por 8 semanas. As pastilhas sublinguais foram produzidas e fornecidas sem ônus pela Farmacotécnica ® Farmácia de Manipulação. Não houve interferência sobre o tempo de exposição solar, pois a rotina pré-estabelecida dos idosos não foi alterada. Uma semana após o período de utilização da vitamina D, todos os indivíduos foram submetidos à nova coleta de sangue para avaliação das concentrações séricas de 25(OH) vitamina D e de PTH. Os participantes deste estudo foram seus próprios controles. No estudo de associação, o teste do χ 2 foi aplicado para as variáveis categóricas, enquanto os testes t de Student, Welch e ANOVA, para as variáveis contínuas. O valor para rejeição de hipótese nula foi considerado para p < 0,05. O software estatístico usado foi o R 3.1.0. (). Na segunda fase, as médias foram calculadas utilizando-se apenas os registros para os quais os dados de vitamina D antes e depois estavam presentes. O teste t de Student pareado utiliza essa premissa para sua execução. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde SES/DF. CAAE: 30848514.6.0000.5553, data da relatoria: 12/05/2014, número de parecer: 670.239 (FEPECS/SES/DF). RESULTADOS Dos 98 idosos que iniciaram a suplementação com a vitamina D3, 9 não realizaram a coleta final e foram excluídos. Assim, concluíram a segunda fase do estudo 89 voluntários, 18 homens e 71 mulheres, com média de idade de 70 anos, separados em Grupo A: 24 voluntários (8 homens e 16 mulheres) com concentrações de vitamina D normal e que fizeram reposição com 800 UI de vitamina D3 ao dia, por 8 semanas; e Grupo B: 65 voluntários (10 homens e 55 mulheres) com hipovitaminose D e que também fizeram reposição com 50.000 UI por semana por 8 semanas. Desses, 20 voluntários apresentaram deficiência e 45 insuficiência. A maioria dos voluntários declarou-se etnicamente branca (66,0%), e predominou o fototipo III (34,0%), seguido do fototipo IV (32,0%) e do fototipo II (24,3%). Nenhum dos entrevistados foi classificado como fototipo I de Fitzpatrick. No grupo de estudo, o IMC variou de 16,4 a 37,2 kg/m 2, com média de 26,5 kg/m 2, e 62,2% dos voluntários estavam com o IMC acima do esperado (Tabela 1). Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Conforme apresentado na Tabela 2, ocorreu elevação significativa nas concentrações séricas de vitamina D após a sua reposição (p < 0,001) (Figura 1). Observou-se ganho médio de 8,27 ng/mL nas concentrações séricas da 25(OH) D após as suplementações (p < 0,001), o que ocorreu em todos os grupos, mas proporcionalmente foi maior naqueles com deficiência (92,5%), seguido dos insuficientes (33%) e, portanto, com menor ganho nos normais (16%). Em relação ao sexo, o ganho nas concentrações de vitamina D foi semelhante entre homens e mulheres (p = 0,56). Também não houve diferença significativa nos ganhos em relação à faixa etária (p = 0,55). No período avaliado, entre os voluntários do grupo com hipovitaminose D, houve persistência de insuficiência em 49,2%, normalização das concentrações séricas de 25(OH)D em 46,1% e deficiência em 4,6%. Mesmo assim, observou-se redução da prevalência de hipovitaminose D para 39,2%. Ao final do estudo, houve predomínio de voluntários com concentrações normais (60,6%), conforme demonstrado na Figura 2. Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Figura 1 Demonstração das concentrações séricas de vitamina D de todos os voluntários antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. Qual Melhor Horario Para Tomar Vitamina D Figura 2 Concentrações séricas de 25(OH)D antes e após a suplementação de vitamina D3. Distrito Federal, 2015. As Tabelas 3 e 4 demonstram a influência do uso de medicamentos com os ganhos absoluto e relativo das concentrações séricas de vitamina D. Observa-se que os voluntários que faziam uso de antipsicóticos (p = 0,001) ou bifosfonados (p = 0,04) tiveram ganhos absolutos e relativos significativamente menores nas concentrações de vitamina D com a reposição.

  • Na avaliação do ganho relativo, os voluntários que faziam uso de cálcio (p = 0,01) também apresentaram ganhos relativos significativamente menores.
  • O uso dos demais medicamentos não influenciou de modo significativo as concentrações de vitamina D após a sua suplementação.
  • Avaliando-se a interferência do uso de medicamentos no aumento das concentrações séricas de vitamina D, observou-se que os ganhos absolutos foram significativamente menores (p = 0,04; teste de Tukey) em voluntários usuários de quatro ou mais medicamentos, em comparação com voluntários que não utilizavam nenhum medicamento.

Esse achado não se repetiu entre os usuários de quatro ou mais medicamentos e usuários de 1, 2 ou 3 medicamentos e nem na avaliação dos ganhos relativos. DISCUSSÃO Nosso estudo demonstrou que, após 8 semanas de reposição com 50.000 UI de vitamina D3, os voluntários do grupo com hipovitaminose D (Grupo B) mantiveram a persistência de insuficiência em 49,2%, a normalização em 46,1% e a deficiência em somente 4,6%.

  • Achados esses inferiores aos de Daroux et al.16 e Vashi et al., 17 sempre considerando as divergências desses estudos com o presente.
  • Após a suplementação, o ganho médio estimado pelos autores nas concentrações séricas da 25(OH)D foi de 8,27 ng/mL, ganho semelhante aos descritos por Sakali et al., 18 mas inferiores aos descritos por Al-Zahrani et al.19 e menores do que cálculo sugerido por Maeda et al.8 de aumento de 0,7 a 1,0 ng/mL nas concentrações de 25(OH) D para cada 100 UI suplementada.

Em termos absolutos, esses aumentos foram maiores nos voluntários com deficiência (81%), seguidos daqueles com insuficiência (32%) e aqueles com concentrações normais (15%). Como já reconhecido por Canto-Costa et al., 20 o aumento nas concentrações séricas foram maiores naqueles indivíduos com valores iniciais mais baixos.

Não houve evidências de ligação entre ganhos absoluto e relativo com as variáveis sexo e faixa etária. Esses relatos foram observados por Moreira-Pfrimer et al.21 Há poucos estudos de avaliação da resposta à suplementação da vitamina D em idosos saudáveis e há dificuldade na comparação, pelas peculiaridades de cada estudo.

Na avaliação dos ganhos nas concentrações séricas de vitamina D, de acordo com o uso de medicamentos, foram encontradas diferenças significativas nas variáveis neuroléptico (p = 0,001) e bifosfonados (p = 0,04). Observou-se ganhos absolutos de vitamina D significativamente inferiores à média dos demais tratamentos, nos pacientes tratados com esses medicamentos.

  1. Formosa et al., 22 Baek et al., 23 Pedrera et al.24 e Lima et al.25 destacaram tal característica nos indivíduos em uso de anticonvulsivantes.
  2. Apesar de haver estudos para avaliar qual a dose e o tempo ideais de reposição de vitamina D, o tema ainda permanece controverso.
  3. Gallagher et al., 26 em um estudo randomizado e controlado por placebo, acompanharam, por 1 ano, 163 mulheres brancas, na pós-menopausa, saudáveis e com insuficiência de vitamina D, após sua suplementação nas doses de 400, 800, 1.600, 2.400, 3.200, 4.000 ou 4.800 UI, 1 vez ao dia.

Os desfechos primários foram os níveis de 25(OH)D e PTH aos 6 e 12 meses. A dosagem sérica final média foi de 42 ng/mL após 2.400 UI/dia, e 47 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em brancos, e 39 ng/mL depois de 2.400 UI/dia, e 50 ng/mL depois de 4.800 UI/dia em afro-americanos.

O estudo apresentou algumas limitações: o grupo foi composto por idosos ativos que habitavam região de nível social não representativo da população idosa do Distrito Federal. Membros desses grupos são provavelmente mais ativos, mais preocupados com a saúde e, talvez, mais saudáveis em relação aos outros idosos da região, pois são membros de uma organização comunitária promotora de ações para envelhecimento saudável.

Além disso, os membros voluntários do estudo provavelmente representam a parcela que valoriza o envelhecimento saudável, preocupada com os benefícios da vitamina D e que já faziam essa suplementação.9 Aspectos relacionados à aderência ao tratamento também não puderam ser controlados.

O uso de determinadas medicações, a presença de comorbidades ou o uso prévio de suplementação de vitamina D, que podem interferir no metabolismo da vitamina D, não foram critérios de exclusão, pois a intenção dos pesquisadores foi retratar da forma mais próxima possível a realidade da população para a qual a SES/ DF deve programar a política de saúde.

Não foram realizados exames laboratoriais para avaliação das funções renal ou hepática e nem uma segunda dosagem do cálcio e fósforo séricos. Não houve grupo controle utilizando vitamina D3 comercial.9,27 CONCLUSÕES Apesar do ganho estatisticamente significativo após o tratamento da hipovitaminose D – média de 8,2 ng/mL – nos voluntários que receberam a dose de 50.000 UI de vitamina D3 semanal, 58,3% dos hipossuficientes não alcançaram concentrações de normalidade no período de 8 semanas.

  • CONFLITO DE INTERESSES
  • Os autores declaram não haver conflito de interesses.
  • REFERÊNCIAS

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Pode tomar vitamina D de tarde?

A vitamina D pode ser tomada à noite? – Sim, você pode tomar as doses de vitamina D em qualquer horário. Mas, aqui está uma “dica”: a vitamina D é um hormônio lipossolúvel, ou seja, precisa de gordura para ser absorvida pelo corpo.4 Por isso, é sempre recomendável que, antes de você tomar a vitamina D, consuma algum alimento que tenha gorduras naturais, como uma salada temperada com azeite ou uma carne grelhada.4 Entretanto, isso não é uma regra.