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Dicas, Recomendações, Ideias

Qual O Tipo De Sangue Mais Raro?

Quais os 3 tipos de sangue mais raros?

O Rh nulo, ou sangue dourado é o tipo mais raro de sangue no mundo. Apenas 43 pessoas, até hoje, foram identificadas com esse tipo sanguíneo. Depois do sangue dourado, os tipos menos comuns são: AB- e B-. O sangue tipo O+ e o tipo A+ são os mais comuns tanto na população brasileira, como na maioria dos países.

Qual é o tipo de sangue mais difícil de encontrar?

AB é considerado como o sangue mais raro de todos os tipos. Ele não possui anticorpos contra o sangue A e nem contra o sangue B. Isso significa que quem possui o tipo sanguíneo AB pode receber sangue de qualquer tipo.

Qual é o sangue mais raro o+ ou o?

Mapa-múndi do sangue revela tipo mais comum e mais raro: confira o seu › › Mapa-múndi do sangue revela tipo mais comum e mais raro: confira o seu Qual O Tipo De Sangue Mais Raro Existem oito grupos de tipos de sangue com diferentes combinações de antígenos e classificações. Só de humanos são 36 sistemas de grupos sanguíneos no total. Entre as quase 8 bilhões de pessoas que vivem no planeta, o sangue mais comum é o O+, que corre nas veias de 39% da população mundial.

  • E no posto de mais raro está o AB-, que é o tipo de 0,40% da população.
  • Mas como funciona essa estatística? Assim como a nacionalidade, fatores genéticos desempenham um papel na determinação do tipo de sangue de um indivíduo.
  • Ou seja: cada parte do planeta tem tendência a apresentar um tipo sanguíneo que se sobressai ante os outros.

Abaixo, você pode ver um mapa que mostra essas diferenças. Qual O Tipo De Sangue Mais Raro Reprodução/Visual Capitalist

Porque o sangue O negativo é tão raro?

Por que o grupo sanguíneo O Rh- é tão raro? Qual O Tipo De Sangue Mais Raro Doação de sangue. Servicio Ilustrado (Automático) (Europa Press) Mais informações Para responder à sua pergunta devo primeiro explicar o que são grupos sanguíneos e o que é o fator Rh. Trata-se de uma forma de catalogar o com base nos antígenos que há na superfície dos glóbulos vermelhos.

A primeira forma de classificar é mediante o sistema ABO, que identifica o sangue que possui antígenos A, o sangue que possui antígenos B, o sangue que possui os dois antígenos e o sangue que não possui antígenos, que é o O (ou zero). Quando dizemos que o sangue de uma pessoa é do grupo A é porque seus glóbulos vermelhos têm antígenos A na superfície, mas também há pessoas que têm sangue do grupo B, outras que têm do grupo AB e aquelas cujo sangue não contém antígenos A nem B, e isto é o que chamamos de O.

Se você não sabe o que são antígenos, aqui explico que são substâncias capazes de desencadear a do organismo, ou seja, a produção de anticorpos. Além do sistema ABO, o sistema Rh também ajuda a classificar o sangue e é composto por outros antígenos da superfície dos glóbulos vermelhos (o mais importante é o chamado antígeno D), cuja presença determina o que conhecemos como fator Rh.

  1. Dizemos que o sangue é Rh positivo quando esses antígenos estão presentes e Rh negativo quando eles não estão.
  2. É uma característica herdada, ou seja, o fator Rh que cada um de nós possui depende daquele que nossa mãe e nosso pai têm.
  3. E sim, como você diz em sua pergunta, Rh- é mais raro que Rh +, e isso se deve a uma questão genética.

Certamente você sabe que existem genes recessivos e genes dominantes. O gene que determina Rh+ é dominante e o gene que determina o Rh- é recessivo. As combinações dos quatro alelos (dois da mãe e dois do pai) podem ser diferentes em cada um dos progenitores: ambos positivos, os dois negativos ou um positivo e um negativo.

  • Levando em consideração que o + é dominante e o – é recessivo, a combinação deles torna a probabilidade de um Rh- muito menos frequente que a do positivo, pois ambos os alelos têm que ser negativos.
  • Quanto à distribuição da população pela sua classificação sanguínea, é verdade que o O- não é muito frequente, mas não é o grupo mais raro.

Na Espanha, por exemplo, estima-se que 8% da população seja O- (no Brasil, 9%), e muito menos pessoas têm sangue B ou AB tanto com o fator Rh + como com o fator Rh-. Por exemplo, o grupo AB com Rh- é encontrado só em aproximadamente 0,5% da população espanhola.

  • Mas isso muda dependendo dos países.
  • Ter um ou outro tipo afeta unicamente as transfusões de sangue e os transplantes de órgãos, porque em ambos os casos o sangue precisa ser compatível.
  • Mas, com exceção da gravidez, não afeta a saúde de nenhuma outra forma.
  • Na gravidez, sim, é necessário conhecer o Rh da mãe e o do feto, pois se a mãe for Rh- e o feto for Rh +, pode ocorrer no recém-nascido uma doença chamada doença hemolítica.

Mas, felizmente, para os casos em que o sangue da mãe e o do feto são incompatíveis, existe um tratamento eficaz que evita os problemas. Mayte Olave Rubio é pesquisadora do Serviço de Hematologia do Hospital Clínico Lozano Blesa, de Zaragoza. Pergunta enviada vía email por Ivón González Nosotras Respondemos (Nós Respondemos) é um consultório científico semanal, patrocinado pela Fundação Dr.

  1. Antoni Esteve e o programa L’Oréal-Unesco ‘For Women in Science’ que responde às dúvidas dos leitores sobre ciência e tecnologia.
  2. As perguntas são respondidas por cientistas e tecnólogas, sócias da AMIT (Associação de Mulheres Pesquisadoras e Tecnólogas).
  3. Envie suas perguntas para ou pelo Twitter #nosotrasrespondemos.

Coordenação e redação: Victoria Toro : Por que o grupo sanguíneo O Rh- é tão raro?

Quais são os tipos de sangue que não podem ter filhos?

Sangues que não combinam são um risco para gestação Mulheres que têm sangue do tipo O, A, AB ou B negativos precisam ficar atentas na hora de serem mães, alertam especialistas. Caso o parceiro tenha o fator RH positivo e transmita essa característica para o bebê, o organismo da mulher pode rejeitar a criança e produzir anticorpos contra o feto, levando a doenças e até à morte.

Para que a mãe produza esses anticorpos, o sangue do bebê precisa entrar em contato com o sangue dela. No primeiro trimestre de gestação, a chance disso acontecer é de apenas 3%. No parto, é de 70%. Por isso, na primeira gravidez o bebê não costuma ser afetado, porque os anticorpos só surgem no nascimento — explica o diretor científico do Instituto Brasileiro de Reprodução Assistida, Juliano Scheffer.

Apesar disso, é preciso fazer um acompanhamento especial, através de um exame chamado Coombs indireto. Se houver a suspeita de incompatibilidade, o obstetra pode recomendar uma transfusão de sangue para o bebê, no útero, em casos graves. Vacina para proteger o segundo filho Após o nascimento do primeiro filho, é feito o exame de tipo sanguíneo do bebê para saber se ele tem o fator RH positivo.

  • Outro tipo de incompatibilidade que afeta de 10% a 15% dos casais é a chamada isoimunização do sistema ABO: quando a mulher tem sangue de tipo O e o homem de tipo A, B ou AB.
  • — É uma reação mais branda, com icterícia (olhos amarelados) e anemia leve — diz a diretora do Vida Centro de Fertilidade da Rede D’Or, Maria Cecília Erthal.
  • Remédio feito com o sangue do marido

Um terceiro problema que leva a abortos repetidos é falta de compatibilidade entre o sangue da mulher e o material genético do marido. Ainda não há causas definidas para a rejeição e o tratamento divide os especialistas. — É fabricada uma vacina a partir das células de defesa do sangue do homem.

  1. ‘Não encontrei a vacina. Foi um sufoco’
  2. Luciana Schlobach
  3. 37 anos, arquiteta, teve incompatibilidade de sangue

Eu já sabia que poderia ter alguma incompatibilidade na gravidez, porque a minha mãe já tinha passado por isso. Quando descobri que estava esperando meu primeiro filho, avisei logo à médica. Meu sangue é O negativo e o do meu marido, positivo. Após o parto, tomei a vacina, ainda no hospital.

Qual é o doador de sangue universal?

O que são um doador ‘universal’ e um ‘receptor universal’ de sangue? O tipo considerado ‘doador universal’ é o O-, enquanto o AB+ pode receber de todos os outros tipos. A chamada compatibilidade sanguínea é sempre observada no processo de doação para evitar problemas de coagulação no receptor.

Qual é o sangue de ouro?

Rh nulo: o “sangue dourado” – Há que se mencionar ainda um tipo raríssimo de sangue, o chamado Rh nulo. Isso significa que os glóbulos vermelhos não têm nenhum tipo de antígeno Rh. Esse tipo sanguíneo foi detectado pela primeira vez na década de 60 e desde então apenas 43 casos foram registrados no mundo.

Qual é sangue mais comum?

HEMOAM – Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas O sangue é um tecido vivo que tem como principais funções transportar o oxigênio dos pulmões para o corpo, defender o organismo contra infecções e promover a coagulação. O sangue recebe os alimentos já assimilados e os transporta para as células.

  • Recolhe também todos os resíduos que se formam nos órgãos e os leva até os rins para serem eliminados através da urina.
  • É composto por uma parte líquida (plasma), constituída por sais minerais, vitaminas, água, fatores de coagulação, na qual estão misturadas as partes sólidas, ou seja, as hemácias, os leucócitos e as plaquetas.

A quantidade de sangue que circula no corpo corresponde a 1/12 do peso corporal de cada pessoa. Hemácias: São glóbulos vermelhos do sangue. Cada hemácia tem vida média de 120 dias no organismo. Existem em torno de 4,5 mil hemácias por milímetro cúblico de sangue.

As hemácias são responsáveis por transportar o oxigênio dos pulmões para as células de todo o organismo e eliminar o gás carbônico das células, transportando-os para os pulmões. Plaquetas: São os fragmentos de células que participam do processo de coagulação. Têm vida curta. No organismo circulam na proporção de 200 a 400 mil por milímetro cúbico de sangue.

As plaquetas são muito importantes. Sua função é a obstrução das lesões ocorridas nos vasos sanguíneos que dariam origem a hemorragias. Leucócitos: São os glóbulos brancos. Os leucócitos variam de 5 a 10 mil por milímetro cúbico de sangue. Também têm vida curta.

  • Possui formas e funções diversificadas, sempre ligadas à defesa do organismo contra a presença de elementos estranhos a ele como por exemplo as bactérias.
  • Plasma: É um líquido amarelo claro que representa mais de 50% do volume total do sangue.
  • É formado por 90% de água, onde estão presentes, dissolvidas, proteínas, gorduras, sais minerais e açúcares.

Pelo plasma circula, por todo o organismo, os elementos nutritivos necessários à vida das células. O sangue humano é classificado em grupos e subgrupos, sendo os mais importantes o ABO (A, B, AB e O) e o Rh (positivo e negativo). No Brasil, os grupos sanguíneos mais comuns são o O e o A.

  1. Juntos eles abrangem 87% de nossa população.
  2. Componentes do Sangue O grupo B contribui com 10% e o AB com apenas 3%.
  3. O sangue O Negativo é conhecido como universal, pode ser transfundido em qualquer pessoa.
  4. Mas apenas 9% dos brasileiros possuem esse tipo de sanguíneo.
  5. É muito utilizado pelos hospitais pois é o sangue que salva em situações de emergência.

O tipo O positivo é o sangue mais utilizado no Brasil. O estoque de um hemocentro deve ter, no mínimo, 50% deste tipo sanguíneo. No caso de transfusão, o ideal é o paciente receber sangue do mesmo tipo que o seu. Somente em situações de urgência/emergência lança-se mão de sangue universal O RH negativo.

O Positivo 36% O Negativo 9% A Positivo 34% A Negativo 8% B Positivo 8% B negativo 2% AB Positivo 2,5% AB Negativo 0,5% Leucemia A leucemia aguda é o tipo de câncer mais freqüente na infância. De cada 100 crianças com câncer, 30 a 35 são casos de leucemia – câncer do sangue. A doença se manifesta na medula óssea(tutano do osso).

As leucemias podem ser : – Leucemia linfóide: é a mais freqüente na infância. Responsável por cerca de 80% dos casos das leucemias agudas. Ocorre principalmente na faixa etária de 2 a 8 anos de idade. – Leucemia mielóide: é mais rara em criança. Ocorrem em torno de 15 a 20% das leucemias agudas na infância.

  1. Sua freqüencia é de em torno de 10 casos em um milhão de crianças abaixo de 15 anos, por ano.
  2. Os sintomas na criança podem ser: palidez, manchas roxas pelo corpo, sangramento pelo nariz, gengiva, dores nas pernas e articulares, aumento das glândulas, aumento do baço e do fígado.
  3. Os sintomas, no início da doença, podem parecer com os de outras doenças, por isso é importante, levar a criança logo ao seu médico para fazer uma avaliação clínica.

Felizmente, com os avanços da medicina, muitos casos de leucemia são curáveis. É possível detectar a leucemia de forma mais precisa e precoce. Além disso o paciente tem mais recursos para o tratamento. A cura da leucemia depende de fatores como precocidade do diagnóstico, acesso do paciente ao tratamento adequado e condições físicas do mesmo.

  1. O tratamento mais usado para a leucemia é a Quimioterapia, que são medicamentos que atuam no organismo combatendo as células doentes, destruindo ou controlando seu desenvolvimento.
  2. A maioria dos pacientes é tratada com uma combinação de medicamentos, que podem ser por via oral (pílula, cápsula ou líquido ingerido pela boca), intramuscular (por injeção no músculo) ou intravenosa (aplicada numa veia periférica por seringa ou catéter).

A quimioterapia é o tratamento mais indicado para tratar a leucemia na infância. O paciente pode vir sentir efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor abdominal, mucosites, anemia, aumento de sangramento, porém a equipe médica especializada, administra o tratamento prevenindo estes efeitos, aplicando medicamentos específicos para evitá-los e/ou tratá-los o mais cedo possível, evitando o desconforto.

  • Outro tratamento utilizado com menos freqüência é a radioterapia.
  • Ela é indicada para tratamento de tumores sólidos como quando ocorre infiltração da doença nos testículos ou no SNC (cérebro).
  • A cirurgia é para casos de doença testicular, para biópsia, e se indicada, para a retirada dos tumores.
  • A queda dos cabelos é um dos efeitos colaterais da quimioterapia que age na genética da célula, impedindo o crescimento dos cabelos, porém, após um determinado período, os cabelos voltam a crescer e com aspecto sedoso.
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Anemia Falciforme É a doença hereditária (passa dos pais para filhos) mais comum em todo o mundo. Altera as células vermelhas do sangue, atingindo principalmente afros-descendentes. Se caracteriza por ser uma deformação das hemáceas, que ficam com a forma de foice.

  • Ao se deformarem, as células do sangue – que em condições normais são bem maleáveis – ficam enrijecidas e passam a entupir vasos, provocando a necrose dos tecidos.
  • O primeiro órgão a ser afetado é o baço, responsável pelo sistema de defesa do organismo.
  • Por isso, em geral, os pacientes falciformes têm mais propensão a desenvolver infecções.

Um dos maiores perigos é que, por ser recessiva, a doença pode estar nos genes dos pais, sem que eles apresentem qualquer sintoma. É possível que dentro da mesma família um dos filhos tenha a doença, enquanto os outros, não. Quando um deles é diagnosticado como portador da doença, é necessário fazer testes nos irmãos.

  • Talassemia Talassemia é outra doença hereditária provocada por deficiência nas hemácias.
  • É predominante em pessoas provenientes de países da região do Mediterrâneo.
  • As pessoas talassêmicas têm a hemácia pequena e em forma de alvo.
  • Por isso, concentram pouca quantidade de hemoglobina, o que causa problemas funcionais ao organismo.

Estão cadastrados nos serviços públicos cerca de 500 pacientes. As crianças que têm doenças falciforme sofrem muito, choram por dores constantes e têm febre. É comum serem internadas diversas vezes, sem que se chegue a um diagnóstico, se a equipe médica não estiver capacitada para identificar a anemia falciforme.

  • De acordo com a triagem neonatal, estima-se que nascem, no Brasil, por ano, 3,5 mil crianças vítimas da doença, (considerando-se os dados recolhidos nos 12 estados que aderiram à segunda fase do Programa de Triagem Neonatal, que inclui o exame que detecta doença falciforme no teste do pezinho).
  • A anemia falciforme não é contagiosa.

O olho amarelado não é devido a infecção por hepatite, e sim por conta da destruição das células do sangue. A pessoa que tem anemia falciforme leva uma vida social normal. Do terceiro mês até o quinto ano de vida – o período mais crítico, além das obrigatórias, os pacientes de anemia falciforme recebem vacinas especiais.

A penicilina, por exemplo, é aplicada por via oral, duas vezes ao dia. Também há a aplicação mensal, a penicilina injetável. São feitas também vacinas de antihemófilos, antipneumococos, hepatite B e meningite. Na fase adulta, cerca de 10% dos pacientes precisam fazer transfusões de sangue regularmente e todos devem ter cuidados redobrados na hora de passar por qualquer procedimento médico (inclusive tratamentos dentários).

Devem também tomar medicamentos para controlar o nível de ferro do sangue, pois são, em geral, acometidos por anemias recorrentes. Os pacientes de hemoglobinopatias, como anemia falciforme e talassemia, têm anemias freqüentes, dores generalizadas, icterícias e lesões ósseas.

Quem é portador de anemia falciforme também é mais suscetível a acidente vascular cerebral (AVC) devido à redução da flexibilidade das hemácias, que tendem a obstruir os vasos sangüíneos. Os falcêmicos também têm a vida encurtada. O período mais crítico vai até os cinco primeiros anos. O índice de mortalidade em crianças que não são diagnosticadas e tratadas precocemente chega a 25%.

Entre as que recebem tratamento adequado, o índice cai para 2,5%. Segundo dados de 1996, a expectativa de vida de um portador de anemia falciforme no Brasil é de 18,6 anos. Em países que já adotaram programas voltados para o tratamento da doença, como Cuba e Estados Unidos, que têm política específica há mais de 30 anos, a expectativa de vida para os pacientes é de 47 anos.

  1. A meta do Ministério da Saúde é atingir essa marca.
  2. Quase 13 mil pacientes estão cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS).
  3. Seguindo a prevalência genética da população, as estimativas apontam para a existência de 30 mil a 50 mil pessoas com a doença, em todo o país.
  4. De cada grupo de 35 pessoas, uma registra traços de anemia falciforme.

Na Bahia, há um falcêmico para cada 500 nascidos vivos. No Rio de Janeiro, o índice é de um para cada 1,2 mil, e, em Minas Gerais, Pernambuco e Maranhão, de um para cada 1,4 mil nascidos vivos. Hemofilia Hemofilia é um distúrbio hereditário dos fatores da coagulação do sangue, fazendo com que o sangue do hemofílico não coagule tão rápido quanto deveria.

  1. As dificuldades na coagulação são por conta da ausência hereditária de determinados fatores sangüíneos, indispensáveis à produção da enzima tromboquinase, que é fundamental ao processo de coagulação.As hemofilias podem se apresentar de forma leve, moderada ou grave.
  2. Estão classificadas em três tipos: Hemofilia A – ocorre devido a deficiência do fator VIII da coagulação ou globulina anti-hemofílica, é o tipo mais freqüente, conhecida como hemofilia clássica.

Hemofilia B – ocorre devido a deficiência de fator IX e é também conhecida como doença de Christmas. Hemofilia C – este tipo de hemofilia caracteriza-se pela ausência de um fator denominado PTA. O aspecto clínico da doença se apresenta por sangramentos intrarticulares (hemartroses), sangramentos musculares, e em quaisquer parte do organismo por traumatismos que em casos normais não aconteceriam.

  • Normalmente, a doença costuma manifestar-se desde a infância, mas, raramente, antes dos três a seis meses de idade.
  • A hemofilia torna-se evidente em muitas crianças, quando elas começam a caminhar e a receber os primeiros golpes com as quedas, ou quando aparecem os primeiros dentes.
  • O portador de hemofilia deve fazer parte de um serviço para que seu acompanhamento de rotina possa atendê-lo em caso de urgência.

Em caso de sangramento, recebe fator da cogulação de acordo com seu tipo de hemofilia. Necessita ainda de tratamento médico, fisioterápico, odontológico, e a atenção de toda uma equipe multidisciplinar capacitada para atendê-lo. Até o momento a hemofilia não tem cura.

Quais os melhores tipos de sangue?

Hemocentro tem sete tipos de sangue em falta no Dia Mundial do Doador A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) continua a afetar o volume de captação de sangue no Hemocentro de Marília ou Departamento de Atenção à Saúde em Hemoterapia (DASHEMO) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília – HCFAMEMA.

Dos oito tipos sanguíneos existentes, sete estão abaixo do estoque mínimo necessário para suprir a demanda por hemocomponentes na região. A Instituição intensifica a convocação nesta semana em celebração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, ocorrido no domingo, dia 14 de junho. A data foi criada por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2014, e o dia escolhido é uma homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner (14 de junho de 1868 – 26 de junho de 1943), um imunologista austríaco que descobriu o fator Rh e várias diferenças entre os diversos tipos sanguíneos.

Para a celebração e reforço na doação o Hemocentro conseguiu nesta semana o apoio da Prefeitura Municipal de Osvaldo Cruz, que reuniu e trouxe voluntários para doação no sábado. E a KNN Idiomas, que está chamando seus colaboradores e alunos para doar durante a semana.

  1. A campanha conta ainda com a colaboração da rede de Supermercados Confiança, com doação de alimentos e decoração como forma de parabenizar aos doadores, bem como dar visibilidade a importância da doação de sangue.
  2. Os tipos sanguíneos mais críticos são o O+, O- e A- (veja a tabela abaixo).
  3. O único tipo sanguíneo com estoque seguro é o B+.

Para doar é preciso ter idade de 16 até 69 anos (lembrando que os adolescentes de 16 e 17 devem estar acompanhados dos pais ou responsável legal); estar com boa saúde (existem impeditivos temporários e permanentes que são orientados durante a triagem no ato da doação).

Estoque Real Estoque Ideal (7 dias) Percentual
A+ 136 150 -10%
A- 17 40 -57,5%
B+ 78 40 +95%
B- 03 05 -40%
AB+ 18 20 -10%
AB- 03 05 -40%
O+ 53 150 -64,6%
O- 14 40 -65%

Hemocentro tem sete tipos de sangue em falta no Dia Mundial do Doador

Porque o+ não é doador universal?

Tipo sanguíneo O+ é o mais comum entre doadores do Hemoce – Secretaria da Saúde do Ceará Qual O Tipo De Sangue Mais Raro A população cearense apresenta tipos sanguíneos diversificados. Normalmente, as pessoas são classificadas pelo grupo ABO (A, B, AB, O) e Rh (positivo e negativo). No Ceará, os tipos O e A positivos são os mais comuns. Das 599.534 pessoas que doaram sangue nos últimos 21 anos no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará, da rede pública da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), do Governo do Estado, cerca de 45% são O+.

Identificar o tipo sanguíneo é determinante no momento de uma transfusão de sangue. A hematologista e diretora de hemoterapia do Hemoce, Denise Brunetta, explica que, independentemente de o paciente saber qual o seu tipo, é feito o teste de tipagem sanguínea antes de a transfusão ser realizada. A partir dessas informações, será transfundido o sangue do doador compatível.

“Existem antígenos presentes ou ausentes no organismo dependendo do tipo de sangue. Por exemplo, se o sangue é do tipo A, quer dizer que possui antígeno A. Se é AB, tem antígenos A e B em seus glóbulos vermelhos. Já quem é O não tem nem A nem B e é considerado o doador universal.

  1. Por isso é tão importante que esses voluntários mantenham suas doações com regularidade”, explica Denise.
  2. As características do sangue precisam ser compatíveis entre doador e paciente para garantir maior segurança transfusional.
  3. Além da tipagem sanguínea, o Hemoce realiza a fenotipagem eritrocitária, um estudo mais completo do sangue.

A fenotipagem pesquisa nas hemácias características minuciosas, possibilitando uma transfusão mais compatível. “Com a avaliação, conseguimos identificar o doador com sangue raro. A ausência ou a presença de alguns antígenos pode indicar que o sangue que está sendo avaliado é raro.

  • Isso permite que tenhamos um banco de sangue raro para atender os pacientes”, conta Denise Brunetta.
  • O banco de doadores raros do Hemoce é um dos maiores do Brasil e conta com 121 voluntários especiais.
  • Desde 2014, o Hemoce já enviou 32 bolsas de sangue raro para outros estados brasileiros e uma para a Colômbia.

Para garantir a segurança e a qualidade no sangue doado, o hemocentro mantém um rigoroso processo de controle. Cada vez que um voluntário doa, as amostras de sangue passam por testes e exames sorológicos. Além da tipagem sanguínea e da fenotipagem eritrocitária, são realizados eletroforese de hemoglobina e testes para hepatites B e C, sífilis, doença de Chagas, HIV e HTLV (vírus T-linfotrópico humano).

Também São feitos testes de biologia molecular para verificação e confirmação do vírus HIV e hepatites B e C, chamado de teste NAT. As doações realizadas no Hemoce atendem pacientes em mais de 450 unidades de saúde no Estado e 100% do Sistema Único de Saúde (SUS). Cada bolsa de sangue é dividida em diferentes hemocomponentes (plaquetas, hemácias e plasma).

Por isso, com uma única doação de sangue, é possível salvar até quatro vidas

Qual sangue O+ aceita?

Quem doa pra quem –

A+
RECEBE DE DOA PARA
A+ A- A+ AB+
O+ O-

table>

A- RECEBE DE DOA PARA A- A+ A- O- AB+ AB-

table>

B+ RECEBE DE DOA PARA B+ B- B+ AB+ O+ O-

table>

B- RECEBE DE DOA PARA B- B+ B- O- AB+ AB-

table>

AB+ RECEBE DE DOA PARA A+ A- AB+ B+ B- AB+ AB- O+ O-

table>

AB- RECEBE DE DOA PARA A- AB+ AB- B- AB- O-

table>

O+ RECEBE DE DOA PARA O+ O- A+ B+ AB+ O+

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O- RECEBE DE DOA PARA O- A+ A- B+ B- AB+ AB- O+ O-

Quem tem sangue O+ pode doar para quem?

Pessoas com sangue O+ Podem receber de O+ e O-. Podem doar para A+, B+, AB+ e O+.

Qual sangue não pode receber?

HEMORIO – Grupo Sanguíneo GRUPOS SANGUÍNEOS – – – – – – – – – – – – – – – – A classificação do sangue pelo Sistema AB0 pode ser de 04 tipos: A, B AB e 0. Esses tipos diferenciam-se pela expressão dos antígenos (substâncias que podem provocar reações imunológicas) A e B na superfície das hemácias.

Pessoas do tipo A não podem receber transfusão de sangue do tipo B, e vice-versa. Pessoas do tipo 0, não expressam os antígenos A nem B, portanto só podem receber sangue do tipo 0. Há outro sistema chamado Rh, em que a presença ou ausência do antígeno D, classifica as hemácias, respectivamente, em como Rh positivo ou negativo.

Pessoas Rh negativo, que não expressam o antígeno D, portanto só devem receber hemácias Rh negativo, para evitar reações à transfusão.

Doador Receptor Interpretação
Grupo A Grupo A, AB Doadores do tipo A podem doar sangue para receptores dos tipos A e AB
Grupo B Grupo B, AB Doadores do tipo B podem doar sangue para receptores dos tipos B e AB
Grupo O Grupo 0, A, B ou AB Doadores do tipo 0 podem doar sangue para receptores dos tipos A, B, AB e 0
Grupo AB Grupo AB Doadores do tipo AB só podem doar sangue para receptores dos tipo AB

Sangues raros O HEMORIO realiza diariamente cerca de 30 fenotipagens em doadores de sangue. Esse exame permite revelar não apenas o grupo sangüíneo e o fator Rh dos doadores, mas também outros antígenos presentes nos glóbulos vermelhos. Com isto, o HEMORIO dispõe de um cadastro com mais de 10.000 doadores fenotipados, o que permite a transfusão em pacientes especiais que só podem receber transfusão de sangue idêntico ao seu.

Quem tem o sangue O negativo pode engravidar?

Quando a mulher tem sangue fator Rh negativo, ou seja, é A negativo, B negativo, AB negativo ou O negativo, os cuidados têm de ser redobrados ao engravidar. A primeira coisa a se descobrir é o fator Rh do sangue do marido. Se ele tiver Rh contrário, ou seja, for Rh positivo, o bebê tem 50 % de chance de ser como o pai.

De quem o negativo recebe sangue?

Além disso, pessoas do tipo O negativo podem apenas receber transfusões do mesmo grupo sanguíneo. Por isso, a demanda por esse tipo sanguíneo está sempre em alta. Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável.

De quem o filho herda o sangue?

Além de ser um dado importantíssimo para questões de saúde, os tipos sanguíneos são um assunto amplamente abordado nas aulas de genética. Isso porque o tipo sanguíneo de uma pessoa está diretamente relacionado às informações presentes em seus genes. Quando somos concebidos, metade de nosso material genético vem de nossa mãe, e a outra metade, de nosso pai.

Qual o melhor tipo de sangue para engravidar?

Em relação a fertilidade, não existem evidências de que casais com tipos de sangue iguais ou diferentes entre si sejam mais ou menos férteis. Já em relação a gestação, quando a mulher é negativa e o homem é positivo, existe a chance do bebê ser positivo.

Qual tipo de sangue da problema na gravidez?

A incompatibilidade de Rh ocorre quando uma gestante tem sangue Rh negativo e o feto tem sangue Rh positivo.

A incompatibilidade de Rh pode resultar na destruição de glóbulos vermelhos do feto, por vezes, causando anemia, o que pode ser grave. O feto de uma mulher com sangue Rh negativo e de um homem com sangue Rh positivo é examinado periodicamente para detectar sinais de anemia. Se houver suspeita de anemia, o feto recebe transfusões de sangue. Para prevenir problemas no feto, o médico administra injeções de anticorpos anti-Rh em mulheres com sangue Rh negativo, aproximadamente na 28ª semana de gravidez, depois de qualquer episódio de sangramento significativo, após o parto e após determinados procedimentos.

Complicações da gravidez, como a incompatibilidade de Rh, são problemas que ocorrem apenas durante a gravidez. Elas podem afetar a mulher, o feto ou ambos e surgir várias vezes durante a gravidez. No entanto, a maioria das complicações da gravidez pode ser tratada.

Pessoas de raça branca na América do Norte e na Europa: Aproximadamente 15% Pessoas de ascendência afro-americana: Aproximadamente 8% Pessoas de ascendência chinesa: Aproximadamente 0,3% Pessoas de ascendência indígena: Aproximadamente 5%

O fator Rh é uma molécula presente na superfície dos glóbulos vermelhos em algumas pessoas. O sangue é Rh positivo se os glóbulos vermelhos tiverem o fator Rh e Rh negativo, se eles não o tiverem. Podem ocorrer problemas se o sangue Rh positivo do feto entrar na corrente sanguínea de uma mulher com sangue Rh negativo.

O sistema imunológico da mulher possivelmente identifica os glóbulos vermelhos do feto como sendo corpos estranhos e produz anticorpos Anticorpos Uma das linhas de defesa do corpo ( sistema imunológico) envolve glóbulos brancos (leucócitos) que se deslocam através da corrente sanguínea e penetram nos tecidos para detectar e atacar micro-organismos.

leia mais, denominados anticorpos anti-Rh, para destruir as células sanguíneas Rh positivas. A produção desses anticorpos é denominada de sensibilização Rh. (Anticorpos são proteínas que são produzidas pelas células imunológicas que ajudam a defender o organismo contra substâncias estranhas.) No caso de mulheres com sangue Rh negativo, a sensibilização pode ocorrer em qualquer momento durante a gravidez.

  1. Contudo, o momento em que há mais propensão de isso ocorrer é durante o parto.
  2. Quando a sensibilização ocorre pela primeira vez na gravidez, é pouco provável que o feto ou o recém-nascido seja afetado.
  3. Depois que a mulher estiver sensibilizada, ela estará mais propensa a ter problemas em cada gravidez seguintes se o sangue do feto for Rh positivo.

Em cada gravidez após a sensibilização, a mulher produz anticorpos anti-Rh mais cedo e em quantidades maiores. Geralmente, a incompatibilidade de Rh não causa sintomas nas gestantes. Ocasionalmente, outras moléculas nos glóbulos vermelhos da mulher são incompatíveis com aquelas do feto.

Exames de sangue Se o sangue da mulher contiver anticorpos anti-Rh, ultrassonografia com Doppler

Na primeira visita a um médico da gravidez, todas as mulheres são examinadas para determinar qual é seu tipo sanguíneo, se ela tem sangue Rh positivo ou Rh negativo e se ela tem anticorpos contra o fator Rh ou outros anticorpos contra glóbulos vermelhos.

O tipo sanguíneo do pai é determinado se ele for conhecido e estiver disponível para fazer exames. Se o pai não estiver disponível para fazer exames ou caso ele já tenha feito exames e o sangue dele for Rh positivo, um exame de sangue denominado análise de ácidos nucleicos (DNA) livres fetais pode ser feito para determinar se o feto tem sangue Rh positivo. Nesse exame, o médico examina pequenos fragmentos do DNA do feto, que estão presentes em quantidades minúsculas no sangue da gestante (geralmente após 10 a 11 semanas).

Caso o pai tenha sangue Rh negativo, nenhum outro exame é necessário. Como precaução, a mulher que tem sangue Rh negativo recebe uma injeção de anticorpos anti-Rh nos seguintes momentos:

Na 28ª semana de gravidez No prazo de 72 horas após ter dado à luz um bebê com sangue Rh positivo, mesmo após um aborto espontâneo ou aborto induzido Após qualquer episódio de sangramento vaginal durante a gravidez

Às vezes, são necessárias mais injeções quando uma grande quantidade de sangue fetal entra na corrente sanguínea da mãe. Os anticorpos dados são denominados imunoglobulina Rho(D). Esse tratamento funciona tornando o sistema imunológico da mulher menos capaz de reconhecer o fator Rh em glóbulos vermelhos do bebê, que talvez tenham entrado na corrente sanguínea da mulher.

Transfusões de sangue, no caso de anemia no feto Às vezes, parto prematuro

Se o sangue do feto for Rh negativo ou se os resultados dos exames continuarem a indicar que o feto não tem anemia, a gravidez pode continuar até o fim sem nenhum tratamento. Se a anemia for diagnosticada no feto, ele pode receber uma transfusão de sangue antes do nascimento por um especialista em um centro especializado em gestações de alto risco.

  1. Na maioria das vezes, a transfusão é feita através de uma agulha inserida em uma veia do cordão umbilical.
  2. Normalmente, outras transfusões são administradas até à 32ª ou 35ª semana de gravidez.
  3. A época exata para administrar as transfusões depende da gravidade da anemia e da idade do feto.
  4. A época do parto toma por base a situação individual da mulher.

O bebê talvez precise de outras transfusões após o nascimento. Às vezes, não há necessidade de transfusão até após o nascimento. OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Quem é A+ pode ter filho?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Qual O Tipo De Sangue Mais Raro Olá. Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. A sua avaliação clínica através da historia clinica, suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Está grávida? Faça o pré-natal corretamente.

Mãe A+ pai AB, meu filho O + isso pode acontecer? Meu sangue é A + do meu marido b + meu filho nasceu com sangue b – tá certo isso? Oi, boa noite! Eu sou a+, meu suspeito pai é a+ e o meu pai (o q registrou ) tbm é a+. se eu fizer o teste dna, vai dá certo? vai dá pra descobrir quem é o meu pai? O sangue da Mãe o+, o pai A +, pode gerar o sangue do filho o+ Olá minha mãe e A+ e o meu pai era O-, e possível eu ter o sangue AB+ Sou o- minha esposa é o+ existe a possibilidade de nosso filho nascer a positivo Sou A- e meu esposo O+ e também tenho TEA.qual a possibilidade se eu tiver um filho dele ter algum problema por causa da incompatibilidade sanguínea e de vir com autismo? Meu sangue é B+ e do meu filho é O+ e o outro filho é igual o meu, são filhos do mesmo pai, qual tipo de sangue o pai tem que ser???? Bom dia o pai e A+ e a mãe e o -e possível o bebê nascer com o tipo de sangue A+ Meu tipo sanguíneou e O- negativo meu marido é O+ Positivo, eu tive um filho O+ positivo.Minha segunda gravidez o bebê falecer na barriga com oito meses. Na terceira gestação existe uma possibilidade da criança nascer com o mesmo tipo sanguíneo meu? Pq duas tiveram o sangue do pai.

Qual a diferença entre o sangue positivo e negativo?

Classificação em positivo ou negativo – Essa classificação depende da presença ou ausência do antígeno D. Um indivíduo que possui sangue tipo A+ é alguém que possui antígeno A e antígeno D. Já uma pessoa com sangue tipo A- é alguém que possui o antígeno A, mas não possui o antígeno D. Esse é o fator Rh, ou seja, quem possui essa proteína é positivo e quem não possui é negativo.

Quem não pode doar sangue?

Documentação: Para doar sangue é preciso que você esteja munido de um documento oficial com foto, como a carteira de identidade ou de motorista. – Idade: Os doadores precisam ter entre 16 e 69 anos segundo a nova lei da doação de sangue aprovada em 2013.

Há uma ressalva para quem tem 16 e 17 anos: no Hemosul, o menor de idade tem que estar acompanhado de pai ou mãe ou responsável legal. Caso o menor de idade seja emancipado pode vir doar sozinho trazendo o documento de emancipação. Se for casado traz a certidão de casamento que já é suficiente para a liberação.

Também é importante lembrar que a primeira doação somente pode ser feita até 60 anos. Acima desta idade, apenas para quem já é doador de sangue. Peso: Embora a nova lei permita a doação de pessoas abaixo de 50 Kg, a Rede Hemosul-MS reserva-se o direito de aceitar apenas doadores com 51 kg ou mais, para a melhor utilização do sangue coletado e segurança do doador.

  1. Intervalo de doação: homens podem doar até quatro vezes ao ano com um intervalo mínimo de dois meses.
  2. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com um intervalo mínimo de três meses.
  3. Doenças que impedem a doação: doenças hematológicas, cardíacas, renais, pulmonares, hepáticas, autoimunes, diabetes, hipertireoidismo, hanseníase, tuberculose, câncer, sangramentos anormais, convulsões, ou portadores de doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue como Doença de Chagas, Hepatite, AIDS, Sífilis.

Se estiver com gripe ou alergia deve esperar sete dias após sarar para doar sangue. Medicamentos: alguns medicamentos impedem a doação. Portanto fale para o profissional de saúde que for lhe entrevistar os remédios que está utilizando. Vacinas: As vacinas impedem temporariamente a sua doação.

Por isso, aproveite para doar sangue antes de tomar a dose de vacina. Alimentação: Não esqueça: você deve estar BEM ALIMENTADO para doar sangue. Como muitos pensam não se pode doar sangue em jejum. É diferente de quando vamos fazer exames laboratoriais de sangue, para os quais o jejum é recomendado. Mas você pode evitar alimentos com excesso de gordura quando vier doar sangue.

É recomendado que se alimente bem, porém, de forma saudável.

Qual a raridade de cada sangue?

HEMOAM – Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas O sangue é um tecido vivo que tem como principais funções transportar o oxigênio dos pulmões para o corpo, defender o organismo contra infecções e promover a coagulação. O sangue recebe os alimentos já assimilados e os transporta para as células.

  1. Recolhe também todos os resíduos que se formam nos órgãos e os leva até os rins para serem eliminados através da urina.
  2. É composto por uma parte líquida (plasma), constituída por sais minerais, vitaminas, água, fatores de coagulação, na qual estão misturadas as partes sólidas, ou seja, as hemácias, os leucócitos e as plaquetas.

A quantidade de sangue que circula no corpo corresponde a 1/12 do peso corporal de cada pessoa. Hemácias: São glóbulos vermelhos do sangue. Cada hemácia tem vida média de 120 dias no organismo. Existem em torno de 4,5 mil hemácias por milímetro cúblico de sangue.

As hemácias são responsáveis por transportar o oxigênio dos pulmões para as células de todo o organismo e eliminar o gás carbônico das células, transportando-os para os pulmões. Plaquetas: São os fragmentos de células que participam do processo de coagulação. Têm vida curta. No organismo circulam na proporção de 200 a 400 mil por milímetro cúbico de sangue.

As plaquetas são muito importantes. Sua função é a obstrução das lesões ocorridas nos vasos sanguíneos que dariam origem a hemorragias. Leucócitos: São os glóbulos brancos. Os leucócitos variam de 5 a 10 mil por milímetro cúbico de sangue. Também têm vida curta.

Possui formas e funções diversificadas, sempre ligadas à defesa do organismo contra a presença de elementos estranhos a ele como por exemplo as bactérias. Plasma: É um líquido amarelo claro que representa mais de 50% do volume total do sangue. É formado por 90% de água, onde estão presentes, dissolvidas, proteínas, gorduras, sais minerais e açúcares.

Pelo plasma circula, por todo o organismo, os elementos nutritivos necessários à vida das células. O sangue humano é classificado em grupos e subgrupos, sendo os mais importantes o ABO (A, B, AB e O) e o Rh (positivo e negativo). No Brasil, os grupos sanguíneos mais comuns são o O e o A.

  • Juntos eles abrangem 87% de nossa população.
  • Componentes do Sangue O grupo B contribui com 10% e o AB com apenas 3%.
  • O sangue O Negativo é conhecido como universal, pode ser transfundido em qualquer pessoa.
  • Mas apenas 9% dos brasileiros possuem esse tipo de sanguíneo.
  • É muito utilizado pelos hospitais pois é o sangue que salva em situações de emergência.

O tipo O positivo é o sangue mais utilizado no Brasil. O estoque de um hemocentro deve ter, no mínimo, 50% deste tipo sanguíneo. No caso de transfusão, o ideal é o paciente receber sangue do mesmo tipo que o seu. Somente em situações de urgência/emergência lança-se mão de sangue universal O RH negativo.

  1. O Positivo 36% O Negativo 9% A Positivo 34% A Negativo 8% B Positivo 8% B negativo 2% AB Positivo 2,5% AB Negativo 0,5% Leucemia A leucemia aguda é o tipo de câncer mais freqüente na infância.
  2. De cada 100 crianças com câncer, 30 a 35 são casos de leucemia – câncer do sangue.
  3. A doença se manifesta na medula óssea(tutano do osso).

As leucemias podem ser : – Leucemia linfóide: é a mais freqüente na infância. Responsável por cerca de 80% dos casos das leucemias agudas. Ocorre principalmente na faixa etária de 2 a 8 anos de idade. – Leucemia mielóide: é mais rara em criança. Ocorrem em torno de 15 a 20% das leucemias agudas na infância.

Sua freqüencia é de em torno de 10 casos em um milhão de crianças abaixo de 15 anos, por ano. Os sintomas na criança podem ser: palidez, manchas roxas pelo corpo, sangramento pelo nariz, gengiva, dores nas pernas e articulares, aumento das glândulas, aumento do baço e do fígado. Os sintomas, no início da doença, podem parecer com os de outras doenças, por isso é importante, levar a criança logo ao seu médico para fazer uma avaliação clínica.

Felizmente, com os avanços da medicina, muitos casos de leucemia são curáveis. É possível detectar a leucemia de forma mais precisa e precoce. Além disso o paciente tem mais recursos para o tratamento. A cura da leucemia depende de fatores como precocidade do diagnóstico, acesso do paciente ao tratamento adequado e condições físicas do mesmo.

  1. O tratamento mais usado para a leucemia é a Quimioterapia, que são medicamentos que atuam no organismo combatendo as células doentes, destruindo ou controlando seu desenvolvimento.
  2. A maioria dos pacientes é tratada com uma combinação de medicamentos, que podem ser por via oral (pílula, cápsula ou líquido ingerido pela boca), intramuscular (por injeção no músculo) ou intravenosa (aplicada numa veia periférica por seringa ou catéter).

A quimioterapia é o tratamento mais indicado para tratar a leucemia na infância. O paciente pode vir sentir efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor abdominal, mucosites, anemia, aumento de sangramento, porém a equipe médica especializada, administra o tratamento prevenindo estes efeitos, aplicando medicamentos específicos para evitá-los e/ou tratá-los o mais cedo possível, evitando o desconforto.

  • Outro tratamento utilizado com menos freqüência é a radioterapia.
  • Ela é indicada para tratamento de tumores sólidos como quando ocorre infiltração da doença nos testículos ou no SNC (cérebro).
  • A cirurgia é para casos de doença testicular, para biópsia, e se indicada, para a retirada dos tumores.
  • A queda dos cabelos é um dos efeitos colaterais da quimioterapia que age na genética da célula, impedindo o crescimento dos cabelos, porém, após um determinado período, os cabelos voltam a crescer e com aspecto sedoso.

Anemia Falciforme É a doença hereditária (passa dos pais para filhos) mais comum em todo o mundo. Altera as células vermelhas do sangue, atingindo principalmente afros-descendentes. Se caracteriza por ser uma deformação das hemáceas, que ficam com a forma de foice.

Ao se deformarem, as células do sangue – que em condições normais são bem maleáveis – ficam enrijecidas e passam a entupir vasos, provocando a necrose dos tecidos. O primeiro órgão a ser afetado é o baço, responsável pelo sistema de defesa do organismo. Por isso, em geral, os pacientes falciformes têm mais propensão a desenvolver infecções.

Um dos maiores perigos é que, por ser recessiva, a doença pode estar nos genes dos pais, sem que eles apresentem qualquer sintoma. É possível que dentro da mesma família um dos filhos tenha a doença, enquanto os outros, não. Quando um deles é diagnosticado como portador da doença, é necessário fazer testes nos irmãos.

  1. Talassemia Talassemia é outra doença hereditária provocada por deficiência nas hemácias.
  2. É predominante em pessoas provenientes de países da região do Mediterrâneo.
  3. As pessoas talassêmicas têm a hemácia pequena e em forma de alvo.
  4. Por isso, concentram pouca quantidade de hemoglobina, o que causa problemas funcionais ao organismo.

Estão cadastrados nos serviços públicos cerca de 500 pacientes. As crianças que têm doenças falciforme sofrem muito, choram por dores constantes e têm febre. É comum serem internadas diversas vezes, sem que se chegue a um diagnóstico, se a equipe médica não estiver capacitada para identificar a anemia falciforme.

De acordo com a triagem neonatal, estima-se que nascem, no Brasil, por ano, 3,5 mil crianças vítimas da doença, (considerando-se os dados recolhidos nos 12 estados que aderiram à segunda fase do Programa de Triagem Neonatal, que inclui o exame que detecta doença falciforme no teste do pezinho). A anemia falciforme não é contagiosa.

O olho amarelado não é devido a infecção por hepatite, e sim por conta da destruição das células do sangue. A pessoa que tem anemia falciforme leva uma vida social normal. Do terceiro mês até o quinto ano de vida – o período mais crítico, além das obrigatórias, os pacientes de anemia falciforme recebem vacinas especiais.

  • A penicilina, por exemplo, é aplicada por via oral, duas vezes ao dia.
  • Também há a aplicação mensal, a penicilina injetável.
  • São feitas também vacinas de antihemófilos, antipneumococos, hepatite B e meningite.
  • Na fase adulta, cerca de 10% dos pacientes precisam fazer transfusões de sangue regularmente e todos devem ter cuidados redobrados na hora de passar por qualquer procedimento médico (inclusive tratamentos dentários).

Devem também tomar medicamentos para controlar o nível de ferro do sangue, pois são, em geral, acometidos por anemias recorrentes. Os pacientes de hemoglobinopatias, como anemia falciforme e talassemia, têm anemias freqüentes, dores generalizadas, icterícias e lesões ósseas.

  • Quem é portador de anemia falciforme também é mais suscetível a acidente vascular cerebral (AVC) devido à redução da flexibilidade das hemácias, que tendem a obstruir os vasos sangüíneos.
  • Os falcêmicos também têm a vida encurtada.
  • O período mais crítico vai até os cinco primeiros anos.
  • O índice de mortalidade em crianças que não são diagnosticadas e tratadas precocemente chega a 25%.

Entre as que recebem tratamento adequado, o índice cai para 2,5%. Segundo dados de 1996, a expectativa de vida de um portador de anemia falciforme no Brasil é de 18,6 anos. Em países que já adotaram programas voltados para o tratamento da doença, como Cuba e Estados Unidos, que têm política específica há mais de 30 anos, a expectativa de vida para os pacientes é de 47 anos.

  • A meta do Ministério da Saúde é atingir essa marca.
  • Quase 13 mil pacientes estão cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS).
  • Seguindo a prevalência genética da população, as estimativas apontam para a existência de 30 mil a 50 mil pessoas com a doença, em todo o país.
  • De cada grupo de 35 pessoas, uma registra traços de anemia falciforme.

Na Bahia, há um falcêmico para cada 500 nascidos vivos. No Rio de Janeiro, o índice é de um para cada 1,2 mil, e, em Minas Gerais, Pernambuco e Maranhão, de um para cada 1,4 mil nascidos vivos. Hemofilia Hemofilia é um distúrbio hereditário dos fatores da coagulação do sangue, fazendo com que o sangue do hemofílico não coagule tão rápido quanto deveria.

  • As dificuldades na coagulação são por conta da ausência hereditária de determinados fatores sangüíneos, indispensáveis à produção da enzima tromboquinase, que é fundamental ao processo de coagulação.As hemofilias podem se apresentar de forma leve, moderada ou grave.
  • Estão classificadas em três tipos: Hemofilia A – ocorre devido a deficiência do fator VIII da coagulação ou globulina anti-hemofílica, é o tipo mais freqüente, conhecida como hemofilia clássica.

Hemofilia B – ocorre devido a deficiência de fator IX e é também conhecida como doença de Christmas. Hemofilia C – este tipo de hemofilia caracteriza-se pela ausência de um fator denominado PTA. O aspecto clínico da doença se apresenta por sangramentos intrarticulares (hemartroses), sangramentos musculares, e em quaisquer parte do organismo por traumatismos que em casos normais não aconteceriam.

  1. Normalmente, a doença costuma manifestar-se desde a infância, mas, raramente, antes dos três a seis meses de idade.
  2. A hemofilia torna-se evidente em muitas crianças, quando elas começam a caminhar e a receber os primeiros golpes com as quedas, ou quando aparecem os primeiros dentes.
  3. O portador de hemofilia deve fazer parte de um serviço para que seu acompanhamento de rotina possa atendê-lo em caso de urgência.

Em caso de sangramento, recebe fator da cogulação de acordo com seu tipo de hemofilia. Necessita ainda de tratamento médico, fisioterápico, odontológico, e a atenção de toda uma equipe multidisciplinar capacitada para atendê-lo. Até o momento a hemofilia não tem cura.

Qual a cor de sangue mais rara?

19 janeiro 2019 Qual O Tipo De Sangue Mais Raro Crédito, Getty Images Legenda da foto, Só são conhecidas cerca de 40 pessoas que possuem o Rh nulo. Esse raro tipo sanguíneo pode salvar vidas, mas também representa grandes riscos a quem é portador. “Sangue dourado” soa elegante, mas quem tem esse tipo sanguíneo corre mais riscos que a maioria da população em situações de vida ou morte.

  1. O RH nulo, também chamado de sangue dourado, é o tipo sanguíneo mais raro do mundo.
  2. Para entender do que se trata é preciso analisar a classificação dos grupos sanguíneos.
  3. Os glóbulos vermelhos que formam o sangue estão cobertos de proteínas chamadas de antígenos.
  4. O sangue tipo A tem antígenos A, o sangue B tem antígenos B, o sangue AB tem antígenos de ambos e o tipo O, nenhum dos dois.

Os glóbulos vermelhos também têm outro tipo de antígeno, o chamado RhD, que é parte de uma família formada por 61 antígenos tipo Rh. Quando o sangue tem RhD, é de tipo positivo. Quando não tem, é tipo negativo. É assim que se formam os tipos de sangue mais comuns: A+, A-, B+, B-, AB+, AB-, O+, O-. Qual O Tipo De Sangue Mais Raro Crédito, Getty Images Legenda da foto, O ‘sangue dourado’ foi descoberto na década de 60 em uma mulhr australiana Se uma pessoa é do grupo negativo e recebe sangue de um doador positivo, seus anticorpos vão reagir ao detectar células incompatíveis com seu sangue, o que pode ser fatal.

O que é o sangue Bombay?

Uma em cada 250 mil pessoas possui um fenótipo extremamente raro de sangue, o Falso O. Essa condição, também conhecida como Bombaim, local onde foi descrito pela primeira vez, faz com que as hemácias do individuo sejam desprovidas dos antígenos ABH normais.

Qual a vantagem de ter o sangue O positivo?

Tipo sanguíneo O+ é o mais comum entre doadores do Hemoce – Secretaria da Saúde do Ceará Qual O Tipo De Sangue Mais Raro A população cearense apresenta tipos sanguíneos diversificados. Normalmente, as pessoas são classificadas pelo grupo ABO (A, B, AB, O) e Rh (positivo e negativo). No Ceará, os tipos O e A positivos são os mais comuns. Das 599.534 pessoas que doaram sangue nos últimos 21 anos no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará, da rede pública da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), do Governo do Estado, cerca de 45% são O+.

Identificar o tipo sanguíneo é determinante no momento de uma transfusão de sangue. A hematologista e diretora de hemoterapia do Hemoce, Denise Brunetta, explica que, independentemente de o paciente saber qual o seu tipo, é feito o teste de tipagem sanguínea antes de a transfusão ser realizada. A partir dessas informações, será transfundido o sangue do doador compatível.

“Existem antígenos presentes ou ausentes no organismo dependendo do tipo de sangue. Por exemplo, se o sangue é do tipo A, quer dizer que possui antígeno A. Se é AB, tem antígenos A e B em seus glóbulos vermelhos. Já quem é O não tem nem A nem B e é considerado o doador universal.

  • Por isso é tão importante que esses voluntários mantenham suas doações com regularidade”, explica Denise.
  • As características do sangue precisam ser compatíveis entre doador e paciente para garantir maior segurança transfusional.
  • Além da tipagem sanguínea, o Hemoce realiza a fenotipagem eritrocitária, um estudo mais completo do sangue.

A fenotipagem pesquisa nas hemácias características minuciosas, possibilitando uma transfusão mais compatível. “Com a avaliação, conseguimos identificar o doador com sangue raro. A ausência ou a presença de alguns antígenos pode indicar que o sangue que está sendo avaliado é raro.

  • Isso permite que tenhamos um banco de sangue raro para atender os pacientes”, conta Denise Brunetta.
  • O banco de doadores raros do Hemoce é um dos maiores do Brasil e conta com 121 voluntários especiais.
  • Desde 2014, o Hemoce já enviou 32 bolsas de sangue raro para outros estados brasileiros e uma para a Colômbia.

Para garantir a segurança e a qualidade no sangue doado, o hemocentro mantém um rigoroso processo de controle. Cada vez que um voluntário doa, as amostras de sangue passam por testes e exames sorológicos. Além da tipagem sanguínea e da fenotipagem eritrocitária, são realizados eletroforese de hemoglobina e testes para hepatites B e C, sífilis, doença de Chagas, HIV e HTLV (vírus T-linfotrópico humano).

Também São feitos testes de biologia molecular para verificação e confirmação do vírus HIV e hepatites B e C, chamado de teste NAT. As doações realizadas no Hemoce atendem pacientes em mais de 450 unidades de saúde no Estado e 100% do Sistema Único de Saúde (SUS). Cada bolsa de sangue é dividida em diferentes hemocomponentes (plaquetas, hemácias e plasma).

Por isso, com uma única doação de sangue, é possível salvar até quatro vidas