Laboratorio Cianorte

Dicas, Recomendações, Ideias

Qual O Perigo De Plaquetas Baixas?

Quando a baixa de plaquetas é preocupante?

Níveis normais de plaquetas – A contagem de plaquetas é feita através da análise a uma amostra de sangue. São considerados níveis normais quando a contagem de plaquetas se encontra dentro do intervalo de 150 mil a 400 mil por microlitro de sangue. O risco de hemorragia aumenta quando a contagem de plaquetas está abaixo do valor mínimo normal.

Contudo, problemas graves de dificuldade na coagulação habitualmente só ocorrem quando a contagem é inferior a 80 mil a 100 mil por microlitro de sangue. Abaixo destes níveis, o risco de hemorragia pode ser mais ou menos grave consoante a concentração de plaquetas e abaixo de 10 mil por microlitro pode ocorrer hemorragia espontânea e consequente risco de vida.

Sabia que As mulheres geralmente apresentam ligeiras variações na contagem de plaquetas durante a menstruação e podem apresentar níveis mais baixos perto do final da gravidez.

O que a pessoa sente quando está com as plaquetas baixas?

Quais são os sintomas de uma baixa contagem de plaquetas? O principal sintoma de uma baixa contagem de plaquetas é a hemorragia excessiva. É possível que tenha: Pequenos pontos vermelhos na pele ou no interior da boca.

É grave ter plaquetas baixas?

O sangue normalmente tem um certo número de plaquetas em uma amostra. Esse número é a contagem de plaquetas.

Com uma baixa contagem de plaquetas, sangra-se com facilidade Podem surgir minúsculas manchas roxas na pele, bem como hemorragias nasais e sangramento das gengivas Uma contagem de plaquetas muito baixa pode causar sangramento no cérebro ou sangramento grave dos intestinos Uma baixa contagem de plaquetas pode ter muitas causas Os médicos podem fazer exames para investigar a causa Os médicos tratam a causa da baixa contagem de plaquetas e podem prescrever uma transfusão de plaquetas

Há muitas causas para uma baixa contagem de plaquetas:

Medicamentos: heparina, certos antibióticos, medicamentos anticâncer

O principal sintoma de uma baixa contagem de plaquetas é a hemorragia excessiva. É possível que tenha:

Pequenos pontos vermelhos na pele ou no interior da boca Hematomas após lesões muito pequenas Sangramento das gengivas Menstruações intensas

Quanto menor a contagem de plaquetas, maior a propensão a sangrar. As pessoas que têm muito poucas plaquetas podem ter sangramento intestinal intenso ou apresentar hemorragia cerebral de risco à vida. Às vezes, o problema que causou a baixa contagem de plaquetas é óbvio, como estar grávida, ter uma infecção grave ou usar determinado medicamento.

Exames de sangue Biópsia da medula óssea (coleta de uma amostra de medula óssea para exame ao microscópio)

O principal é tratar o problema que causou a baixa contagem de plaquetas. Por exemplo, se tomar um medicamento causou a baixa contagem de plaquetas, o médico deixará de administrar o medicamento, se possível. Se ela tiver sido causada por uma infecção, o médico irá tratar a infecção. Raramente, os médicos prescrevem:

Transfusão de plaquetas Medicamentos para ajudar o sangue a coagular melhor

OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Quantas plaquetas é perigoso?

Normal/saudável: entre 140 e 440 mil células/mm3. Moderado: entre 50 a 99 mil células/mm3. Grave: 50 mil células/mm3 ou menos.

Qual o número de plaquetas de uma pessoa com leucemia?

Podem ainda apresentar anemia, plaquetopenia geralmente abaixo de 100.000, mas em alguns casos, abaixo de 50.000. A presença de mais de 5% de blastos no sangue periférico indica leucemia aguda.

Quem tem leucemia tem plaquetas baixas?

Os principais sintomas da leucemia são anemia, cansaço, palidez e fadiga, queda de imunidade, baixa na contagem de plaquetas, infecções persistentes, febre, hematomas, sangramentos espontâneos, aumento do baço e fígado ou manchas vermelhas na pele, que podem ser característicos em diversas outras doenças.

Quem tem plaquetas baixas sente fraqueza?

Ter dor de cabeça. Sentir vertigem. Ter dor nas articulações ou músculos. Sentir fraqueza.

Como é feito a reposição de plaquetas?

O concentrado de plaquetas (CP) pode ser obtido por centrifugação do sangue total, ou por aférese de um único doador. A unidade CP convencional produzida por centrifugação do sangue total doado deve conter pelo menos 5,5 x 1010 plaquetas e seu volume é de 40-70 mL.

Qual o valor mínimo de plaquetas para fazer quimioterapia?

Os quimioterápicos de modo geral atuam sobre as células em divisão. No entanto, os tecidos que não estão relacionados ao câncer podem sofrer com a quimioterapia, o que pode ser visto nos cabelos, unhas e no sangue. Cada agente quimioterápico tem seu potencial de toxicidade à medula estabelecido, sendo este considerado como um efeito colateral.

  1. Exceção a este comentário é o caso dos cânceres do sistema hematológico e linfático, no qual a toxicidade medular é considerada como efeito primário do quimioterápico, pois o câncer é do próprio sistema hematopoiético, (i.e Linfomas e leucemias).
  2. O sangue não apresenta células em divisão, mas é uma espécie de instantâneo tirado da medula óssea onde se encontram as células precursoras dos leucócitos (células brancas de defesa), eritrócitos (células vermelhas, que transportam oxigênio) e plaquetas (restos celulares que estão associadas à coagulação).

Logo após a infusão da quimioterapia, as células da medula entram em um processo de parada de divisão, porém como há células já prontas, como em uma linha de montagem de veículos, essas garantem a estabilidade do sangue por alguns dias. Porém, ao redor do 10 o ao 14 o dia após o início da quimioterapia, nota-se a queda na contagem das células de forma mais intensa.

Este período é conhecido pelos oncologistas como nadir de quimioterapia e representa o ponto mais baixo da curva de contagem de células sanguíneas. Em algumas situações essa queda pode ameaçar a integridade do paciente. A queda da contagem de células vermelhas leva o paciente a um quadro de anemia, que pode ser brando e passar despercebido na maioria das vezes, ou se manifestar com sintomas de tontura, fraqueza, astenia, cabeça leve, desânimo e até mesmo precipitação de sintomas anginosos em pacientes idosos ou previamente cardiopatas.

Na grande maioria das vezes, essa queda não chega a ser importante e não requer nenhum tratamento específico O uso de ferro para repor a anemia deste período não é, na maioria das vezes muito eficaz, pois os progenitores não estão se dividindo por um efeito da quimioterapia e não por deficiência de nutrientes.

No entanto, alguns pacientes podem iniciar o tratamento com um quadro de anemia carencial, como por exemplo, a falta de ferro que pode ser da própria doença de base a exemplo, neoplasias de intestino grosso ou estômago. Nessa situação a reposição de ferro pode ter um efeito importante na resposta mais rápida da recuperação da anemia.

Outros nutrientes também são importantes na fabricação das células sanguíneas, tais como: as vitaminas do complexo B, como B12 e ácido e fólico. A reposição empírica, sem comprovação laboratorial da sua carência, também não mostrou significância clínica, mas nos casos onde a carência foi detectada previamente, a reposição durante o tratamento pode garantir a recuperação das células.

A queda da contagem das células brancas é sem dúvida, a mais alarmante de todas, pois são essas células que fazem a defesa do nosso organismo contra o ataque dos germes, vírus, bactérias e fungos que estão ao nosso redor, e embora seja assintomática, deve ser alvo de grande atenção pelo médico. Quando a contagem é inferior a 1.000 células brancas por mm 3, o paciente fica vulnerável ao ataque destes germes num estado chamado de neutropenia,

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A ocorrência de febre durante o período de neutropenia deve sempre ser comunicada ao médico, para que medidas clínicas sejam instituídas para garantir a saúde do paciente. Existem medicações que podem ser usadas profilática e terapeuticamente para reduzir o tempo de nadir dos leucócitos como o Granulokine ® e Filgrastin ®, e seu uso é de indicação de acordo com a conduta médica em particular.

A queda das plaquetas pode ser um pouco mais prolongada, já que as células progenitoras são extremamente sensíveis a quimioterapia. Geralmente essa queda é assintomática e pode se manifestar com o aparecimento de petéquias que são pequenas hemorragias puntiformes como picadas de agulhas que atingem principalmente os membros inferiores, mas às vezes pode se manifestar como sangramento importante e de difícil controle principalmente se associados ao trauma.

A contagem de plaquetas pode variar muito, e numericamente não existe correlação com risco, exceto se a contagem estiver abaixo de 20.000 plaquetas por mm 3, O fator de maior relevância é a associação de contagem baixa de plaquetas com sangramento ou petéquias.

  • Existe uma medicação específica que pode ajudar na recuperação da contagem de plaquetas, mas seu uso não é rotineiro.
  • O mais comum é que se espere a elevação natural dessas células.
  • Em casos de urgência ou sangramentos, podem-se transfundir plaquetas, mas isso somente tem indicação em casos onde a contagem esteja abaixo de 10.000 ou quando há manifestação de sangramento com contagens abaixo de 100.000.

De modo geral, a recuperação na contagem das células é algo que ocorre dentro do prazo de um ciclo de quimioterapia. As medicações citadas podem ser usadas para encurtar esse tempo se for necessário para ciclos mais curtos ou para pacientes com recuperação mais lenta.

Qual é o melhor remédio para aumentar as plaquetas?

NPLATE faz com que sua medula óssea produza mais plaquetas. Isto ajuda a prevenir sangramentos e/ou hemorragias. Caso tenha quaisquer perguntas sobre o motivo pelo qual este medicamento foi prescrito para você, pergunte ao seu médico. Este medicamento está disponível apenas mediante prescrição médica.

Qual a função das plaquetas do sangue?

Qual a função das plaquetas no organismo? – Elas desempenham função hemostática, isto é, capacidade de interromper fluxo sanguíneo quando um vaso é rompido. Nesse processo, a plaqueta age reparando lesões vasculares e impedindo que haja perda de sangue por meio de hemorragias.

Quanto tempo as plaquetas voltam ao normal depois da dengue?

Na dengue, geralmente, o número de plaquetas está diminuído no dia 4 (3-7) da doença, voltando ao normal no oitavo ou nono dia.

Qual o melhor remédio para plaquetas baixas?

A substância ativa de Revolade é o eltrombopague que pertence a uma classe de medicamentos chamados agonistas dos receptores de trombopoetina. Este medicamento é utilizado para ajudar a aumentar o número de plaquetas no sangue por estimular sua produção a partir de células sanguíneas imaturas.

Quantas plaquetas precisamos ter?

Plaquetas. O papel das plaquetas no organismo O é um tecido essencial para a nossa sobrevivência e exerce várias funções, tais como transporte de nutrientes e de oxigênio, defesa contra micro-organismos patogênicos e até mesmo a coagulação sanguínea. Essa última função pode ser atribuída a um elemento do sangue conhecido como plaqueta.

As plaquetas, também denominadas de trombócitos, na realidade, não são células, e sim fragmentos dessas estruturas, mais precisamente fragmentos de uma célula chamada megacariócito, encontrada na medula óssea. Elas apresentam um formato discoide e não possuem núcleo. Seu diâmetro médio é de 2,6 μm, o que corresponde a 0,00026 centímetros.

No corpo humano, são produzidos aproximadamente 100 bilhões de plaquetas por dia, e elas ficam na corrente sanguínea por aproximadamente uma semana. Após esse período, são retiradas da circulação e levadas para o fígado e baço, onde são destruídas. As plaquetas circulam na corrente sanguínea em sua forma inativada.

Quando há necessidade de contenção de uma hemorragia, por exemplo, elas são ativadas, agregam-se e aceleram a formação do coágulo. Sendo assim, podemos concluir que elas exercem um importante papel na coagulação sanguínea. Em um adulto saudável, são encontradas normalmente 150.000 até 500.000 plaquetas por microlitro.

Quando as quantidades de plaquetas na circulação sanguínea ficam abaixo dos níveis normais, dizemos que está ocorrendo um quadro de trombocitopenia. Quando ocorre o contrário, ou seja, os valores de plaquetas estão aumentados, dizemos que está ocorrendo uma trombocitose.

Os dois problemas são graves, uma vez que, no primeiro caso, podem ocorrer hemorragias e, no segundo, pode ocorrer trombose. Nos casos de, uma doença causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, pode ocorrer a diminuição exagerada das plaquetas. Quando isso acontece, é comum o desenvolvimento da dengue hemorrágica.

Curiosidade: Você sabia que é possível fazer transfusão de plaquetas? Essa técnica é utilizada para prevenir ou tratar casos de hemorragias em pacientes que apresentam baixa quantidade desse componente no sangue. Por Ma. Vanessa dos Santos : Plaquetas.

Quando a pessoa tem câncer aparece no hemograma?

AFP –

A alfafetoproteína, é uma proteína que pode estar aumentada em pacientes com alguns tipos de câncer, como fígado, estômago, intestino e ovários, por exemplo, podendo ajudar no diagnóstico, embora não seja um exame ideal, pois pode aumentar também por outras doenças benignas ou até mesmo estar normal, mesmo na presença do câncer.

    Qual valor considerado leucemia?

    Quando há uma infecção, este número pode ultrapassar as 20.000 células por mililitro.

    Quando desconfiar de um câncer?

    Cansaço inexplicável e perda de energia. Hematomas frequentes. Sangramento anormal. Dor contínua.

    O que altera no exame de sangue quando tem câncer?

    Conheça os exames de sangue que podem detectar o câncer – Clínica de Oncologia e Infusão de Medicamentos

    • Para identificar o câncer podem ser solicitados pelo médico a realização da dosagem de marcadores tumorais, que são substâncias produzidas pelas células ou pelo próprio tumor, como o AFP e o PSA, que se encontram elevados no sangue na presença de determinados tipos de câncer.
    • Qual O Perigo De Plaquetas Baixas
    • A dosagem dos marcadores tumorais é importante não só para detectar o câncer, mas também para avaliar o desenvolvimento do tumor e a resposta ao tratamento.
    • Apesar dos marcadores tumorais serem indicativos de câncer, algumas situações benignas podem levar ao seu aumento, como por exemplo apendicite, prostatite ou hiperplasia da próstata e, por isso, na maioria dos casos é necessário fazer outros exames para confirmar o diagnóstico, como ecografia ou ressonância magnética, por exemplo.
    • Além disso, os valores dos indicadores tumorais do exame de sangue variam de acordo com o laboratório e o sexo do paciente, sendo importante ter em consideração o valor de referência do laboratório.
    1. 8 indicadores tumorais que detectam o câncer
    2. Alguns dos exames mais pedidos pelo médico para identificar o câncer são:
    3. • 1 – AFP
    4. O que detecta: A alfafetoproteína (AFP) é uma proteína cuja dosagem pode ser solicitada para investigar tumores no estômago, intestino, ovários ou presença de metástases no fígado.
    5. • 2 – MCA
    6. O que detecta: O antígeno mucoide associado ao carcinoma (MCA) normalmente é solicitado para verificar a ocorrência de câncer da mama.
    7. • 3 – BTA
    8. O que detecta : O antígeno tumoral da bexiga (BTA) é utilizado para ajudar a detectar o câncer da bexiga e normalmente é dosado juntamente com o NMP22 e o CEA.
    9. • 4 – PSA
    10. O que detecta: O antígeno prostático (PSA) é uma proteína produzida normalmente para a próstata, porém no caso de câncer de próstata pode ter sua concentração aumentada.

    • 5 – CA 125 O que detecta: O CA 125 é um marcador muito utilizado para verificar a chance e acompanhar o desenvolvimento de câncer no ovário. A dosagem desse marcador deve ser acompanhada de outros exames para que possa ser feito o diagnóstico correto.

    • • 6 – Calcitonina
    • O que detecta: A calcitonina é um hormônio produzido pela tireoide e que pode estar aumentada principalmente em pessoas com câncer da tiroide, mas também em pessoas com câncer de mama ou de pulmão, por exemplo.
    • • 7 – Tireoglobulina
    • O que detecta: A tireoglobulina normalmente está elevada no câncer de tireoide, no entanto, para diagnóstico de câncer de tireoide também devem ser dosados outros marcadores, como a calcitonina e o TSH, por exemplo, já que a tireoglobulina pode estar aumentada mesmo em pessoas que não têm a doença.
    • • 8 – CEA
    • O que detecta: O antígeno carcinoembrionário (CEA) pode ser dosado para diferentes tipos de câncer, estando normalmente elevado no câncer no intestino, afetando o cólon ou o reto.
    • Como confirmar o diagnóstico de câncer
    • No caso de suspeitar de câncer, é necessário confirmar o diagnóstico, normalmente solicitado pelo médico exames complementares de imagem, como por exemplo:
    • Ecografia: Também conhecida por ultrassonografia, que é um exame que permite detectar lesões em órgãos como fígado, pâncreas, baço, rins, próstata, mama, tireoide, útero e ovários;
    • Radiografia: É um exame realizado através de Raio X, que ajuda a identificar alterações no pulmão, na coluna e ossos;
    • Ressonância magnética: É um exame de imagem que detecta alterações em órgãos como mama, vasos sanguíneos, fígado, pâncreas, baço, rins e supra-renais.
    • Tomografia Computadorizada: É realizada quando se verificam alterações no Raio X e normalmente é solicitada para avaliar os pulmões, fígado, baço, pâncreas, articulações e faringe, por exemplo.

    Na maioria dos casos, a confirmação do diagnóstico é feito através da combinação de vários exames, como observação do paciente, exame de sangue, ressonância magnética e biopsia, por exemplo.

    Como são as manchas no corpo de quem tem leucemia?

    A disseminação para a pele pode causar pequenas manchas escuras coloridas que podem se assemelhar a erupções cutâneas comuns.

    Qual o valor mínimo de plaquetas para fazer quimioterapia?

    Os quimioterápicos de modo geral atuam sobre as células em divisão. No entanto, os tecidos que não estão relacionados ao câncer podem sofrer com a quimioterapia, o que pode ser visto nos cabelos, unhas e no sangue. Cada agente quimioterápico tem seu potencial de toxicidade à medula estabelecido, sendo este considerado como um efeito colateral.

    • Exceção a este comentário é o caso dos cânceres do sistema hematológico e linfático, no qual a toxicidade medular é considerada como efeito primário do quimioterápico, pois o câncer é do próprio sistema hematopoiético, (i.e Linfomas e leucemias).
    • O sangue não apresenta células em divisão, mas é uma espécie de instantâneo tirado da medula óssea onde se encontram as células precursoras dos leucócitos (células brancas de defesa), eritrócitos (células vermelhas, que transportam oxigênio) e plaquetas (restos celulares que estão associadas à coagulação).

    Logo após a infusão da quimioterapia, as células da medula entram em um processo de parada de divisão, porém como há células já prontas, como em uma linha de montagem de veículos, essas garantem a estabilidade do sangue por alguns dias. Porém, ao redor do 10 o ao 14 o dia após o início da quimioterapia, nota-se a queda na contagem das células de forma mais intensa.

    Este período é conhecido pelos oncologistas como nadir de quimioterapia e representa o ponto mais baixo da curva de contagem de células sanguíneas. Em algumas situações essa queda pode ameaçar a integridade do paciente. A queda da contagem de células vermelhas leva o paciente a um quadro de anemia, que pode ser brando e passar despercebido na maioria das vezes, ou se manifestar com sintomas de tontura, fraqueza, astenia, cabeça leve, desânimo e até mesmo precipitação de sintomas anginosos em pacientes idosos ou previamente cardiopatas.

    Na grande maioria das vezes, essa queda não chega a ser importante e não requer nenhum tratamento específico O uso de ferro para repor a anemia deste período não é, na maioria das vezes muito eficaz, pois os progenitores não estão se dividindo por um efeito da quimioterapia e não por deficiência de nutrientes.

    • No entanto, alguns pacientes podem iniciar o tratamento com um quadro de anemia carencial, como por exemplo, a falta de ferro que pode ser da própria doença de base a exemplo, neoplasias de intestino grosso ou estômago.
    • Nessa situação a reposição de ferro pode ter um efeito importante na resposta mais rápida da recuperação da anemia.

    Outros nutrientes também são importantes na fabricação das células sanguíneas, tais como: as vitaminas do complexo B, como B12 e ácido e fólico. A reposição empírica, sem comprovação laboratorial da sua carência, também não mostrou significância clínica, mas nos casos onde a carência foi detectada previamente, a reposição durante o tratamento pode garantir a recuperação das células.

    • A queda da contagem das células brancas é sem dúvida, a mais alarmante de todas, pois são essas células que fazem a defesa do nosso organismo contra o ataque dos germes, vírus, bactérias e fungos que estão ao nosso redor, e embora seja assintomática, deve ser alvo de grande atenção pelo médico.
    • Quando a contagem é inferior a 1.000 células brancas por mm 3, o paciente fica vulnerável ao ataque destes germes num estado chamado de neutropenia,

    A ocorrência de febre durante o período de neutropenia deve sempre ser comunicada ao médico, para que medidas clínicas sejam instituídas para garantir a saúde do paciente. Existem medicações que podem ser usadas profilática e terapeuticamente para reduzir o tempo de nadir dos leucócitos como o Granulokine ® e Filgrastin ®, e seu uso é de indicação de acordo com a conduta médica em particular.

    • A queda das plaquetas pode ser um pouco mais prolongada, já que as células progenitoras são extremamente sensíveis a quimioterapia.
    • Geralmente essa queda é assintomática e pode se manifestar com o aparecimento de petéquias que são pequenas hemorragias puntiformes como picadas de agulhas que atingem principalmente os membros inferiores, mas às vezes pode se manifestar como sangramento importante e de difícil controle principalmente se associados ao trauma.

    A contagem de plaquetas pode variar muito, e numericamente não existe correlação com risco, exceto se a contagem estiver abaixo de 20.000 plaquetas por mm 3, O fator de maior relevância é a associação de contagem baixa de plaquetas com sangramento ou petéquias.

    Existe uma medicação específica que pode ajudar na recuperação da contagem de plaquetas, mas seu uso não é rotineiro. O mais comum é que se espere a elevação natural dessas células. Em casos de urgência ou sangramentos, podem-se transfundir plaquetas, mas isso somente tem indicação em casos onde a contagem esteja abaixo de 10.000 ou quando há manifestação de sangramento com contagens abaixo de 100.000.

    De modo geral, a recuperação na contagem das células é algo que ocorre dentro do prazo de um ciclo de quimioterapia. As medicações citadas podem ser usadas para encurtar esse tempo se for necessário para ciclos mais curtos ou para pacientes com recuperação mais lenta.

    Como é feito a reposição de plaquetas?

    O concentrado de plaquetas (CP) pode ser obtido por centrifugação do sangue total, ou por aférese de um único doador. A unidade CP convencional produzida por centrifugação do sangue total doado deve conter pelo menos 5,5 x 1010 plaquetas e seu volume é de 40-70 mL.

    O que aumenta o número de plaquetas?

    Às vezes, o corpo produz plaquetas demais Podem surgir coágulos nos vasos sanguíneos ou haver sangramento incomum As mãos e os pés podem arder e formigar Os médicos fazem exames de sangue para verificar por que há plaquetas demais e, às vezes, coletam uma pequena amostra da medula óssea Os médicos administram medicamentos para aliviar os sintomas e diminuir a contagem de plaquetas

    Uma contagem elevada de plaquetas pode ser causada por:

    Um problema com as células formadoras do sangue Uma reação a uma doença

    Às vezes, as células formadoras do sangue simplesmente fabricam plaquetas demais. Isso geralmente ocorre porque há um problema com um dos genes que controlam a fabricação de plaquetas. Esse problema geralmente ocorre aproximadamente depois dos 50 anos de idade, mas, às vezes, surge em mulheres jovens.

    • Menos frequentemente, o problema envolve genes que também controlam outras células sanguíneas.
    • Isso pode resultar em um distúrbio sanguíneo mais grave.
    • Muitas vezes, a contagem elevada de plaquetas é a reação a uma doença, como certos cânceres, infecções ou problemas no sistema imunológico.
    • Algumas pessoas não têm nenhuma complicação.

    Mas, se tiverem, há dois tipos principais:

    Excesso de coagulação do sangue Excesso de sangramento

    Excesso de coagulação e excesso de sangramento parecem ser opostos. No entanto, ambos podem resultar de se ter plaquetas em excesso. Quando a contagem de plaquetas está extremamente elevada, o excesso de plaquetas, na verdade, interfere na coagulação do sangue.

    Queimação ou formigamento nas pontas dos dedos, nas mãos e nos pés Cefaleias Fraqueza, tontura e cansaço

    Os sintomas de coágulos de sangue anormais incluem:

    Perna dolorosa e inchada Dor torácica e falta de ar Fraqueza em um lado do corpo

    Os sintomas de sangramento excessivo incluem:

    Hemorragias nasais Sangramento das gengivas Facilidade de hematoma

    As plaquetas são medidas como parte de um exame chamado hemograma completo. Para verificar por que suas plaquetas estão elevadas, os médicos podem realizar outros exames de sangue, incluindo testes genéticos especiais. Eles também podem precisar coletar uma pequena amostra (biópsia) da medula óssea e examiná-la ao microscópio.

    • Os médicos irão tratar qualquer problema de saúde que tenha causado a contagem elevada de plaquetas.
    • Quando esse problema melhorar, a contagem de plaquetas deve cair.
    • É possível que os médicos administrem pequenas doses de aspirina para ajudar a aliviar os sintomas leves.
    • Provavelmente você será hospitalizado se tiver muito sangramento, ou se tiver um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral resultante de coágulos causados pela contagem elevada de plaquetas.

    Os médicos podem tentar reduzir a quantidade de plaquetas em seu sangue com:

    Medicamento Plasmaférese – os médicos retiram certa quantidade de sangue, eliminam as plaquetas desse sangue e, em seguida, o devolvem para seu corpo

    Você terá que realizar exames de sangue periodicamente para verificar se a sua contagem de plaquetas não voltou a subir. OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

    Qual o nível de plaquetas para dengue?

    Saúde alerta para sintomas e tratamento da dengue Pacientes que apresentam a combinação de sintomas como febre, dor de cabeça e dores no corpo são tratados como casos de suspeita de dengue. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através das 43 Unidades de Saúde da Família, está capacitada para identificar e tratar, de forma precoce, os pacientes com suspeita da doença, inclusive disponibilizando a realização imediata do exame de sangue para os casos suspeitos, auxiliando no diagnóstico e tratamento da doença.

    A Unidade de Resposta Rápida da Secretaria entrega, à noite, o resultado e avalia o paciente em sua residência, observando a necessidade ou não do internamento. De acordo com as diretrizes do manual do Programa de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, as manifestações hemorrágicas na dengue são causadas pela fragilidade das paredes dos vasos, pela queda de plaquetas e pelo consumo demasiado de fatores de coagulação.

    Apenas plaquetas baixas não determinam que a pessoa esteja com dengue. Várias doenças podem levar à queda de plaquetas como, por exemplo, gripe ou infecção por bactérias. A hidratação precoce e adequada é um fator determinante para a prevenção das hemorragias.

    • Uma pessoa que apresenta plaquetas a 100.000/mm 3, tem febre, dor de cabeça e dor no corpo, mas que não apresenta sangramentos, será tratada como caso suspeito, não sendo necessária internação.
    • Nestes casos, a orientação médica é que o paciente faça a hidratação caseira, igerindo muita água, sucos e até mesmo utilizando o soro caseiro.

    Ao persistirem os sintomas, o paciente deve retornar à Unidade dentro do período máximo de 24 a 48 horas, para reavaliação e, sendo detectados sinais de alarme, como vômito persistente depois que a febre cessa, tontura e dores abdominais, deve imediatamente procurar as Unidades de Pronto Atendimento.

    • Plaquetas Ainda segundo o Ministério da Saúde, todos os casos de suspeita de dengue com sangramento são indicados à internação para observação do paciente e posterior reavaliação.
    • A transfusão de plaquetas fica a critério do médico assistente, mas poderá ser indicado nos casos com suspeita de sangramento no sistema nervoso central (hemorragia cerebral) e em casos de plaquetas 20.000/mm 3, na presença de sangramentos visíveis.

    “É importante salientar que a transfusão de plaquetas é indicada para bloquear o sangramento e não para aumentar a contagem sanguínea de plaquetas, pois estas sofrem destruição em curto prazo. Portanto, não se recomenda contagem de plaquetas após transfusão sanguínea”, explica Fabrizia Tavares, infectologista da Vigilância Epidemiológica.

    Combate “O trabalho continua sendo realizado pela Secretaria, através do Programa Municipal de Combate à Dengue, com ações da força-tarefa, de segunda a sábado, das 8 às 17, horas. Após a divulgação dos dados do último Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti, o (LIRAa), ficou constatado que o grande problema está dentro das residências.

    E as pessoas precisam se conscientizar que são elas as agentes mais poderosos nesse combate”, alerta o secretário Silvio Santos. Ainda de acordo com o último LIRAa, não foram encontrados focos em terrenos baldios. As lavanderias continuam sendo as grandes vilãs: 56,6% dos criadouros foram encontrados nesses reservatórios.

    Em segundo lugar, estão os depósitos domiciliares, como vasos e pratos de plantas, ralos e lajes (30,5%). Ainda foram encontrados focos em capacetes de moto, caixas de isopor e plásticos que cobrem entulhos. Para o Ministério da Saúde, o trabalho de combate à dengue realizado pela Prefeitura de Aracaju é referência para o país, tanto na prevenção quanto no tratamento.

    Denúncias Em casos de suspeita de dengue, para notificação de casos ou limpeza de terrenos baldios, a população pode ligar para o telefone 3179-1000 ou 156. As ações contra a doença continuam de forma intensificada em toda a cidade. : Saúde alerta para sintomas e tratamento da dengue