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Qual O Estado Mais Pobre Do Brasil?

Qual O Estado Mais Pobre Do Brasil

Quais são os estados mais pobres do Brasil?

Evolução da Pobreza As maiores populações em condição de pobreza foram observadas para os estado da Bahia, Pernambuco, Ceará, Maranhão e Minas Gerais. Já as maiores proporções foram observadas nos estados de Alagoas, Maranhão, Piauí, Ceará e Pernambuco.

Quais são os 3 estados mais pobres do Brasil?

Dez milhões saíram da pobreza no Brasil em 2022 Cerca de dez milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano. A informação faz parte do levantamento realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), obtido a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), sobre rendimento de todas as fontes do ano de 2022.

  • O estudo detalha as taxas de pobreza e extrema pobreza de cada estado nos anos de 2021 e 2022 e traz também a média nacional.
  • Para o cálculo das taxas, foram consideradas as linhas de pobreza e extrema pobreza estabelecidas pelo Banco Mundial, ou seja, US$ 6,85 per capita/dia e US$ 2,15 per capita/dia, respectivamente.

Os valores foram convertidos pela Paridade de Poder de Compra (PPC/2017), que é um método alternativo à taxa de câmbio e leva em conta o valor demandado para adquirir a mesma quantidade de bens e serviços no mercado interno de cada nação, em comparação com o mercado norte-americano.

Assim, as referências mensais das linhas de pobreza e extrema pobreza tomadas como limites foram de R$ 665,02 e R$ 208,73, para valores de 2022. O diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, o pesquisador e doutor em Geografia Pablo Lira, ressaltou que a pesquisa mostra que a taxa de pobreza brasileira reduziu de 38,2% para 33,0% entre 2021 e 2022.

“É preciso salientar que a taxa de 2021 foi a mais elevada dos últimos dez anos. A taxa de pobreza alcançada em 2022 retornou a um patamar próximo ao observado em 2020, que era de 32,7%”, explicou. Com isso, 10,47 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano.

  • No entanto, o número de pobres no País ainda é elevado, chegando a pouco mais de 70 milhões de indivíduos.
  • A pesquisa mostra ainda que o número de brasileiros vivendo na extrema pobreza também diminuiu, recuando de 20,03 milhões, em 2021, para 13,72 milhões de indivíduos vivendo em condições de miséria, em 2022.

Cerca de 6,3 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza. A taxa de extrema pobreza foi de 6,4% nesse último ano. Pablo Lira explica também que, em 2014, a taxa de miséria alcançou 5,5%, o menor nível da série histórica. Já em 2021, a taxa atingiu o maior patamar dos últimos dez anos, chegando a 9,4% da população brasileira.

  • A taxa de miséria brasileira mais recente é superior aos valores constatados em países como México (3,1%), por exemplo, segundo as estatísticas do Banco Mundial”, pontuou.
  • Depois dos picos históricos registrados em 2021, as taxas de pobreza e extrema pobreza reduziram em 2022, quando ocorreu a expansão de Programas de Transferência Condicionada de Renda (PTCR).

Além disso, foi observada uma melhoria no mercado de trabalho. Esses são alguns dos principais fatores que podem explicar o recuo da pobreza e miséria no País. “Em 2022, ano eleitoral, o Governo Federal buscava implementar o Auxílio Brasil no valor de R$ 400,00.

  1. Esse valor foi elevado para R$ 600,00 pela atuação do Congresso Nacional, o que contribuiu para diminuir a vulnerabilidade social.
  2. Ademais, vários governos estaduais e municipais expandiram PTCRs ao longo dos últimos anos.
  3. O Espírito Santo é um exemplo disso.
  4. O Estado conta com o Bolsa Capixaba e outros benefícios que complementam os repasses para pessoas inscritas no CadÚnico”, detalhou Lira.

Ele completou apontando que, no plano nacional, foi observada uma melhoria nos indicadores do mercado de trabalho. “Uma evidência disso foi o recuo na taxa de desemprego de 13,2% em 2021 para 9,3% em 2022, segundo informações da PNAD/IBGE”, disse. Pobreza nos estados A pesquisa traz um dado alarmante.

Das 27 Unidades da Federação (UFs) brasileiras, nove delas têm a maior parte da população composta por pessoas em situação de pobreza, a saber, Maranhão (58,9%), Amazonas (56,7%), Alagoas (56,2%), Paraíba (54,6%), Ceará (53,4%), Pernambuco (53,2%), Acre (52,9%), Bahia (51,6%) e Piauí (50,4%). Além desses, outros seis estados computaram taxas de pobreza acima da média nacional (33,0%), sendo eles Amapá (49,4%), Pará (49,1%), Sergipe (47,9%), Roraima (46,8%), Rio Grande do Norte (46,2%) e Tocantins (35,8%), todos localizados nas regiões Nordeste e Norte.

O estudo aponta ainda que as menores taxas foram contabilizadas no Rio Grande do Sul (18,2%), Distrito Federal (17,3%) e Santa Catarina (13,9%). Quatorze UFs apresentaram taxas de extrema pobreza superiores à média do País (6,4%). As mais elevadas foram constatadas no Maranhão (15,9%), Acre (14,7%) e Alagoas (14,1%), índices acima dos valores observados em nações, como o Senegal (9,3%) e Honduras (12,7%), que enfrentam problemas sociais históricos.

A extrema pobreza se mostrou menor no Mato Grosso do Sul (2,8%), Distrito Federal (2,0%) e Santa Catarina (1,9%), contextos semelhantes aos de países como Peru (2,9%) e Sérvia (1,6%), porém mantendo certo distanciamento no espaço social de nações desenvolvidas como Estados Unidos (0,2%), Dinamarca (0,2%) e Noruega (0,2%).

Transferência de renda O pesquisador explica que, nos últimos anos, o País retornou ao mapa da fome e a questão histórica da miséria voltou a atormentar a vida dos brasileiros. “É fato que a pobreza e a extrema pobreza reduziram em 2022. Entretanto, ainda há um longo caminho para a reconstrução e a reestruturação de políticas públicas de assistência social efetivas e com caráter de Estado, que perpassem governos.

Nesse sentido, será possível consolidar uma tendência de diminuição desses problemas”, argumentou Pablo Lira. “Considerando os recentes aprimoramentos proporcionados pela retomada do programa Bolsa Família, bem como levando em conta os efeitos do Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC-LOAS) e de outras políticas públicas de assistência social nas escalas Federal, Estadual e municipal, a pobreza e a extrema pobreza provavelmente seguirão em tendência de redução em 2023.

Uma boa notícia para os brasileiros que acreditam em um País mais próspero, menos desigual e com mais justiça social”, pontuou. Sobre o Instituto Jones dos Santos Neves O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) é uma autarquia governamental vinculada à Secretaria de Economia e Planejamento (SEP), Governo do Estado do Espírito Santo.

O levantamento ” Pobreza e miséria nos estados brasileiros 2022 ” pode ser acessado em: Foto: Isabella Muniz Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação do IJSNEduardo Rabello(27) 3636-8066 / 99892-5291

: Dez milhões saíram da pobreza no Brasil em 2022

Por que o nordeste é tão pobre?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O sertão nordestino é caracterizado por muitas estiagens, com impactos no seu desenvolvimento econômico. Os estados com maior concentração de pobreza extrema são Maranhão, Alagoas e Piauí, A região Nordeste do Brasil mantém, em termos médios, problemas sociais históricos: defasagem e pouca diversificação da agricultura e indústria, grandes latifundiários, concentração de renda, agravados no sertão nordestino pelo fenômeno natural de secas constantes (ver: Polígono das secas ).

As distintas características geopolíticas do Nordeste formaram, especialmente na metade no século XX, um cenário propício à migração nordestina às áreas urbanas. No entanto, no que tange à qualidade de vida de sua população, a região Nordeste vem melhorando nos últimos anos. Ela ainda apresenta os mais baixos indicadores socioeconômicos do país, tais como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Os baixos indicadores são mais graves nas áreas rurais e no Sertão nordestino, que sofre longos períodos sem chuva ; no entanto, seus indicadores são melhores que os de países como África do Sul (maior economia do continente africano), Bolívia e Guiana,18,7% dos nordestinos eram analfabetos em 2009 segundo informação divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ; e, segundo o Ibope, 22% eram beneficiados pelo programa de transferência de renda Bolsa Família em 2010.

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A taxa de fecundidade do Nordeste era de 2,04 filhos por mulher em 2009, acima da média nacional (1,94 filho por mulher) e das taxas das regiões Sudeste (1,75 filho por mulher), Sul (1,92 filho por mulher) e Centro-Oeste (1,93 filho por mulher), e abaixo da taxa da Região Norte (2,51 filhos por mulher).

Ressalte-se que a taxa de natalidade nordestina está abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher – duas crianças substituem os pais e a fração 0,1 é necessária para compensar os indivíduos que morrem antes de atingir a idade reprodutiva – e é semelhante às taxas de alguns países desenvolvidos, a exemplo dos Estados Unidos e da Islândia (ambos com taxa de 2,05 filhos por mulher).

Qual é o estado menos pobre do Brasil?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Mapa dos estados brasileiros por incidência da extrema pobreza, em 2021 > 15% 15% – 5% < 5% Este anexo contém uma lista de unidades federativas do Brasil por incidência de extrema pobreza, O índice que representa o percentual de habitantes que estavam abaixo da linha de pobreza, que é igual a R$ 70,00 per capita ao mês, em 2010. Em 2020 correspondia a uma renda per capita mensal de R$ 168 Reais, com base no valor proposto pelo Banco Mundial, Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010 o país registrava 6,62% da população vivendo na extrema pobreza. Passado uma década, em 2020 a taxa de extrema pobreza nacional ficou em 5,7%, em 2021 a taxa de extremamente pobres aumentou para 8,4%. Entre 2020 e 2021, número de pessoas vivendo em situação de miséria teve salto de quase 50% no país; consequência da pandemia e descontinuidade dos subsídios do auxílio-emergencial por parte do governo. O estado com a menor incidência de pobreza extrema permanece em Santa Catarina com 2,1% da população, em 2020 a taxa era 1,9%. O Maranhão (21%), segue como a maior taxa entre os estados, antes 14% em 2020. Houve no Brasil uma substancial mudança em uma década e uma evolução positiva dos indicadores sociais do país, especialmente em relação ao aumento da expectativa de vida, queda da mortalidade infantil, acesso a saneamento básico, coleta de lixo e diminuição da taxa de analfabetismo. Apesar da melhora desses índices, há nítidas diferenças regionais, especialmente em relação ao nível de renda. Mapa dos estados brasileiros por incidência da extrema pobreza, em 2010 > 25% 25% – 15% 15% – 5% < 5%

Qual é a capital mais pobre do Brasil?

A pesquisa considera o número de famílias que vivem com até 768 reais por mês. As capitais consideradas mais pobres do país foram, pela ordem, Maceió e Recife. Pelos dados da FGV, até o fim de 2008, 179 mil 337 ludovicenses estavam na chamada classe E, ou seja, na chamada linha da pobreza ou a baixo dela.

Qual é o país mais pobre do mundo?

Entre todos os países analisados vimos que o mais pobre é o Burundi, com um PIB per capita real de apenas US$ 728. Também o mais pobre do continente africano. Na outra ponta está o país mais rico neste quesito, Luxemburgo, com PIB per capita de US$ 131.875 a preços constantes.

Qual é a capital mais pobre do nordeste?

Por que Maceió é a capital mais pobre do Nordeste? Maceió é a capital do estado de Alagoas. que detém a menor renda. per capita do nordeste brasileiro, além de possuir o menor i d h.

Porque o Nordeste é rico?

Agricultura –

  • Na Região Nordeste se desenvolve a agricultura da cana de açúcar, para a produção de açúcar e etanol, na, região que se estende numa faixa litorânea, que vai do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia, com destaque para os estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba.
  • A região já foi a mais importante área produtora de cana de açúcar do mundo e a principal região econômica do Brasil nos séculos XVI e parte do século XVII.
  • A cultura do milho, feijão, café, mandioca, coco, castanha de caju, banana, sisal e algave, predomina em diversos estados.
  • O Meio Norte (Nordeste Ocidental) uma área de transição entre o Sertão semi árido e a Amazônia úmida, onde estão os estados do Maranhão e Piauí, é cortado por vários rios, ao longo dos quais se formam grandes planícies fluviais, aproveitadas principalmente para a cultura do arroz.

Com a correção do solo do cerrado no sul do Maranhão e sudeste do Piauí, se desenvolve a cultura da soja. A Bahia é o segundo produtor nacional de laranja e algodão do país. Se destaca também na produção de soja. A cultura do algodão é também desenvolvida no Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e a Paraíba, que produz um algodão naturalmente colorido.

Quem é mais pobre Norte ou Nordeste?

Região Nordeste possui quase metade de toda a pobreza no Brasil, segundo IBGE – Fundo Estadual de Combate à Pobreza Índice avalia a concentração de pobreza de uma região em comparação às outras. Nordeste lidera, enquanto Sudeste apresenta maior contribuição para a desigualdade Qual O Estado Mais Pobre Do Brasil O Bolsa Família diminuiu o número de pessoas na faixa de extrema pobreza entre 2001 e 2017 (Foto: Evilázio Bezerra) A concentração de pessoas que vivem em situação de pobreza no Nordeste é a maior entre as cinco regiões brasileiras, conforme atesta a pesquisa mais recente publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira, 25.

O estudo “Perfil das despesas no Brasil: Indicadores selecionados” integra a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e consultou indivíduos de todas as regiões do Brasil entre 2017 e 2018. Tem a data 15 de janeiro de 2018 como referência para a análise e compilação dos dados. O levantamento estatístico aponta que a região Nordeste concentra um valor proporcional a 47,9% da concentração da pobreza no Brasil.

Em seguida, também com índice alto, vem a região Norte, com 26,1%. O Sudeste é a terceira região, com 17,8%. Por fim, Centro-Oeste (2,5%) e Sul (5,7%) apresentam as menores taxas percentuais do País, com pouca concentração de pobreza, em relação às demais regiões. Qual O Estado Mais Pobre Do Brasil Os cálculos são realizados tendo como base o índice de Watts, que é sensível à desigualdade de renda das camadas mais pobres da sociedade. O índice não avalia a média absoluta de renda per capita das regiões, mas a concentração de pobreza existente. Apesar da região Norte possuir o menor valor de renda familiar média no País, com estimativa de R$ 938,06, em detrimento do Nordeste, segunda menor média com R$ 1.077,85, os estados nordestinos possuem maior densidade populacional.

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Onde tem mais pobre no Nordeste?

É a Região minei- ra do Nordeste (1), a RMNe. Ao contrário do que normalmente se imagina, essa é a área mais pobre de todo o Nordeste/Sudene, apresentan- do o pior indicador global de desen- volvimento econômico.

Qual é a melhor capital do Brasil?

Melhores capitais para viver no Brasil – Um pela consultora Macroplan definiu Curitiba como a melhor capital para se viver no Brasil. O estudo se baseou em 16 indicadores divididos em quatro grandes categorias: Saúde; Educação e Cultura; Segurança; Saneamento e Sustentabilidade.

O estudo levou em consideração municípios brasileiros com mais de 260 mil habitantes, definindo por notas de 0 a 1. No ranking considerando apenas as principais cidades do país, Curitiba levou o título entre as melhores capitais, enquanto Macapá ficou em última. A capital paranaense tem ótimas notas em todos os indicadores que faz com que ela ofereça condições de vidas adequadas.100% de Curitiba é atendida por água encanada e coleta de lixo, por exemplo.

A cidade também é a melhor colocada no Brasil entre os queridos Saneamento Básico e Sustentabilidade. Considerando os 100 melhores municípios do Brasil que foram mapeados pela Macroplan, Curitiba também se encontra entre os 10 principais, sendo a única capital a fazer isso.

Curitiba: nota de 0,696; Florianópolis: nota de 0,686; Vitória: nota de 0,681; Belo Horizonte: nota de 0,677; São Paulo: nota de 0,673; Palmas: nota de 0,657; Campo Grande: nota de 0,645; Rio de Janeiro: nota de 0,627; Goiânia: nota de 0,622; Porto Alegre: nota de 0,622.

Qual é a cidade mais fria do Brasil?

– Por Flipar pixabay Veja cidades brasileiras onde as pessoas, todos os anos, batem o queixo de frio. pixabay Urupema (SC) – Fica a 1.425m de altitude e tem temperatura média de apenas 8° C. A cidade tem fama de ser a mais fria do Brasil e o pessoal curte esse título.

Olha a vibração na foto no Twitter. reprodução Twitter Em fevereiro, mês mais quente, os termômetros em Urupema não passam de 18°C. O município é um dos poucos no Brasil que sempre registram neve e fortes geadas no inverno. Na foto, vegetação com sincelo (gelo oriundo de neblina). reprodução twitter Bom Jardim da Serra (SC) – Fica na Serra do Rio do Rastro.

A cidade já registrou -7,4°C, cobrindo as montanhas de neve. Com pouco mais de 4 mil habitantes, o município tem cânions e mais de 30 cachoeiras. Site sc.gov.br São José dos Ausentes (RS) – É a cidade gaúcha mais fria, com geadas frequentes e neve quase todos os anos.

No verão, a temperatura média é de 18 °C. Entre maio e julho, pode atingir -4°C. Ali fica o ponto mais alto do estado: o “Pico”, com 1.403m. Tem 3.600 habitantes. Youtube Canal GaúchaZH São Joaquim (SC) – Fica a 1.360 metros de altitude. O frio é o grande atrativo turístico da cidade, que tem 27 mil habitantes.

Temperaturas negativas são registradas no inverno e, além do frio, as vinícolas e as plantações de maçãs e cerejas também encantam os visitantes. Site sc.gov.br Urubici (SC) – Fica a 918m de altitude e tem 11 mil habitantes. No cume do Morro da Igreja (1.822 metros), o ponto mais alto habitado do sul do Brasil, foi registrada, extraoficialmente, a temperatura mais baixa do país: ?17,8 °C, em 29/6/1996.

  • Divulgação – Governo de Santa Catarina São Gabriel (RS) – A 320 km de Porto Alegre, a cidade fica a apenas 114 m de altitude, mas recebe ventos gelados: o minuano, de origem polar, e o pampeiro, do Pampa argentino.
  • O inverno registra geadas frequentes.
  • Tem 62 mil habitantes.
  • Foto de leitor copiada do site colunapontodevista.com Inácio Martins (PR) – Localizado a 1.198 metros de altitude, na Serra da Esperança, é o município mais alto do Paraná.

Tem 11 mil habitantes. Nos meses mais frios, a temperatura média é de 10ºC. Os termômetros já registraram -4,5ºC no inverno. Site inaciomartins.pr.gov.br Monte Verde (MG) – Fica na divisa de Minas Gerais com São Paulo, na Serra da Mantiqueira, a 1.555 metros de altitude.

Daí o frio, na faixa de 2ºC no inverno. Tem 4.200 habitantes. Twitter @Monte_Verde_MG Campos do Jordão (SP) – Fica na Serra da Mantiqueira, a 1.628 metros de altitude. Um terço do município é composto pelas florestas de pinheiros do parque e pelas montanhas. A cidade tem 52 mil habitantes e recebe muitos turistas, que se encantam com a arquitetura em estilo suíço.

Site camposdojordao.sp.gov.br/ São Bento do Sul (SC) – Com 85 mil habitantes, fica a 838 metros de altitude. A 250 km da capital Florianópolis, atrai pela arquitetura da colonização alemã e pelo frio, que chega a ficar abaixo de zero no inverno. Reprodução de arquivo pessoal do site nsctotal.com.br Vacaria (RS) – Fica a 971 metros de altitude e possui 66 mil habitantes.

Conhecida como “Porteira do Rio Grande”, é o maior produtor de maçãs no Brasil. Em dias amenos, a temperatura média local é de 16ºC, e nos dias frios atinge -6,5 ºC. Reprodução band.uol.com.br Quaraí (RS) – Está a uma altitude de 112 metros. Fica na fronteira com o Uruguai. Tem 24 mil habitantes. A temperatura média é de 19ºC e os termômetros atingem 5ºC.

Reprodução do site jornaldoisirmaos.com.br Irati (PR) – Tem 60 mil habitantes e já registrou temperatura de -2ºC. Fica a 812 metros de altitude, no centro do Paraná. Site sedest.pr.gov.br Painel (SC) – Fica a 1.444 metros de altitude, tem 3 mil habitantes e tem neve em todos os invernos, com temperatura de até -4ºC.

  • Site escolaeducacao.com.br São Francisco de Paula (RS) – Grande produtor de batatas, o município fica a 978 metros de altitude, perto de Santa Catarina.
  • Tem 40 mil habitantes.
  • No inverno, é muito comum a temperatura ficar abaixo de zero.
  • Divulgação de Silvio Kronbauer do site g1.globo.com Canela (RS) – Um dos municípios mais famosos da Serra Gaúcha.

Tem como ponto forte o turismo. Com 45 mil habitantes, fica a 837 metros de altitude. Historicamente, sempre tem algum dia com temperatura abaixo de zero no inverno. Youtube Canal GramadoSite Amambaí (MS) – É a cidade mais fria do Centro-Oeste do Brasil, perto da fronteira com o Paraguai, a uma altitude de 480 metros.

  • Tem 38 mil habitantes.
  • Nos últimos anos, a temperatura cai abaixo de zero grau em alguns dias.
  • Foto: Leandro Santos/ Arquivo Pessoal site g1.globo.com Gonçalves (MG) – Fica na Serra da Mantiqueira, a 1.350 metros de altitude.
  • Tem 4.200 habitantes.
  • Nos dias mais frio, os termômetros registram 0ºC, com fortes geadas.

Site facebook.com/conhecamariadafe Caçador (SC) – Fica a 920 metros de altitude e tem 79 mil habitantes. Embora a média no inverno seja de 4ºC, foi a cidade que registrou oficialmente a menor temperatura no Brasil: -14ºC, em 1952. Site cacador.net Curitibanos (SC) – Fica a 987 metros de altitude, no centro de Santa Catarina, e tem 40 mil habitantes.

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Qual é a região mais rica do país?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Região Metropolitana de São Paulo é a região metropolitana com o maior PIB do Brasil e da América do Sul. A Região Metropolitana do Rio de Janeiro é a região metropolitana com o segundo maior PIB do Brasil. A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno é a ride/região metropolitana com o terceiro maior PIB do Brasil. A Região Metropolitana de Belo Horizonte possui o quarto maior PIB entre as regiões metropolitanas brasileiras em termos nominais. A Região Metropolitana de Campinas, localizada no interior do estado de São Paulo, é a quinta região metropolitana com maior PIB do Brasil em termos nominais. Na foto a sua cidade-sede, Campinas, A Região Metropolitana de Porto Alegre é a sexta região metropolitana brasileira com maior PIB em termos nominais. Esta é a lista das regiões metropolitanas do Brasil por Produto Interno Bruto (PIB) nominal, isto é, a soma do PIB nominal de todos os municípios que compõem as regiões metropolitanas brasileiras, a preços correntes e participações percentuais relativa e acumulada em 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),

Quem é considerado pobre rico no Brasil?

Quanto ganham 10% mais ricos Brasil? – Mesmo com o aumento da remuneração média em 2022, a desigualdade de renda nas regiões metropolitanas do Brasil aumentou, de acordo com a 12ª edição do boletim Desigualdade nas Metrópoles, Os mais ricos encerraram o ano ganhando 31 vezes o salário dos mais pobres, revelaram números recentes. Em valores médios:

40% mais pobres : R$ 253,95 per capita. 50% intermediários : R$ 1.530,96 per capita. 10% mais ricos : R$ 7.933,66 per capita. Geral : R$ 1.644 per capita.

Uma pesquisa anterior, essa de 2021, mostrou que a renda média mensal dos 5% mais ricos é de R$ 10.313,00, enquanto a renda média para estar entre o 1% mais rico é de R$ 28.659,00. A maioria dos brasileiros, cerca de 90%, ganha uma renda inferior a R$ 3.422,00 por mês, e 70% ganham até dois salários mínimos,

Quais são os estados mais pobres do Brasil 2023?

Opinião – Pablo Lira: Pobreza e miséria nos estados brasileiros Mesmo com 6,3 milhões de pessoas no Brasil, ainda existem estados com taxas de miséria superiores aos índices de países que enfrentam graves problemas sociais, como Honduras e Senegal. Por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o divulgou recentemente os microdados sobre rendimento de todas as fontes, relativas ao ano de 2022. Qual O Estado Mais Pobre Do Brasil Morador em situação de rua revira sacos de lixo na esquina da Paulista com a rua Pamplona, sentido Consolação, no centro expandido de São Paulo – Rubens Cavallari – 18.out.22/Folhapress Para calcular as taxas mencionadas foram consideradas as linhas de pobreza e extrema pobreza estabelecidas pelo, ou seja, US$ 6,85 per capita/dia e US$ 2,15 per capita/dia, respectivamente.

Esses valores foram convertidos pela Paridade de Poder de Compra (PPC/2017). Assim, as referências mensais das linhas de pobreza e extrema pobreza tomadas como limites foram R$ 665,02 e R$ 208,73, a valores de 2022. A taxa de pobreza brasileira reduziu de 38,2% para 33,0% entre 2021 e 2022. Insta salientar que a taxa de 2021 foi a mais elevada dos últimos dez anos.

A taxa de pobreza alcançada em 2022 retornou a um patamar próximo ao observado em 2020 (32,7%). Com isso, 10,47 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano. No entanto, o número de pobres no país ainda é elevado, 70,73 milhões de indivíduos.

  • O número de brasileiros vivendo na extrema pobreza também diminuiu, recuando de 20,03 milhões em 2021 para 13,72 milhões de indivíduos vivendo em condições de miséria em 2022.
  • Cerca de 6,3 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza.
  • A taxa de extrema pobreza foi de 6,4% nesse último ano.
  • Em 2014 a taxa de miséria alcançou seu menor nível (5,5%).

Em 2021 (9,4%) essa taxa atingiu o maior patamar dos últimos dez anos. A taxa de miséria brasileira mais recente é superior aos valores constatados em países como o México (3,1%), segundo as estatísticas do Banco Mundial. Em 2022, ano eleitoral, o governo federal buscava implementar o com valor de R$ 400.

  • Esse valor foi elevado para R$ 600 pela atuação do Congresso Nacional, o que contribuiu para diminuir a vulnerabilidade social.
  • Ademais, vários governos estaduais e municipais expandiram PTCRs ao longo dos últimos anos.
  • O Espírito Santo é um exemplo disso.
  • O estado conta com o Bolsa Capixaba e outros benefícios que complementam os repasses para pessoas inscritas no CadÚnico.

Concomitantemente, no plano nacional foi observada uma melhoria nos indicadores de mercado de trabalho. Uma evidência disso foi o recuo na taxa de desemprego de 13,2% em 2021 para 9,3% em 2022, segundo informações da Pnad/IBGE. Na perspectiva dos entes subnacionais em 2022, quinze Unidades da Federação (UFs) computaram taxas de pobreza acima da média nacional (33,0%).

Maranhão (58,9%), Amazonas (56,7%) e Alagoas (56,2%) foram os estados com maiores níveis de pobreza. As menores taxas foram contabilizadas no Rio Grande do Sul (18,2%), Distrito Federal (17,3%) e Santa Catarina (13,9%). Catorze UFs apresentaram taxas de extrema pobreza superiores à média do país (6,4%).

As mais elevadas foram constatadas no Maranhão (15,9%), Acre (14,7%) e Alagoas (14,1%), índices acima dos valores observados em nações como o Honduras (12,7%) e Senegal (9,3%). A extrema pobreza se mostrou menor no Mato Grosso do Sul (2,8%), Distrito Federal (2,0%) e Santa Catarina (1,9%), contextos semelhantes aos de países como Peru (2,9%) e Sérvia (1,6%), porém mantendo certo distanciamento no espaço social de nações desenvolvidas como Estados Unidos (0,2%), Dinamarca (0,2%) e Noruega (0,2%).

Por fim, considerando os recentes aprimoramentos proporcionados pela retomada do, bem como levando em conta os efeitos do Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC-LOAS) e de outras políticas públicas de assistência social nas escalas federal, estadual e municipal, a pobreza e extrema pobreza provavelmente seguirão em tendência de redução em 2023.

Uma boa notícia para os brasileiros que acreditam em um país mais próspero, menos desigual e com mais justiça social! TENDÊNCIAS / DEBATES Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

Quais são as 10 cidades mais pobres do Brasil?

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que os 10 municípios considerados mais pobres do Brasil estão no Maranhão. A pesquisa é baseada no Produto Interno Bruto (PIB) per capta no ano 2020. São eles: Cajari, Satubinha, Peri-Mirim, Nina Rodrigues, Cajapió, Itaipava do Grajaú, Primeira Cruz, Central do Maranhão, Santo Amaro do Maranhão e Matões do Norte.

Ainda segundo o IBGE, o município de Cajari, localizado a 220 km de São Luís, está em primeiro lugar na pesquisa. Em seguida com o menor PIB, estão os municípios Peri-mirim, Nina Rodrigues, Central do Maranhão, Matões do Norte, Santo Amaro do Maranhão e Primeira Cruz. Mais informações na reportagem de Beatriz Pereira.

Assista abaixo: