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Qual O Valor MNimo Para Declarar Imposto De Renda?

Quanto é o mínimo para declarar Imposto de Renda?

É importante destacar que o valor a ser considerado é o total anual, assim, se a soma de todo o seu rendimento ao longo de 2022 for superior a R$ 28.559,70, você está obrigado a apresentar a sua declaração de Imposto de Renda, dentro dos prazos e regras estabelecidos pela Receita Federal.

Qual o valor mínimo para declarar Imposto de Renda em 2023?

O prazo limite para o envio da declaração do Imposto de Renda de 2023 é até às 23h59 desta quarta-feira (31). Aqueles que realizarem o envio após esse horário estarão sujeitos a uma multa, cujo valor mínimo é de R$ 165,74, podendo chegar a até 20% do imposto devido, o que representa um ônus considerável.

  • É altamente recomendado não deixar a entrega da declaração para a última hora.
  • O sistema da Receita Federal pode ficar sobrecarregado e, mesmo com a declaração pronta, há o risco de perder o prazo e ter que arcar com a multa.
  • Estima-se que o governo receba entre 38,5 milhões e 39,5 milhões de declarações em 2023, o que representa um aumento em relação ao ano anterior.

De acordo com as regras estabelecidas pela Receita Federal, é obrigatório declarar aqueles que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2022 ou obtiveram ganhos acima de R$ 40 mil isentos, não tributáveis ou tributados na fonte ao longo do ano.

  • Além disso, indivíduos que obtiveram ganhos de capital com a venda de bens ou direitos, realizaram operações na Bolsa de Valores ou no mercado de capitais com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência de imposto também devem realizar a declaração.
  • Outro grupo que deve cumprir essa obrigação são os agricultores que receberam mais de R$ 142.798,50 em atividades rurais ou possuem prejuízo rural a ser compensado no ano-calendário de 2022 ou nos anos seguintes.

Além disso, aqueles que possuem bens, incluindo terra nua, com valor superior a R$ 300 mil também estão sujeitos à obrigatoriedade de declarar. Adicionalmente, pessoas que se mudaram para o Brasil em qualquer mês de 2022 e permaneceram como residentes até 31 de dezembro devem apresentar a declaração.

A recomendação dos especialistas é enviar a declaração o mais cedo possível, mesmo que esteja incompleta. Dessa forma, evita-se o pagamento da multa e é possível posteriormente complementar as informações por meio do envio de uma declaração retificadora, sem custos adicionais. Aqueles que não enviarem a declaração para a Receita podem enfrentar várias dificuldades.

Além da multa por atraso, o contribuinte pode ter problemas como o bloqueio do CPF, cair na malha fina e ser convocado pela Receita Federal para prestar esclarecimentos, receber novas multas da Receita e até mesmo ser investigado e processado por crimes como sonegação fiscal, com pena de até dois anos de reclusão, e evasão de divisas, com pena de até seis anos de reclusão.

Como saber o que a Receita sabe sobre mim?

A primeira coisa é fazer login na CAC com uma conta gov. nível prata ou nível ouro. e clicar aqui em meu imposto de renda. Se você clicou em meu imposto de renda, aqui vão ter as declarações de rpf, aqui vão ter os serviços de e rpf.

Quem ganha 4000 paga quanto de Imposto de Renda?

Leia também – Qual O Valor MNimo Para Declarar Imposto De Renda Não foram alteradas as alíquotas para as outras faixas de rendimentos mensais, que também serão beneficiadas com o aumento da isenção. Pessoas que ganhar até R$ 4 mil, por exemplo, terão que pagar uma alíquota de 22,50% (R$ 651,73), enquanto aquelas que ganham mais de R$ 4 mil, terão que pagar uma alíquota de 27,50% (R$ 884,96).

Quem ganha 5.000 por mês paga quanto de Imposto de Renda?

Quem ganha até R$ 5 mil paga quanto de imposto? – Apesar da proposta do presidente Lula, pessoas que ganham até R$ 5 mil ainda têm imposto recolhido na fonte caso tenham rendimentos superiores a R$ 2.640 (para optantes da dedução automática). Para facilitar o cálculo, a divulga a tabela progressiva com mais uma coluna, onde descreve a “parcela a deduzir”.

Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (em R$)
Até 2.112,00 zero zero
De 2.112,01 até 2.826,65 7,5 158,4
De 2.826,66 até 3.751,05 15 370,4
De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 651,73
Acima de 4.664,68 27,5 884,96

Fonte: Instrução Normativa da Receita Federal Brasileira nº 2141 Para saber quanto pagar de IR, basta aplicar a alíquota no total do salário e, posteriormente, subtrair a parcela a deduzir correspondente. É importante não confundir a parcela a deduzir indicada na tabela com as deduções legais, que o contribuinte pode incluir na declaração anual do IR (gastos com saúde, educação, etc.).

Saiba como declarar no Imposto de Renda.

Como explica Juliana de Sousa, advogada tributarista do Cunha Ferraz Advogados, o salário, para fins desse cálculo, não deve incluir benefícios como o auxílio-alimentação ou o auxílio-transporte e nem a contribuição ao, Ela destaca ainda a dedução mensal de R$ 189,59 por dependente, que pode ser informada aos empregadores.

  • A pedido do E-Investidor a especialista ajudou a calcular um cenário em que, descontados benefícios e contribuição, o salário do trabalhador seja de R$ 5 mil — e qual seria o IR retido na folha salarial desse contribuinte mensalmente.
  • Deve-se aplicar a alíquota de 27,5% sobre o salário de R$ 5 mil (5.ooo x 0,275).

Do resultado, R$ 1.375, é subtraído o valor de R$ 884,96 (parcela a deduzir para essa faixa). O resultado da conta será R$ 490,04, e esse é o valor retido em imposto mensalmente. A alíquota efetiva, que seria cobrada do contribuinte, equivale, nesse cenário, a 9,8%.

Quem ganha 2 mil por mês paga Imposto de Renda?

Quem ganha até R$ 2.640 vai deixar de pagar Imposto de Renda.

Quem ganha 20.000 por mês paga quanto de Imposto de Renda?

Faixas do Imposto de Renda utilizadas para o cálculo do IR – No Brasil, o sistema de cálculo baseia-se em uma tabela progressiva (ou seja, quem ganha mais paga mais). Portanto, a alíquota, porcentagem descontada do salário, varia de acordo com a faixa de renda.

Base de cálculo mensal (RS) Alíquota (%) Parcela a deduzir (R$)
Até 1.903,98
De 1.903,98 até 2.826,65 7,5 142,80
De 2.826,65 até 3.751,05 15,0 354,80
De 3.751,05 até 4.664,67 22,5 636,13
Acima de 4.664,68 27,5 869,36

Quem é isento do Imposto de Renda?

Editada MP que aumenta faixa de isenção no Imposto de Renda Da Agência Senado | 02/05/2023, 13h58 Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) deste domingo (30) medida provisória que isenta do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF), a partir de 2023, quem recebe até R$ 2.112 por mês.

Para compensar a perda de arrecadação com o aumento de isenção, que pelos últimos oito anos foi de R$ 1.903,98, o governo também determinou, por meio da, a incidência do Imposto de Renda de Renda das Pessoas Físicas sobre aplicações financeiras feitas no exterior por cidadãos que sejam residentes no Brasil.

Assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a medida provisória estabelece a possibilidade de os contribuintes não isentos optarem por uma dedução simplificada de R$ 528 em relação ao imposto devido, sem necessidade de comprovar despesas à Receita Federal do Brasil (RFB).

  1. Isso quer dizer que as pessoas físicas que recebem mensalmente até R$ 2.640, se decidirem por essa dedução simplificada, também não terão de desembolsar ao Fisco.
  2. Não foram alteradas as alíquotas para as demais faixas de rendimentos mensais, que, porém, também serão beneficiadas com o aumento da faixa de isenção, já que pagam o IRPF com base no que excede a esse valor.

A mudança da faixa de isenção tem efeitos no Imposto de Renda do ano que vem, mas quem tem desconto na fonte já deverá observar a mudança no valor retido no salário do próximo mês. A Câmara e o Senado têm 60 dias para analisar a MP, podendo aprová-la, rejeitá-la ou aprová-la com alterações.

Quem não é obrigado a declarar Imposto de Renda?

Conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade explica consequências da não declaração do imposto de renda no prazo Qual O Valor MNimo Para Declarar Imposto De Renda Por Deividi Lira/ Agência Apex Comunicação CFC Até o dia 31 de maio, quem tiver recebido mais que R$28.559,70 em rendimentos tributáveis em 2022 – ou então se enquadrar em algum dos outros critérios estabelecidos pela Receita Federal (confira no fim do texto) – precisa transmitir a declaração de imposto de renda para a Receita, seja por meio do programa, do aplicativo ou do site.

  1. Aqueles que estiverem obrigados a enviar a declaração, mas não o fizerem podem, a partir do cruzamento de dados pela Receita Federal, ser identificados e penalizados por isso.
  2. Os empregadores pessoa jurídica, as sociedades cooperativas de trabalho, as instituições de previdência privada e complementar, e as empresas em relação aos sócios e autônomos, encaminham à Receita Federal a Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte”, explica o conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade, Adriano Marrocos, sobre como a identificação de quem descumprir a obrigatoriedade.
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Além disso, conta o conselheiro, os Cartórios de Ofício de Notas, Registro de Imóveis e de Títulos e Documentos encaminham a Declaração sobre Operações Imobiliárias, enquanto bancos, planos de saúde, seguradoras, corretoras de valores, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, administradoras de consórcios e entidades de previdência complementar encaminham a e-Financeira com a movimentação em contas-correntes e contas poupança em valores superiores a R$ 2 mil para pessoas físicas e R$ 6 mil para pessoas jurídicas.

  1. Assim, o que não falta para a Receita Federal são dados para identificar os contribuintes que deveriam ter entregue a declaração e não o fizeram”, diz.
  2. Penalidades O contribuinte que não declarar o imposto fica sujeito a uma multa de, no mínimo, R$165,74.
  3. O valor é aplicado para aqueles que não têm imposto a pagar.

Caso o contribuinte não declare e tenha algo a pagar, a multa varia de 1% a 20% do valor devido por mês. Além disso, a Receita Federal toma providências administrativas, com a inclusão no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (Cadin).

  1. Ou seja, a pessoa fica com o CPF irregular (pendente de regularização) e, portanto, impedido de contratar empréstimos e financiamentos, viajar para o exterior, obter cartão de crédito e o passaporte, além de cair em uma “lista” que leva a exame mais minucioso das movimentações financeiras.
  2. Nos casos mais extremos, há a previsão do cancelamento do CPF e ação penal por sonegação fiscal”, enumera Marrocos.

O conselheiro explica ainda que quem não declarar, mas quiser corrigir a situação pode enviar a declaração a qualquer tempo, mas estará sempre sujeito à multa pelo atraso. Quem precisa declarar?

Aqueles que receberam rendimentos tributáveis acima de R$28.559,70 em 2022. Os que ganharam mais de R$ 40 mil em rendimentos isentos, não tributáveis ou retidos na fonte. Pessoas que tiveram ganho de capital na venda de bens ou direito. Aqueles que realizaram operações na Bolsa de Valores acima de R$ 40 mil. Os que tiveram mais de R$142.798,50 em atividades rurais. Pessoas que são dono de bens que valem mais de R$ 300 mil. Aqueles que passaram a morar no Brasil em qualquer mês de 2022.

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.

O que acontece com quem não faz a declaração de imposto de renda?

Quer saber o que acontece se não declarar Imposto de Renda ? Então você está no lugar certo. Nesta matéria, você encontra tudo que precisa saber sobre as penalidades de não declarar o IR. A declaração do Imposto de Renda não é apenas uma obrigação legal, mas também uma forma de contribuir com melhorias para a qualidade de vida de toda a população.

Por isso, quem não faz a declaração está sujeito a penalidades que vão desde multa até prisão em caso de condenação por sonegação fiscal. Precisando de crédito para realizar seus objetivos? Use seu carro ou imóvel para ter crédito rápido e seguro com juros a partir de 1,09% ao mês +IPCA e até 240 meses para pagar,

Simule agora Para facilitar a leitura do texto, veja os principais tópicos dessa matéria.

Quem tem de declarar O que acontece se não declarar O que fazer se perdeu o prazo

O que vai mudar no Imposto de Renda em 2023?

Mudanças na faixa de isenção do IRPF – Conforme foi anunciado pelo governo federal quem ganha até dois salários mínimos (R$ 2.640) ficará isento de pagar Imposto de Renda. Essa regra deve passar a valer a partir de maio. No entanto, não houve mudanças para a declaração de Imposto de Renda de 2023.

Qual é o valor da multa por não declarar Imposto de Renda?

A Receita Federal encerrou o prazo para a declaração do Imposto de Renda 2023 nesta quarta-feira. Apesar do recorde de declarações, algumas pessoas não entregaram ou atrasaram a entrega do documento. Nestes casos, paga-se uma multa, que varia de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. Qual O Valor MNimo Para Declarar Imposto De Renda Como evitar cair na malha fina do Imposto de Renda

Como ficou a nova tabela do Imposto de Renda?

Com a nova regra, paga R$ 27 — R$ 35,45 a menos. Veja mais abaixo simulações. A faixa de isenção subiu de R$ 1.903,98 para R$ 2.112. O valor das faixas da tabela do IR foi mantido, mas quem ganha acima dos R$ 2.112 só paga Imposto de Renda sobre o valor excedente.

Qual valor chama atenção da Receita Federal?

2021.2022.2023. As operadoras de cartões de crédito também devem prestar informações à Receita Federal a cada mês que o valor da fatura do cartão de crédito do contribuinte ultrapasse 5 mil reais.

O que chama a atenção da Receita Federal?

O contribuinte que cogita fraudar algum dado na declaração para tentar enganar o leão precisa pensar bem antes de tomar essa decisão. É que a Receita dispõe de um sofisticado sistema eletrônico que permite cruzar todos os dados informados pelo contribuinte.

  • A cada ano esses sistemas são aperfeiçoados visando evitar a sonegação.
  • Se for apanhado, o contribuinte terá de pagar multa pesada (ver texto à pág.11).
  • O principal documento que o leão usa é a Dirf (Declaração do IR Retido na Fonte), entregue pelas empresas.
  • Nela estão diversos valores: salário anual, 13º salário, IR retido na fonte (se for o caso), contribuição para o INSS etc.

Se houver gastos com clínicas médicas, laboratórios, hospitais e planos de saúde, as despesas serão informadas na Dmed -a declaração entregue pelas prestadoras de serviços de saúde e operadoras de planos de saúde. Os dados de quem tem conta em banco (conta-corrente, poupança, investimento etc.) são informados ao fisco por meio da Dimof (Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira).

Fez compras com cartão de crédito? As administradoras usarão a Decred (Declaração de Operações com Cartão de Crédito) para informar ao fisco as operações acima de R$ 5.000 mensais. Os dados de transações com construtoras, com incorporadoras e com imobiliárias são informados pela Dimob (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias).

Com ela, a Receita sabe quem comprou e quem vendeu imóveis, a data, o valor da transação e a comissão paga ao corretor (se for o caso). Feita a operação imobiliária, é preciso registrar o imóvel em cartório. Para checar isso, a Receita dispõe da DOI (Declaração sobre Operações Imobiliárias), entregue pelos serventuários da Justiça responsáveis por cartórios de notas, de registro de imóveis e de títulos e documentos.

  • Há ainda a Dprev (Declaração sobre a Opção de Tributação de Planos Previdenciários), entregue pelas entidades de previdência complementar, pelas sociedades seguradoras ou por administradores do Fapi (Fundo de Aposentadoria Programada Individual).
  • MC) Saiba como restituir mais ou pagar menos Brechas legais do fisco permitem que contribuinte faça economia com restituição maior ou pagamento menor Da mesma forma que pega o sonegador, o leão também permite que o contribuinte use algumas armas a seu favor -todas absolutamente legais- com a finalidade de pagar menos imposto ou restituir um valor maior.

Essas armas não são muitas, mas, se bem usadas, podem proporcionar economia ao contribuinte sem irritar o leão. Em outras palavras, dá para fazer uma declaração do IR obtendo alguma vantagem sem infringir a lei. Eis algumas dessas situações. SEPARADAS A primeira dica é a mais comum e abrange uma grande parcela de contribuintes.

Integrantes de uma mesma família (marido e mulher; pai e filho) devem sempre fazer declarações individuais, especialmente se todos eles trabalham (ou se têm renda). Motivo: cada um deles terá direito à isenção de R$ 18.799,32. Como podem usar o modelo simplificado (que permite abater 20% da renda sem comprovação, limitado a R$ 13.916,36), esse limite de isenção sobe para R$ 23.499,15.

Em uma família em que quatro pessoas trabalham, o limite de isenção total será de quase R$ 94 mil. PREVIDÊNCIA PRIVADA Outra opção para reduzir o imposto é fazer um plano de previdência privada do tipo PGBL. Para isso, é preciso observar três requisitos: o benefício é limitado a 12% da renda tributável, o contribuinte terá de declarar no modelo completo e também precisa ser contribuinte do INSS (assalariado ou autônomo).

Um contribuinte com renda anual tributável de R$ 150 mil poderá abater R$ 18 mil (se aplicar mais não usará o valor excedente). Como sua renda tributável cairá R$ 18 mil apenas com a aplicação, seu ganho será de R$ 4.950 (27,5% de R$ 18 mil). PENSÃO ALIMENTÍCIA Quando um casal se separa, os cônjuges devem definir, perante o juiz, como será o pagamento da pensão alimentícia ao ex-cônjuge e aos filhos (se houver).

Nos casos em que não há filhos (ou se eles forem maiores de idade), o acordo pode ser feito por escritura pública. Suponha um casal com dois filhos menores. Se o marido pagar pensão aos três, deve dizer ao juiz (ou declarar em cartório) que deseja depositar valores individuais em vez de fazer apenas um só depósito.

Basta que os filhos também tenham CPF. Se for pagar R$ 1.500 a cada um, a empresa em que trabalha descontará R$ 4.500 e depositará R$ 1.500 para cada um. Se for autônomo, abaterá esse valor na hora de calcular o carnê-leão. O responsável pela guarda dos filhos deve apresentar declarações separadas. Como cada um recebeu R$ 18 mil no ano (12 meses), todos estarão isentos.

No total, R$ 54 mil da família não pagam imposto. BENS COMUNS Se um casal tem renda de bens comuns, pode dividi-la pela metade. Exemplo: marido e mulher trabalham e têm casa alugada por R$ 3.000. Nesse caso, não precisarão pagar o carnê-leão porque cada um terá direito a R$ 1.500 (valor isento).

Cada um declara a própria renda e os R$ 18 mil do aluguel. Supondo que cada um recebeu mais R$ 32 mil no emprego, a renda anual é de R$ 50 mil. No modelo simplificado, cada um deduz R$ 10 mil, resultando em R$ 2.659,53 de imposto devido (juntos, pagarão R$ 5.319,06). Se um dos cônjuges tributasse os R$ 3.000 apenas na sua declaração, sua renda anual seria de R$ 68 mil (a do outro seria de R$ 32 mil).

Um declararia R$ 68 mil e abateria R$ 13,6 mil. Teria imposto devido de R$ 6.272,55. O outro teria IR devido de R$ 510,05. Juntos, pagariam R$ 6.782,60. A economia do casal é de R$ 1.463,54. (MC) Gasto no ensino de deficiente tem dedução integral DE SÃO PAULO As despesas pagas a estabelecimentos especializados em instrução de portadores de deficiência física ou mental não têm limite de dedução na declaração do IR.

Motivo: esses gastos entram como despesas médicas. Significa que eles não se sujeitam ao limite de R$ 2.958,23 (para dependentes não portadores de deficiências e que estudam em escolas convencionais). Se um pai gastar, por exemplo, R$ 18 mil por ano com a instrução de um filho com deficiência física ou mental poderá abater todo esse valor (código 10 da ficha Pagamentos e Doações Efetuados).

Renda acumulada paga menos IR Contribuinte pode optar pela forma de tributação; a exclusiva na fonte tende a ser vantajosa Em 2010, o governo adotou uma regra especial para tributar os rendimentos que o contribuinte recebe de uma só vez mas que se referem a períodos anteriores.

  1. São os chamados rendimentos recebidos acumuladamente.
  2. Nessa categoria se enquadram basicamente os rendimentos decorrentes de aposentadoria, de pensão e também do trabalho que são recebidos por meio de decisões judiciais ou por acordo.
  3. Para esses rendimentos, há uma ficha especial na declaração -a ficha Rendimentos Recebidos Acumuladamente (RRA).
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Ela deve ser preenchida apenas pelos contribuintes que quiserem mudar a forma de tributação do que receberam em 2011 (de exclusiva na fonte para ajuste anual e vice-versa). Quem recebeu esses rendimentos em 2011 foi tributado exclusivamente na fonte -essa tende a ser a forma mais vantajosa de tributação.

  • Se decidir manter essa forma de tributação na declaração, o contribuinte lança o valor automaticamente na linha 07 da ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva (se o rendimento for de dependentes, deve ser lançado na linha 10 da mesma ficha).
  • Nesse caso, ele não preenche a ficha RRA.

Segundo Antonio Teixeira Bacalhau, consultor da IOB Folhamatic especialista em IR, a taxação exclusiva na fonte é mais vantajosa para o contribuinte porque leva em consideração o número de meses a que se referem os rendimentos. Ele dá um exemplo: rendimento acumulado de 15 meses, no valor de R$ 30 mil, recebido em outubro de 2011.

  1. Nesse caso, os R$ 30 mil estarão sujeitos à alíquota de 7,5% (os R$ 2.000 mensais estão na faixa de R$ 1.566,61 até R$ 2.347,85; esses dois valores são multiplicados por 15), com dedução de R$ 1.762,44 (o limite mensal também é multiplicado por 15), resultando em IR de R$ 487,56.
  2. Se fosse usada a forma antiga de tributação, esse contribuinte pagaria R$ 7.526,05, uma vez que os R$ 30 mil seriam tributados em 27,5% (R$ 8.250), com parcela a deduzir de R$ 723,95.

Caso deseje mudar a forma de tributação (de exclusiva na fonte para ajuste anual), o contribuinte deve optar na própria ficha RRA que o programa irá considerar o IR retido como antecipação do devido. (MC) Relação de bens do contribuinte recebe atenção especial do fisco Quando analisa uma declaração do IR, o leão presta muita atenção à variação patrimonial do contribuinte.

  • Para tanto, ele vê com atenção especial a relação de bens e direitos.
  • O objetivo é verificar se os bens que estão na declaração condizem com sua renda, ou seja, se os rendimentos tributados, os isentos e os tributados exclusivamente na fonte são suficientes para justificar o acréscimo patrimonial.
  • Assim, por exemplo, chama a atenção da Receita uma declaração com renda anual de R$ 100 mil e aumento patrimonial de R$ 150 mil.

Diante dessa situação, é provável que esse contribuinte seja chamado para explicar como conseguiu obter esse aumento de patrimônio de um ano para o outro. Portanto, tome cuidado na hora de declarar seus bens. Cuidados básicos evitam a malha fina Receita ‘segura’ declaração se houver divergência entre os valores informados e os que estão em seus arquivos Restituir mais ou pagar menos.

Essa é, provavelmente, a intenção de todo contribuinte na hora de fazer a declaração do IR. Em síntese, todos querem recuperar a maior fatia possível daquilo que já pagaram; se ainda devem alguma coisa, querem pagar o menor valor possível. Para os que tentam ludibriar o fisco, um alerta importante: a cada ano o leão aprimora as “armadilhas” visando apanhar os que tentam ludibriá-lo.

A principal arma do fisco é a malha fina -a revisão eletrônica de todas as declarações das pessoas físicas. Nela, são feitas verificações nos dados declarados pelo contribuinte e cruzadas essas informações com outros dados disponíveis nos sistemas da Receita.

Para ter uma ideia da eficiência desse sistema, no ano passado 570 mil contribuintes ficaram presos na malha fina. Assim, se você está fazendo a declaração de renda deste ano, tenha em mente o seguinte: a malha fina da Receita trabalha com o cruzamento de informações e com parâmetros. No primeiro caso, há o cruzamento das diversas informações existentes nos cadastros da Receita com as de outros órgãos (governos federal, estaduais e municipais) e de empresas privadas.

O objetivo é verificar se os rendimentos pagos e informados por esses órgãos e empresas estão sendo declarados corretamente. Um dos “erros” mais comuns dos contribuintes é omitir alguma fonte de renda (no caso de ter mais de uma). Para o fisco, isso tem o nome de “omissão de receita”.

  • No segundo caso, a Receita define, todos os anos, alguns parâmetros com o objetivo de apanhar os “espertinhos” que lançam mão de artifícios com a intenção de sonegar, seja pagando menos seja restituindo mais.
  • Um desses parâmetros refere-se às despesas com saúde.
  • A Receita pode definir, por exemplo, que ficam na malha fina as declarações que apresentarem abatimentos de despesas com saúde superiores a R$ 20 mil (por família) ou que superarem 10% da renda anual.

Outro parâmetro pode ser o número de dependentes. Nesse caso, pode ser que declarações com cinco ou mais dependentes fiquem retidas. É que, na maioria dos casos, os contribuintes têm, hoje, dois ou três dependentes. (MC) Saiba calcular abatimento com doméstico O contribuinte que faz declaração usando todas as deduções legais (o chamado modelo completo) e tem empregado doméstico com registro em carteira pode deduzir a contribuição de 12% que ele (empregador) paga ao INSS.

  • Embora limitada ao valor sobre um salário mínimo federal e a apenas um empregado por declaração, a dedução é vantajosa porque é feita diretamente do IR devido.
  • O valor máximo a ser descontado nesta declaração é de R$ 866,60, pois abrange as contribuições ao INSS pagas de janeiro a dezembro de 2011 (referentes aos salários de dezembro de 2010 a novembro de 2011) e ao 13º salário e férias também de 2011.

O cálculo é feito da seguinte forma: uma contribuição sobre o mínimo de R$ 510 (dezembro de 2010, ou R$ 61,20), duas contribuições (janeiro e fevereiro de 2011) sobre o mínimo de R$ 540 (R$ 64,80 ou R$ 129,60) e dez contribuições (de março a novembro de 2011) sobre o mínimo de R$ 545 (10 x R$ 65,40, incluindo o 13º e as férias, no total de R$ 654) e mais R$ 21,80 do terço de férias (sobre R$ 545).

  • Total: R$ 866,60.
  • Há situações em que o valor é menor: se o empregado não tirou férias, será de R$ 844,80; se tirou em dezembro de 2010, será de R$ 865,20; se o pagamento da contribuição for trimestral, com férias em 2011, será de R$ 858,20; sem férias, será de R$ 836,40.
  • MC) Muito cuidado se for antecipar sua restituição Muitos bancos oferecem a seus clientes com direito a restituição do IR a possibilidade de antecipar o recebimento do dinheiro.
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Os juros variam de 2,4% a 4,9% ao mês e as instituições adiantam até 100% do valor que o contribuinte tem a receber -algumas estabelecem limites, como R$ 20 mil ou R$ 30 mil, por exemplo. É preciso ficar atento diante dessa oferta. Por um lado, o juro é atraente, pois é bem inferior à média de outras linhas de crédito, como o crédito direto ao consumidor (3% a 6%), o cheque especial (8% a 11%) e o cartão de crédito (6% a 9%).

Por outro lado, é preciso levar em conta um aspecto. Entregar a declaração não garante receber a restituição logo nos primeiros lotes, nem mesmo neste ano. Assim, é recomendável que o contribuinte antecipe a restituição apenas se for para quitar dívidas com juros mais altos (cartão de crédito ou cheque especial) e se tiver absoluta certeza de que sua declaração não ficará retida na malha fina.

Despesa não comprovada tem multa Conforme a ‘manobra’ utilizada pelo contribuinte, punição chega a 150% Ao fazer a declaração, o contribuinte não deve apenas prestar atenção às novidades de cada ano. É preciso ficar atento às regras do passado, ou seja, aquelas estabelecidas em anos anteriores -mas que valerão sempre.

Uma delas foi criada em 2010: a Receita decidiu punir com pesadas multas os contribuintes que tentam levar vantagem na hora de fazer a declaração. É uma forma de intimidar, pelo lado financeiro, quem tenta burlar o “sistema de defesa” da Receita. O principal alvo são aqueles que lançam despesas na declaração sem poder comprová-las, visando aumentar a restituição.

Nesse caso, o fisco cobra multa de 75% sobre a parcela a restituir pedida indevidamente se ficar constatado que houve dolo ou má-fé (ação ou omissão do contribuinte ao prestar uma informação inexata com a intenção deliberada de aumentar indevidamente o valor da restituição).

Essa situação ocorre quando for constatada, por exemplo, omissão de rendimento tributável (contribuinte não informa uma fonte de renda) ou a inclusão de uma despesa legalmente dedutível, mas que, na prática, não ocorreu (informar uma despesa médica sem ter ido ao médico). Veja dois exemplos de como a multa é calculada.

Exemplo 1: contribuinte tem imposto a restituir. Entrega declaração e pede restituição de R$ 5.000. Após processá-la, a Receita constata que ele só tem direito à restituição de R$ 2.000 (aqui, há prática de dolo ou má-fé). A multa será de 75% sobre R$ 3.000 (R$ 2.250), ou seja, sobre a parcela que ele pediu indevidamente.

Exemplo 2: declaração com IR a restituir pedido indevidamente. Processada a declaração, a Receita constata que o correto seria imposto a pagar. Contribuinte pede restituição de R$ 3.000, quando o correto seria ter declarado imposto a pagar de R$ 5.000. Pela lei, há dolo, sonegação, fraude ou conluio. Cobra-se o imposto de R$ 5.000 acrescido de multa de 150% (R$ 7.500), além dos juros de mora; sobre os R$ 3.000 (restituição pedida indevidamente), cobra-se a multa de 75% (R$ 2.250).

Aqui, a multa é mais pesada porque o contribuinte, que deveria pagar R$ 5.000, usou artifício que resultaria em restituição de R$ 5.000, ou seja, ele queria ter vantagem de R$ 8.000. (MC) Após entrega, veja processamento Acompanhamento pela internet permite que, se houver erro, contribuinte possa retificá-lo Após entregar a declaração, o contribuinte pode acompanhar, pelo site da Receita, o processamento das informações.

  1. O acompanhamento permite saber se a declaração está em processamento, se está em análise ou se já foi processada.
  2. Em processamento”, significa que a declaração foi recepcionada, encontra-se na base de dados da Receita e está sendo processada.
  3. Em análise”, quer dizer que, para que o processamento seja concluído, depende de ação do contribuinte.

“Processada” indica que a declaração já foi analisada e que não há “pendências”. Se o contribuinte tiver direito a restituição, o pagamento não deve demorar. Se a declaração apresentar algum problema (“pendência”) é possível verificar qual é o erro para que ele possa ser corrigido (nesse caso, o contribuinte terá de enviar uma declaração retificadora).

  1. Para ver como está sua declaração, o contribuinte deve seguir alguns passos (ver quadro ao lado).
  2. É preciso ter em mãos alguns documentos, gerar um código e depois uma senha.
  3. Para ficar sabendo se há problemas, o contribuinte precisa acessar o extrato da declaração no eCAC (Centro Virtual de Atendimento).

Segundo Joaquim Adir, supervisor nacional do IR, a partir da segunda quinzena deste mês já será possível acompanhar o processamento das declarações enviadas neste ano. (MC) Fonte: Folha de S.Paulo

O que acontece se eu movimentar muito dinheiro no meu CPF?

Quais problemas posso ter se movimentar muito no meu CPF? – Caso a sua movimentação ultrapasse o valor que destacamos anteriormente, é necessário realizar a declaração do Imposto de Renda. Esse procedimento pode ser realizado junto a uma assessoria contábil de sua confiança.

  1. No entanto, caso a sua declaração não seja feita ou atrase, haverá uma multa de 1% ao mês do valor devido à Receita Federal.
  2. Além disso, esse valor pode chegar a até 20%.
  3. Por fim, seu CPF pode ser prejudicado com bloqueio por irregularidade.
  4. E então, o que você achou deste conteúdo? Compartilhe nas suas redes sociais.

Se quiser saber mais sobre o assunto, fale agora mesmo com um contador da nossa clicando no botão abaixo. : O que acontece se eu movimentar muito dinheiro no meu CPF?

Quem ganha 5 mil paga quanto de Imposto de Renda 2023?

Renda entre R$ 1.903,99 e R$ 2.826,65: alíquota de 7, 5 %; Renda entre R$ 2.826,66 e R$ 3.751,05: alíquota de 15%; Renda entre R$ 3.751,06 e R$ 4.664,68: alíquota de 22, 5 %; Renda acima de R$ 4.664,68: alíquota máxima de 27, 5 %.

Quem ganha 8 mil por mês paga quanto de Imposto de Renda?

Quem ganha R$ 8 mil por mês paga quanto de Imposto de Renda? Considerando a tabela de 2023 a partir de maio, para um salário de R$ 8.000,00, a alíquota é de 27,5% e o valor a deduzir do INSS é de R$ 1.120,00, o cálculo seria: (8000 – 1120 * 27.5%) = R$ 1.892,00de Imposto de Renda.

Quem recebe um salário mínimo vai ter que declarar Imposto de Renda?

Preciso declarar o IR? Tudo sobre o valor mínimo para fazer a declaração do Imposto de Renda – Apesar de ser uma obrigatoriedade para a maior parte dos brasileiros, o Imposto de Renda não atinge todos os cidadãos. O que você precisa saber sobre o valor mínimo para declarar o IR:

  • A declaração é obrigatória para quem tem renda mensal acima de R$ 1.903,98;
  • Quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2022 ou se encaixa em algum dos critérios definidos pela Receita Federal, também é obrigado a declarar o IR 2023.
  • Os cidadãos têm de 15 de março a 31 de maio para cumprir com a obrigatoriedade de declarar o Imposto de Renda.

Quem ganha 10 mil por mês paga quanto de Imposto de Renda?

A mudança na faixa de isenção beneficia todos os contribuintes? – Sim. A cobrança de IR é progressiva, e há quatro alíquotas: 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5%. Assim, quem ganha R$ 10 mil, por exemplo, não tem cobrança de IR sobre o valor isento, que agora será de R$ 2.112. Qual O Valor MNimo Para Declarar Imposto De Renda Imposto de Renda: como fica a nova tabela — Foto: Arte

Quem ganha 8 mil por mês paga quanto de Imposto de Renda?

Entramos naquela época do ano em que muitos brasileiros começam a reunir a papelada para realizar a declaração do Imposto de Renda 2023, Neste momento, uma das principais preocupações das pessoas é se certificar de que não estão deixando passar nenhuma informação para não cair na famosa malha fina.

Por outro lado, entra ano e sai ano e tem gente que continua ” perdendo dinheiro ” para a Receita Federal. Por exemplo, você sabia que uma pessoa que ganha em torno de R$ 8 mil por mês pode estar deixando na mesa cerca de R$ 1.174,05 a cada declaração ? Isso acontece porque poucas pessoas sabem que existe uma maneira de receber essa grana na restituição.

E não estamos falando de dar um “jeitinho” para ganhar mais. Existe uma lei dos anos 2000 que garante aos brasileiros que investem em um ativo específico a possibilidade de ter uma restituição maior. A seguir eu explico em mais detalhes como isso é possível.